terça-feira, 30 de outubro de 2012

O Milagroso Óleo de Abacate

www.laszlo.com.br
Por Fabian Laszlo
 O abacateiro é uma árvore originária da Guatemala, Antilhas e México, o que pode ser notado no próprio nome da fruta, pois abacate vem da palavra asteca awakatl, que significa ‘‘testículo’’ em virtude de seus frutos penderem dos galhos lembrando o órgão genital masculino e, por isso, algumas pessoas o consideram afrodisíaco.
De certa forma, a semelhança do abacate com os testículos é uma ‘‘assinatura’’ da planta bem peculiar, pois seu fruto é riquíssimo em fito esteróis com estudado poder terapêutico de cura e prevenção da hiperplasia de próstata. Devido a isso, o México, país onde se come muito guacamole (prato típico com abacate), o índice de homens com problemas de próstata são os menores do mundo.
Mas, mais poderoso ainda que o fruto é o óleo obtido de sua polpa. Extraído por centrifugação, de cor verde esmeralda intenso, sabor forte e cheiro exótico característico, o óleo de abacate extra virgem é um produto magnífico para a saúde e nutrição. Não deve ser confundido jamais com o óleo obtido do caroço do abacate, que não possui os fitoesteróis e ativos da polpa. Igualmente, muito óleo de abacate ‘transparente’ vendido no mercado é montado a partir do óleo de soja, de acordo com o resultado de exames cromatográficos que já realizamos para avaliação.              
O óleo de abacate possui em sua composição várias substâncias medicinais. Entre as mais ativas temos lecitinas, fito esteróis (beta- sitosterol especialmente), ômega 9 (ácido oléico), vitamina A, D e um alto teor de vitamina E, às vezes quase o dobro do óleo de semente de uvas.
Pesquisas do UCLA, Centro de nutrição humana da Califórnia, indicaram que os abacates possuem o teor mais alto de vitamina E quando comparados ao kiwi, nectarinas, uvas e pêssegos. A vitamina E é conhecida por ser um poderoso antioxidante que age inibindo a formação de radicais livres, ajudando assim a diminuir os sinais do envelhecimento.
Em cosméticos, o óleo de abacate é usado puro ou diluído (1 tampinha com 6ml em cada 100g de creme)  visando estimular a síntese de colágeno na pele, o que retarda a formação de rugas e estrias, contribuindo desta forma para o tônus e vitalidade da pele. Pode ser combinado com o óleo de hortelã pimenta (M. piperita) de 1 a 2 % (25 a 45 gotas em 100ml do óleo ou do creme contendo ele) para ajudar também no clareamento, já que o óleo de hortelã promove a redistribuição da melanina na pele reduzindo as manchas. E também com o óleo de mirra (C. mirrha/mukul) na mesma dose, óleo já comprovado por aumentar a síntese de triglicérides sob a pele, o que promove um efeito ‘botox’ natural, removendo as rugas por efeito de preenchimento interno progressivo das mesmas pela síntese natural de gordura debaixo da pele. 
Entre 8 óleos testados (gergelim, amêndoas, jojoba, côco, oliva etc), o abacate foi o que apresentou maior efeito de absorção dos raios ultra-violeta (UV) do sol, agindo assim como filtro solar para cosméticos. Devido a todas estas propriedades, o óleo de abacate é muito usado no tratamento de vários problemas de pele como dermatites, inflamações, queimaduras, psoríase, acne e no pós-cirúrgico para acelerar a cicatrização, prevenindo a formação de marcas e quelóides, principalmente se combinado com os óleos de cipreste (C. sempervirens) e palmarosa (C. martinii). Ele também pode ser associado para os quelóides com o óleo de rosa mosqueta ou a linhaça para maior eficácia.
Ainda sobre sua ação na pele, um estudo publicado no Jornal Wound Care em 2008 por Nayak e seus colegas, confirmou que o óleo de abacate tanto via externa, quanto ingerida, possui propriedades eficientes na cicatrização de feridas e escaras.
A maioria das propriedades do óleo de abacate se devem à presença em alta concentração de beta -sitosterol, um fito esterol de estrutura química muito similar à do colesterol e encontrado no arroz, na soja, no germe de trigo e no milho. Sua concentração é 25.5 vezes mais alta no abacate quando comparado com a da laranja. Este fito esterol confere ao óleo de abacate propriedades bactericidas, antivirais, fungicidas e anti- inflamatórias.
 O beta- sitosterol sozinho ou em combinação com outros esteróis de plantas têm demonstrado em estudos clínicos um efeito de reduzir os níveis de colesterol no sangue. Ele age neste sentido de três formas. Primeiramente quando usado junto com a comida (1 colher de café do óleo de abacate) ele se associa às gorduras e age bloqueando a absorção do colesterol pelo corpo (somente 5-10% de b-sitosterol agregado é absorvido). Este efeito pode ajudar também em regimes de perda de peso e especialmente na prevenção de doenças cardiovasculares. Segundo, ele age diretamente no fígado equilibrando os níveis do colesterol no sangue, o LDL (mau colesterol) diminui, enquanto o HDL (bom colesterol) sobe. E, terceiro, quando conjugado a lecitinas presentes no óleo de abacate, ele agrega-se à gordura ruim no sangue facilitando sua eliminação do corpo pelas vias urinárias,  acabando por desobstruir os vasos. É um excelente óleo para emprego culinário para prevenção de doenças circulatórias e pode ser combinado com o azeite de oliva. Ainda podemos incluir o óleo essencial de limão siciliano (C. limonum), que em azeites traz um ótimo sabor cítrico. Seriam 5 a 10 gotas para cada 100 ml (50 ml de azeite de oliva extra virgem + 50ml de óleo de abacate extra virgem).
Um estudo feito por pesquisadores do Instituto Mexicano de Seguro Social, publicado em arquivos médicos no inverno de 1996, mostravam que quem come abacate todos os dias por uma semana, têm uma queda de 17% do colesterol total do sangue.
Beta-sitosterol é o princípio ativo milagroso existente no óleo de semente de abóbora, Saw palmeto, Pygeum africanum e outros remédios naturais para a próstata. Vários jornais científicos internacionais têm publicado estudos científicos que provam que o b-sitosterol é o mais efetivo remédio conhecido para os problemas de próstata. Ele age reduzindo a dilatação da próstata (hiperplasia prostática), prevenindo e ajudando no seu tratamento. Faz isso através de uma ação específica sobre o fígado, inibindo uma enzima, a 5-alpha-reductase que age reduzindo a testosterona a dihidrotestosterona (DHT). Esta queda da testosterona e sua conversão a DHT ocasiona uma série de problemas. A ligação do DHT a receptores androgênicos na próstata tende a ocasionar sua dilatação, problemas vasculares e possibilidade de impotência. Sua ligação a receptores hormonais nos folículos pilosos, levam ao surgimento de calvície (queda de cabelo ) com a idade.
Na mulher, o b-sitosterol também age positivamente  causando um efeito anti-estrogênico, diminuindo a ligação do DHT a receptores de estrógenos. Isso previne os efeitos indesejados dos níveis altos de estrógenos no corpo como a retenção de líquidos e aumento do peso, especialmente nas fases da TPM, e o desenvolvimento de ginecomastia em homens.
Notou-se que na imunidade, o b-sitosterol age aumentando a proliferação de linfócitos no corpo e a atividade das células NK (“natural killers”) que agem matando microorganismos invasores. Na parte de câncer, ele age suprimindo a carcinogênese e no HIV fortalecendo o sistema imunológico.
Frações insaponificáveis do óleo de abacate apresentaram, num estudo dinamarquês de 2005, eficientes propriedades antiinflamatórias e de estimulação da síntese de proteoglicanos nas cartilagens, tendo efeito nos sintomas da osteoartrite de joelho e quadril. A baixa produção de proteoglicanos causa redução no volume do tecido cartilaginoso, por ser incapaz de atrair água suficiente, o que gera desgaste das cartilagens por desidratação.
O abacate também possui um carotenóide chamado luteína que ajuda a proteger o organismo contra o câncer de próstata e doenças dos olhos como catarata e degeneração da mácula. Vale citar também que uma substância chamada d-perseitol presente no abacate age como diurético.
O b-sitosterol também tem demonstrado efeito normalizador do açúcar no sangue e nos níveis de insulina no diabetes tipo I e II. Ele reduz os níveis de glicose por uma ação inibitória e reguladora da enzima glucose-6-phosphatase, que age elevando os níveis de açúcar no sangue.
Em 2000, pesquisadores japoneses relataram que o abacate possui também ação hepatoprotetora ao inibir os danos ocasionados por uma toxina hepática, a galactosamina.
Resumo de indicações:
Problemas de próstata (hiperplasia)
Impotência e frigidez
Queda de cabelo de fundo hormonal (DHT)
Distúrbios hormonais femininos (TPM, menopausa)
Degeneração da mácula e catarata
Diabetes tipo I e II
Câncer e doenças imunológicas
Filtro UV (protetor solar)
Útil em dermatites e psoríases
Reduz o colesterol alto
Cicatrizante em escaras e regenerador da pele
Antioxidante e estimulante do colágeno
Antiinflamatório, fungicida e bactericida
A Laszlo possui óleo de abacate verdadeiramente extra-virgem rico em fito esteróis.

Alimentos com maior teor de sódio são divulgados pela Anvisa

Com informações da Anvisa
Sal nos alimentos industrializados
O problema é que população brasileira consome duas vezes mais sal do que o recomendado.
E grande parte desse sal vem por meio dos alimentos industrializados.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez um levantamento que mostra os "campeões" em alto teor de sódio.
Campeonato do sal
Ao todo, foram analisados 496 produtos de 26 categorias de alimentos.
Mesmo o queijo ricota, muito consumido em dietas, apresentou altas variações de sódio entre as marcas avaliadas.
Mas o campeão foi o queijo parmesão ralado, que lidera o ranking com um teor médio de 1.981 miligramas de sódio por 100 gramas do produto.
Nas colocações seguintes, aparecem o macarrão instantâneo e a mortadela. O biscoito de polvilho tem quantidade média de 1.092 miligramas do ingrediente para cada 100 gramas - veja a lista dos campeões do sódio abaixo.
Alimento Média Maior valor Menor valor Diferença
Queijo parmesão ralado 1.981 2.976 1.100 2,7
Macarrão instantâneo 1.798 2.160 1.435 1,5
Queijo parmesão 1.402 3.052 223 13,7
Mortadela 1.303 1.480 1.063 1,4
Mortadela de frango 1.232 1.520 943 1,6
Maionese 1.096 1.504 683 2,2
Biscoito de polvilho 1.092 1.398 427 3,3
Salgadinho de milho 779 1395 395 3,5
Biscoito água e sal 741 1.272 572 2,2
Biscoito cream cracker 735 1.130 437 2,6
Hamburguer bovino 701 1.120 134 8,4
Batata frita ondulada 624 832 447 1,9
Pão de queijo congelado 582 782 367 2,1
Queijo muçarela 577 1.068 309 3,5
Queijo prato 571 986 326 3
Pão de queijo 558 830 105 7,9
Queijo minas padrão 546 673 290 2,3
Queijo minas frescal 505 1.819 126 14,4
Batata palha 472 719 250 2,9
Biscoito de amido de milho 369 477 240 2
Biscoito recheado 288 650 130 5
Ricota fresca 191 432 41 10,5
Farinha láctea 106 170 20 8,5
Bebida láctea 93 115 73 1,6
Queijo petit suisse 45 62 38 1,6
Refrigerante de guaraná baixa caloria 12 17 7 2,4
Fonte: ANVISA

Consumo brasileiro de sal
O brasileiro consome, em média, 11,75 gramas de sal (cloreto de sódio) e 4,7 gramas de sódio, quando o recomendado é 5 gramas e 2 gramas, respectivamente.
O sódio representa aproximadamente 40% da composição do sal.
"A Anvisa vai dizer que tudo que está além é muito e a indústria, que tudo que está abaixo do limite, é pouco. No meio, estão os consumidores, quem nos interessa", disse o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.
O governo e representantes da indústria e dos supermercados firmaram acordo, iniciado em 2011, pela diminuição progressiva do sódio nos alimentos.
A partir de 2013, produtos com menos sódio já deverão estar disponíveis no mercado.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

TANGO PARA O CORAÇÃO

Você sabia que o Tango pode ser bom para sua saúde? Estudos feitos por cientistas argentinos da Fundação Favarolo concluiu que dançar tango pode ajudar a prevenir doenças cardíacas.
A Fundação Favarolo leva o nome do seu criador, Rene Favarolo, o médico que inventou as pontes cardiovasculares (conhecidas como by-pass), nos anos sessenta.
Hoje, a Fundação é uma referência mundial para problemas cardíacos, freqüentemente consultada sobre casos que ocorrem em todo o mundo, como no caso dos problemas sofridos pelo então presidente da Rússia, Boris Yeltsin.
“Bailar tango ou milonga (ritmo mais acelerado) representa um exercício de intensidade leve ou moderada, ideais para a prevenção de doenças cardíacas”, revelou o cardiologista Roberto Peidro, chefe do setor de Prevenção e Reabilitação Cardiovascular da Fundação Favarolo e autor do estudo.
“Mas é preciso dançar regularmente para que atue como prevenção dos males do coração”. Segundo ele, dançar 20 minutos de tango, diariamente, corresponde a caminhar por este mesmo período de tempo.
“É um exercício que se pode fazer sem sair de casa e uma opção perfeita para se combater o sedentarismo”, observou.
Para a realização da pesquisa, Roberto Peidro selecionou homens e mulheres entre 48 e 60 anos de idade. Nenhum deles bailarino profissional.
A seleção foi feita a partir do controle de consumo de oxigênio de cada um durante exercícios numa esteira elétrica. Depois, eles repetiram a prova bailando tango.
Com a comparação dos exames de eletrocardiogramas, realizados nos participantes, o médico percebeu que dançar tango gera a frequência perfeita para se evitar doenças cardíacas.
“O tango é um exercício que consome entre 50% e 60% da capacidade aeróbica”, explica. “Já outras danças mais aceleradas podem ser prejudiciais ao coração do sedentário”.
Atualmente, na Argentina, lembrou Peidro, entre 68% e 78% da população é sedentária, de acordo com a Sociedade Argentina de Cardiologia.
“Descobrimos que o tango é uma saída para evitar o sedentarismo e, conseqüentemente, outras doenças como o câncer e a osteoporosis”, informou o médico.
De acordo com Roberto Peidro, já foram realizados estudos em todo o mundo sobre os efeitos positivos de diferentes danças, como, por exemplo, o jazz. Mas esta é a primeira vez que o tango é analisado como questão cientifíca.
“E temos certeza de que ele também é útil para combater a depressão”, argumentou o tangueiro Mayoral.
“O tango é emoção. Então é óbvio que só pode fazer bem ao coração”, acrescentou.
Mayoral já bailou com Hillary Clinton e Lady Di, entre tantas outras personalidades. E ao lado da mulher Elsa María já se apresentou, várias vezes, em países como Estados Unidos e Japão.
“Imagine se todo mundo dançar tango? O mundo ficará sem problemas no coração”, animou-se o tangueiro.
E então?
Vamos dançar tango?Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de Seus Olhos

Uma erva que melhora a imunidade e funciona contra vírus e bactérias

Nesta época de tratamentos agressivos, vale a pena conhecer uma erva que pode ser muito útil para os médicos. Antes de começar, é importante salientar que qualquer prescrição deve ser acompanhada sempre por um médico. A prescrição de doses incorretas pode levar a efeitos colaterais importantes (ou até intoxicação). Portanto, se o leitor deste blog não for médico, procure um para se orientar sobre a necessidade ou não do medicamento.
A raiz da Equinácea é um desses medicamentos. O nome científico é Echinacea angulifolia (com variações), e há centenas de trabalhos científicos comprovando efeitos de melhoria do sistema imunológico, sendo que trabalhos clínicos comprovam a ação dessa erva, incluindo tratamento de suporte para resfriado, doenças respiratórias e do trato urinário. O efeito dessa erva normalmente é relacionado com a melhora do sistema imunológico (1).
Recentemente alguns trabalhos científicos lançaram mais algumas luzes sobre os efeitos dessa erva.
Pesquisadores canadenses demonstraram que a Equinácea age contra o rinovirus (vírus do resfriado), diminuindo os efeitos inflamatórios gerados pelo vírus, causados, por sua vez, pelo aumento de substâncias conhecidas como interleucinas (2).
Esses mesmos pesquisadores mostraram que a Equinácea melhora a inflamação causada por vários tipos de vírus em células humanas, inclusive do sistema respiratório: Rinovirus 1A e 14, vírus da influenza, vírus respiratorio sincicial , adenovirus tipo 3 e 11, e vírus herpes simples tipo 1. Vale observar que esses foram a totalidade dos vírus testados, portanto a Equinácea funcionou em todos os tipos de vírus testados (3).
O que essas pesquisas mostram nos remete a dois insights:
a) Há uma maneira diferente de tratar doenças, inclusive as infecciosas: Melhorando os pacientes.
b) A inflamação é nossa reação natural contra os agentes microbianos. Provavelmente a erva não diminuiu a inflamação, mas fortaleceu as células contra o ataque dos vírus.
Finalizando, a Equinácea é uma erva que nos ajuda a combater as doenças, melhorando a saúde dos doentes.
1. World Health Organization. WHO monographs on selected medicinal plants, Vol 1. World Health Organization, Geneva, 1999.
2. Sharma M, Schoop R, Hudson JB. Echinacea as an antiinflammatory agent: the influence of physiologically relevant parameters. Phytother Res. 2009 Jun;23(6):863-7.
3. Sharma M, Anderson SA, Schoop R, Hudson JB. Induction of multiple pro-inflammatory cytokines by respiratory viruses and reversal by standardized Echinacea, a potent antiviral herbal extract. Antiviral Res. 2009 Aug;83(2):165-70

domingo, 28 de outubro de 2012

Os Sentimentos e as Emoções

http://www.docelimao.com.br/site/cerebro-a-mente/o-conceito/355-os-sentimentos-e-as-emocoes
Conceição Trucom *
 É comum a idéia de que, quando a mente humana entra em ação, em primeiro lugar se formou o pensamento. Mas, numa camada mais profunda do que aquela que em que se forma o pensamento, surge o sentimento, que gera o pensamento.
 As pessoas pensam porque sentem.
 A força criativa não é acionada diretamente pelo pensamento. Toda ação criativa é decorrente de um sentimento. Portanto, os sentimentos desempenham um papel muito importante, porque acionam todos os pensamentos e ações.
 A Mente Subconsciente é a sede de todas as emoções, de todos os sentimentos. A Mente Consciente é apenas uma área mental onde são registrados os sentimentos já experimentados. Esta é a razão porque as emoções e os sentimentos gravados na Mente Subconsciente se manifestam com tanta força.
 E agora chega o momento onde é fundamental diferenciar emoções de sentimentos, pois existe muita confusão, porque na verdade, elas caminham muito perto uma da outra. Até porque, todas afloram do mesmo ponto da mente, o subconsciente; embora as emoções sejam mais reptilianas, enquanto os sentimentos são mais límbicos.
 A grande diferença está no processo evolutivo do indivíduo, ou seja, se ele aceita ser movido:
 - Pelos instintos e a irracionalidade ou,
 - Pela espiritualidade, assumindo seu livre-arbítrio e todas as suas conseqüências.
A emoção é o estado afetivo intenso, muito complexo, proveniente da REAÇÃO, ao mesmo tempo mental e orgânica, sob a influência de certas excitações internas ou externas. Na emoção existe forte influência dos instintos, das inferioridades e da não-racionalidade.
 O sentimento se distingue basicamente da emoção, por estar revestido de um número maior de elementos intelectuais e racionais. No sentimento já existe alguma elaboração no sentido do entendimento e da compreensão. No sentimento já acontece uma reflexão e aproximação do livre-arbítrio, da espiritualidade e da racionalidade ou evolução humana.
 Feita esta diferenciação, existem três tipos de sentimentos — agradáveis, desagradáveis e neutros. Quando temos um sentimento desagradável, desejamos evitá-lo. Porém, o ideal é voltar à respiração consciente, que vai oxigenar, trazer clareza e; apenas observá-lo, identificando-o em silêncio. Inspirando, tomo consciência de que há um sentimento desagradável em mim. Expirando, percebo claramente que há um sentimento desagradável em mim. Raiva, tristeza ou medo, nomeado e identificado com clareza, fica mais sincera e profunda a forma de lidar com ele.
A respiração é a forma mais poderosa à nossa disposição para nutrir e fortalecer as  condições de como lidar com os desafios emocionais e afetivos. As filosofias orientais já dominavam este conhecimento e faziam uso desta ferramenta há milênios. Bons exemplos são a yoga e os mantras.
 Através da respiração é possível entrarmos rapidamente em contato com nossos sentimentos, observá-los por uma ótica mais clara e administrá-los. Se a respiração for leve e tranqüila — resultado natural da respiração consciente — a mente e o corpo irão lentamente se tornando leves, tranqüilos e claros. E da mesma forma os sentimentos.
 Na emoção a respiração é frágil, inadequada, ineficiente: não permite
 Verdadeira  InspirAção (Ar, Oxigênio) ou ExpirAção (limpeza).
 Na cura dos sentimentos desagradáveis é fundamental cuidado, afeição e não-violência. Não acredito em transformações sem amor. Mesmo porque, através da observação consciente, os sentimentos desagradáveis podem ser muito esclarecedores, proporcionando revelações e compreensão a respeito de nós mesmos, do desafio e da nossa sociedade.
 O sentimento verdadeiro é a compreensão, é o perdão e muitas vezes gratidão.
 Em vez da ação que busca se desfazer de partes de nós mesmos, devemos aprender a arte da transformação. Podemos transformar nossa raiva, por exemplo, em algo mais salutar como a compreensão. E, desta mesma forma, é possível tratar a depressão, a ansiedade, o medo ou a desesperança.
 Alegria é um sentimento. Euforia é emoção.
 Tristeza é um sentimento. Depressão é emoção. A tristeza é inevitável em algumas situações da vida, mas ela pode ser vivenciada juntamente com a paz, porque acontece a compreensão de que tudo é passageiro e transitório, como também aprendizado.
 Medo é um sentimento. Pânico é emoção. Os medos são muitos e até servem como autoproteção, autopreservação ou alerta. Mas o medo constante, sem motivo aparente ou real, que paraliza, revela falta de lucidez e confiança. Coragem (coração + ação) é fazer com medo.
Raiva é um sentimento. Ódio é emoção. É humano expressamos o sentimento de raiva, até como um posicionamento, um discernimento. Mas este sentimento deve ser rápido, passageiro, o tempo de aprender como transformá-lo em atitudes realizadoras, oportunidades do exercício da paciência, tolerância e compreensão. Jamais deixe que a raiva se transforme em mágoa, rancor ou ódio, pois este é o caminho da autodestruição.
 Amor é um sentimento. Paixão é emoção. O Amor anima e liberta. Junto com a paixão vem de brinde o ciúmes, a dor, insegurança e a possessividade.
As emoções nos levam às ilusões, às falsas expectativas, à distorção da realidade. Desta forma, ficam comprometidos o discernimento e a capacidade de julgamento. Fica faltando a inspiração que nos enche da luz da evolução espiritual.
 Os sentimentos nos fazem superar, crescer, transbordar, expandir para a conquista da paz.
Continua em Transformando os Sentimentos
 Este texto faz parte do livro Mente e Cérebro poderosos - Conceição Trucom - Editora Pensamento-Cultrix.
Confira na AGENDA sobre nossas palestras e vivências, além dos cursos e oficinas da Alimentação Crua e Viva.
* Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para o bem-estar e qualidade de vida.

Higienismo - Aprenda a Ser Saudável

Higienismo - Aprenda a Ser Saudável
Segundo seus princípios, quem o pratica, perde peso, restabelece a saúde, e recupera a disposição e a alegria de viver.
O higienismo está baseado em 5 princípios:
1- Ingerir 70% dos alimentos crus
2- Não comer em excesso
3- Evitar alimentos que produzam toxinas
4- Combinar alimentos corretamente
5- Respeitar as etapas do processo de digestão
O consumo de alimentos in natura é importante porque eles são uma preciosa fonte de enzimas, fibras e líquidos. Para entender melhor, as enzimas são o princípio vital das moléculas das células e um elemento indispensável para que certas reações químicas aconteçam no nosso organismo. Elas estão presentes em frutas, verduras e legumes crus, já que são sensíveis a temperaturas acima de 80oC e, quando cozidas, morrem.
 As fibras - encontradas em abundância nesses alimentos - têm papel muito importante na eliminação de gorduras e toxinas porque agem como verdadeiras 'vassourinhas detergentes' no intestino. Já os líquidos ajudam a manter os 70% de água que há em nosso corpo (assim como no planeta) em perfeito equilíbrio.
Parcerias que não Funcionam
Frutas com qualquer outro tipo de alimento.
 Frutas só combinam com frutas. Seu tempo de digestão é de 30 minutos. Se for associada com outro alimento ficará muito mais tempo no estômago, fermentando e estragando tudo o que estiver junto com ela. Portanto, após comer uma fruta, espere no mínimo 1/2 hora antes de ingerir outra coisa. E não as coma como sobremesa. Em tempo: frutas secas demoram cerca de uma hora para serem digeridas, mas podem ser combinadas com as frescas na mesma refeição. E há algumas neutras, como limão e abacate, que podem ser usadas em pratos de saladas como ingrediente ou tempero.
Proteínas com carboidratos.
 O tempo de digestão das proteínas (carnes, ovos, leite e derivados, leguminosas) é de 4 horas. Dos carboidratos (batata, raízes, cereais, massas e farináceos), 3 horas. Cada um desses alimentos precisa de um suco digestivo diferente para ser digerido, e esses sucos não combinam entre si. Em outras palavras: se consumir proteína e carboidrato na mesma refeição, a reação química entre eles será neutralizada e a digestão anulada. Conclusão: depois de comer uma proteína, aguarde 4 horas antes de ingerir outro alimento. Após comer um carboidrato, espere 3 horas.
Proteínas com proteínas
 Não combine numa mesma refeição duas proteínas diferentes. Exemplos: bife à parmigiana (carne + queijo), omelete de queijo (ovos + queijo), bife a cavalo (carne + ovo). Quando ingeridas simultaneamente, o organismo não consegue processá-las direito e acabam apodrecendo no estômago.
Líquidos e sólidos
 Tomar líquidos durante a refeição dilata o estômago e atrapalha a digestão, já que dilui os sucos digestivos e diminui seu poder de atuação. Portanto, beba líquidos até 10 minutos antes ou 2 horas depois.
Respeitar as etapas do processo digestivo
Depois de escolher os alimentos corretos, é hora de aprender a comê-los de acordo com os ciclos determinados pelo higienismo. No gráfico abaixo você vai conferir que existe o momento certo para ingerir alimentos, assimilar nutrientes e eliminar resíduos...
Eliminação das 4hs ás 12 hs: Momento em que o organismo se livra dos resíduos não aproveitados. Os únicos alimentos liberados nesse horário são as frutas.
Ingestão das 12hs ás 20 hs: Período que devem ser feitas as refeições ( almoço e jantar )
Assimilação das 20 hs ás 4 hs: Durante este período não se pode comer nada, o organismo está assimilando os alimentos ingeridos durante o dia.
Fonte: Planeta Natural - Equipe de Jornalismo
 jornalismo@planetanatural.com

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Emoções que afetam a saúde


Não é fácil identificar, à primeira vista, uma vítima de somatização.
O transtorno, embora se apresente sob a forma de queixas clínicas variadas, raramente é identificado por sua natureza vinculada às emoções, portanto com forte componente psiquiátrico.
Não foi diferente com a paciente atendida por um dos profissionais ouvidos nesta reportagem, cujo caso é contado a seguir. Vera, 55 anos, viúva, dois filhos, comerciante, apresenta asma brônquica de difícil controle há 15 anos.
O problema começou dois dias após a morte do marido. Ela tem crises de palpitação, se queixa de dores pelo corpo (coluna, pernas, joelhos) que teriam começado há nove anos e também sofre de fraqueza nas pernas.
Conforme o relato clínico de Vera, ela é ansiosa desde jovem, com episódios de dor no peito, queimação nos braços e pescoço.
Tem medos (de sair de casa, de tomar metrô). Queixa-se de insônia, mas diz ter “pesadelos horríveis”.
Sofre com dores de cabeça recorrentes há anos. Antes da asma teria desenvolvido rinite de fundo alérgico.
Esse é o fichário clínico de Vera, com o relato dos males físicos. Agora, entra o âmbito das emoções e seu impacto sobre a vida cotidiana. Ela conta que, na infância, assistia o pai espancar a sua mãe.
Quando ela tinha seis anos de idade, o irmão, então com 21 anos, tentou suicidar-se, ato seguido de várias internações psiquiátricas. Ela por vezes sentia-se “nervosa” e então quebrava objetos e se mordia. Tinha receio de aglomerações
Depois de casada, fez um aborto aos 25 anos e outro aos 27 anos. Um ano depois soube que o marido “tinha um caso com uma vizinha”.
As relações sexuais passaram a ser desagradáveis, sem o menor indício de prazer. Ficou viúva aos 39 anos e avalia que seus sintomas pioraram desde então. Recebeu os diagnósticos de transtorno somatoforme e transtorno de ansiedade.
Participa do grupo de psicoterapia há dois anos e atualmente é medicada com um antidepressivo e um ansiolítico. Apresenta melhora dos sintomas somáticos, permitindo a gradual diminuição da medicação
O que é somatizar?
O conceito foi proposto inicialmente pelo médico austríaco Wilhelm Steckel em 1921, vinculado às teorias psicodinâmicas.
Somatização, atualmente, tem diversas conotações, dependendo em que contexto é usado, como explica José Atilio Bombana, psiquiatra, psicanalistaprofessor do curso de Psicossomática no Instituto Sedes Sapientiae.
“O ser humano é psicossomático por constituição, ou seja, há uma interação profunda entre fatores orgânicos e psíquicos e, portanto, em tese pode-se considerar toda doença psicossomática.”
Porém o uso corrente na literatura médica defi- ne somatização como a tendência para vivenciar distúrbios e sintomas que não encontram explicação patológica em exames clínicos e laboratoriais.
Esses sintomas são atribuídos a doenças físicas e o somatizador, vamos chamá-lo assim, procura ajuda médica para tratá-las.
É o que Steckel batizou de “fala dos órgãos”, sinais físicos com forte componente psíquico.
Na versão para o inglês, o termo alemão foi traduzido como somatization, palavra criada a partir do radical grego soma, corpo.
Somatização, segundo a psicóloga Marilda Novaes Lipp, uma das maiores autoridades brasileiras no assunto e diretora do Centro Psicológico de Controle do Stress, em São Paulo, é um termo genérico que significa a representação física de uma dor emocional.
Essa dor pode ser gerada por conflito, medo, dúvida, ciúmes, inveja, luto ou até mágoa, mas sempre com repercussões no corpo.
E transtorno somatoforme é o seu equivalente no Código Internacional de Doenças (CID 10).
Principais reclamações
Os dez problemas físicos mais relatados pelos somatizadores são: dor no peito, fadiga, tontura, dor de cabeça, inchaço, dor nas costas, falta de ar, insônia, dor abdominal e torpor.
Marilda explica que esse processo se inicia quando negamos à mente o direito de sentir e se expressar.
É quando a angústia “quebra” a resistência corpórea e aparece no órgão alvo. Órgão alvo ou órgão de choque, ela esclarece, é aquela parte de cada um que apresenta alguma vulnerabilidade, genética ou adquirida.
Assim, pessoas de famílias com histórico de hipertensão, quando estão passando por um conflito prolongado, um estresse intenso, podem vir a desenvolver problemas na área cardiovascular, enquanto indivíduos com passado familiar de câncer tendem a desenvolver um tumor sob forte pressão reprimida.
“Às vezes a vulnerabilidade não é hereditária, mas foi adquirida devido a um acidente, como no caso de uma pessoa que, anos após ter sofrido uma fratura, desenvolve dores no local quando está em situações de forte estresse”, diz Marilda, que também é professora titular da PUC-Campinas.
Por que as mulheres são as principais vítimas?
As somatizações ocorrem em ambos os sexos, mas as mulheres são mais acometidas e buscam mais frequentemente tratamento.
“Observamos somatizações em todas as idades, mas há uma predominância no Programa de Atendimento e Estudos de Somatização, da Unifesp, de mulheres de meia idade”, confirma o psiquiatra José Atilio Bombana, coordenador do programa.
Não se sabe exatamente por que as mulheres somatizam mais. As hipóteses, conforme o médico, incluem questões biológicas (como as hormonais), questões psicológicas e questões culturais.
As mulheres, diz, parecem ter mais abertura para buscar ajuda para seu sofrimento emocional e, portanto, estão mais presentes nos serviços médicos.
É possível somatizar em qualquer faixa etária, muitas crianças o fazem. Mas, como afirma Marilda Lipp, já há dados científicos mostrando que depressão, ansiedade e estresse são mais comuns nas mulheres.
Por outro lado, “nas avaliações de estresse que fazemos com grande número de pessoas dos dois gêneros, temos notado que, muitas vezes, os homens, talvez por não terem muito espaço na sociedade para chorarem e demonstrarem fragilidade, tendem a desenvolver mais sintomas físicos do que as mulheres”.

Melancia melhora o coração e controla ganho de peso


A pesquisa atribui os efeitos à citrulina, um composto encontrado na melancia, que desempenha um papel ativo na manutenção da saúde cardiovascular.
Citrulina
A inclusão de suco de melancia na alimentação normal reduz o peso, os níveis de colesterol e a placa arterial.
Em linhas gerais, a melancia melhora a saúde do coração e ajuda a controlar o ganho de peso.
A pesquisa atribui os efeitos à citrulina, um composto encontrado na melancia, que desempenha um papel ativo na manutenção da saúde cardiovascular.
O estudo foi publicado no Journal of Nutritional Biochemistry.
Benefícios da melancia
Estudos anteriores indicaram que a melancia é eficaz contra a pressão alta.
"Nós estávamos interessados na citrulina porque estudos anteriores mostraram que ela pode reduzir a pressão arterial," disse Shubin Saha, da Universidade Purdue (EUA). "Nós não constatamos redução da pressão arterial, mas as outras mudanças são promissoras."
Os pesquisadores alimentaram dois grupos de camundongos com dietas ricas em gordura saturada e colesterol.
Metade das cobaias recebeu água contendo 2% de suco de melancia, enquanto as outras receberam a mesma quantidade de água suplementada com uma solução que corresponde ao conteúdo de hidratos de carbono do suco de melancia.
Os animais que consumiram suco de melancia ganharam 30% menos peso do que o grupo de controle, e apresentou 50% menos colesterol LDL, o chamadomau colesterol.
O grupo que consumiu melancia apresentou ainda uma redução de 50% nas placas em suas artérias, bem como níveis elevados de citrulina.
Nutracêuticos
"Nós sabemos que a melancia é boa para a saúde, pois contém citrulina," disse Sibu Saha, professor da Universidade de Kentucky. "Nós não conhecemos ainda seu funcionamento em nível molecular, e este será o próximo passo [da pesquisa]."
Os cientistas estão interessados em encontrar um mercado secundário para as melancias nos nutracêuticos, que são alimentos ou ingredientes alimentares que oferecem benefícios para a saúde além dos seus efeitos nutricionais.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Legumes ajudam diabéticos a controlar glicose no sangue




Estudo mostra que, aliado a uma alimentação com baixa carga glicêmica, esses alimentos também reduzem a pressão arterial e diminuem o risco de doença coronariana
A dieta de baixa carga glicêmica - baseada em alimentos que aumentam rapidamente os níveis de açúcar no sangue, como carboidratos processados, batatas e pão branco - é frequentemente recomendada a pacientes que sofrem de diabetes tipo 2 como forma de ajudá-los a controlar a taxa de glicose no sangue. Um novo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, mostrou que aumentar o consumo de legumes pode promover um benefício ainda maior em relação ao controle do açúcar no sangue e também na redução do risco de doença coronariana.
Essas conclusões, publicadas nesta terça-feira na revista Archieves of Internal Medicine, basearam-se nos dados de 121 pacientes com diabetes tipo 2. Parte deles seguiu uma alimentação com baixa carga glicêmica e com um alto consumo de legumes — os participantes foram orientados a ingerir ao menos 190 gramas, ou uma xícara de chá, desses alimentos ao dia. O restante dos pacientes também seguiu uma dieta com baixa carga glicêmica, mas eles foram incentivados a aumentar a ingestão diária de fibras por meio de ingredientes integrais.
Durante três meses, a equipe de pesquisadores observou que, em comparação com o grupo dos alimentos ricos em fibra, os pacientes que ingeriram mais legumes apresentaram um melhor controle da glicose no sangue e uma maior redução da pressão arterial, embora todos os participantes tenham demonstrado uma melhora nesses quadros.
“Em conclusão, a dieta com baixa carga glicêmica aliada a um maior consumo de legumes é melhor para reduzir fatores de risco que podem levar a uma doença coronariana”, escreveram os autores no artigo. Para os pesquisadores, esses resultados podem incentivar autoridades de saúde a promover campanhas que mostrem os benefícios do consumo de legumes.

MAGNETOTERAPIA


*Por Dr. Luciano Stancka e Silva
 Cerca de 75% das pessoas são sensíveis a estas variações de energia, o que resulta no grande número de pessoas com algum tipo de afecção. A energia magnética surge como uma forma de termos de volta, o equilíbrio perdido de uma maneira rápida, eficiente e segura.
Bio Magnetismo
   O homem é formado por um sistema eletroquímico que produz alterações elétricas em suas células, produzindo, em consequência o eletromagnetismo. Nosso planeta é um gigantesco imã com pólos magnéticos fortes o suficiente para, em qualquer ponto do planeta, uma bússola "sentir" esse magnetismo e apontar para o norte. As alterações produzem mudanças bioquímicas e bioelétricas em nosso organismo, gerando desequilíbrios que, a terapia com magnetos pode ajudar a reequilibrar.
   O magnetismo pode ser benéfico para seres humanos, animais e plantas. Países como a Índia, Japão, Austrália, Rússia, China, França usam intensamente a magnetoterapia como forma auxiliar no tratamento de todas as doenças.
Generalidades
  Pesquisas feitas pela NASA mostram que determinados metais usados em mísseis e naves espaciais, que são submetidos ao magnetismo, se tornam extremamente resistentes ao calor. Água magnetizada usada para a mistura com cimento, faz com que o concreto se torne 15% mais duro que o feito com água normal. Plantas regadas com água magnetizada crescem mais rapidamente, dão mais frutos e raramente são acometidas de doenças ou pragas.Essa água diminui os depósitos de cálcio, cal, óxido, ferro de caldeiras, caixas d água, radiadores.
 Por causa dessas experiências, os russos no Hospital Militar de Leningrado começaram a dar água magnetizada aos pacientes que tinham pedras renais e vesiculares, e observaram que no período de 3 a 4 meses, as mesmas dissolviam-se.
Terapias e Tratamentos
 A terapia magnética pode ser feita de três maneiras diferentes: Aplicações unipolares, Aplicaçoes bipolares e Agua magnetizada.
1-APLICAÇOES UNIPOLARES - são as aplicações onde se usam um polo de cada vez, ou o polo NORTE ou o polo SUL. Polo Norte é usado para DORES, INFECÇÕES, SEDAÇÃO, VASOCONSTRIÇÃO. Funciona como bolsa de água fria.Traumas recentes, dores de cabeça, enxaquecas, doenças dos olhos:conjuntivite, miopia, glaucoma, catarata; doenças dos ouvidos:otites, dores reumatismos, artroses, bursite, dor nos joelhos, lombalgias, hematomas, contusões, entorses, úlceras ou ferimentos infectados. Acne, furúnculos, sinovites, tumores, má digestão, úlceras varicosas; doenças da próstata, cistos sinoviais do punho.
 Para essas doenças aplique o lado NORTE diretamente sobre a pele, várias vezes ao dia, pelo tempo de 15 a 20 minutos. Polo Sul - é usado para REGENERAÇÃO DOS TECIDOS, TONIFICAÇAO, CICATRIZAÇAO OU VASODILATAÇAO. Funciona como bolsa de água quente. É indicado em todos os casos acima indicados, para o polo Norte, APÓS cessar a fase aguda, isto é, quando melhorar as dores e a inflamação. Cicatrização das úlceras,ferimentos ou incisões cirúrgicas. NÃO usar o SUL para CÂNCER E INFECÇÕES.
 Em caso de dúvida, coloque primeiro o NORTE e observe os resultados durante um período de até 12 horas. Caso ocorrer piora ou então não houver reações, aplique o outro polo. 2-APLICAÇÕES BIPOLARES- são usados simultaneamente os dois pólos, para: afecções de grandes áreas do corpo, distúrbios metabólicos, equilíbrio bio-energético, emagrecimento, prevenção de doenças. Durante a sessão, a pessoa deve sentar-se com o lado direito do corpo para a direção Norte, ou se estiver deitada, com a cabeça para o Norte.
   A sessão pode durar de 5 a 30 minutos, de acordo com a sensibilidade individual, e a gravidade da doença. Convém iniciar com 5 minutos e aumentar diariamente mais cinco minutos, até atingir o total de 30 minutos. Coloque a palma da MÃO DIREITA sobre o POLO NORTE e a MÃO ESQUERDA sobre o POLO SUL para tratar afeccções da metade superior do corpo. Para afecções da metade inferior do corpo, use: PÉ DIREITO sobre o POLO NORTE e o PÉ ESQUERDO sobre o POLO SUL.
Água Magnetizada 
   É indicada para: manter o bio-equilíbrio geral, desintoxicações, tratamento de grandes áreas do corpo afetadas. Uso em planta e animais - preparo: Coloque uma garrafa de água sobre o POLO NORTE de uma de suas placas magnéticas, e uma outra garrafa sobre o POLO SUL, deixando as garrafas em cima das placas continuamente, para mantê-las magnetizadas. Após 30 minutos já estarão prontas para uso.
 Coloque meio copo de cada garrafa para fazer a junção do NORTE e SUL, bebendo-a em seguida. Faça isso pela manhã em jejum e ao deitar-se.
Conclusão
 O tratamento magnetoterapico, não dispensa o acompanhamento médico,mas ajuda nos tratamentos convencionais a abreviar as doenças e trazer o equilíbrio mais rapidamente. Nunca substitua a orientação médica quando tiver alguma dúvida. Países desenvolvidos já a usam e atestam seus excelentes resultados. Ao tratar-se usando essas terapias nunca espere resultados imediatos, pois elas respeitam o seu organismo, e doenças que demoraram semanas ou meses para se instalarem não vão melhorar de um dia para o outro.
Tenha sempre fé e persistência que alcançará seus objetivos.
Dr. Luciano Stancka e Silva, Médico

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Suplementos Nutricionais e Produtos Naturais

*  Dr. Marcio Bontempo
A Clorela é uma alga microscópica muito rica tambem em Clorofila que tambem desempenha propriedades desintoxicantes e remineralizantes alem de ser muito nutritiva, pois contém oito aminoácidos essenciais e todos os não essenciais, o que a torna o ser vivo mais completo em termos de aminoácidos, apresentando apenas uma pequena redução na quantidade de metionina.
Quanto às vitaminas, a clorela contém grande quantidade de beta-caroteno, vitamina C, vitamina E, vitamina K, vitaminas B1, B2, B6, B12, niacina, ácido pantotênico, ácido fólico, biotina, colina, inositol, ácido para-aminobenzóico (PABA), e outras em menor quantidade.
Entre as vitaminas, a B12 é a mais complexa e a mais difícil de ser obtida através dos alimentos. As fontes tidas como mais ricas em vitamina B12 são o fígado e o músculo dos animais, existindo em quantidades menores no leite e nos seus derivados. No entanto, descobriu-se que a clorela contém mais vitamina B12 do que o fígado. Uma colher de sopa de clorela pura granulada apresenta 333% das quantidades diárias exigidas pelo organismo adulto, ou seja, de 3 vezes mais as necessidades recomendadas oficialmente (RDA).
A clorela representa um importante suplemento para vegetarianos. Sabe-se que grupos que consomem apenas alimentos do reino vegetal, inclusive evitando os ovos e os laticínios, apresentam graus relativos de deficiência em B12. Não apenas isso, mas a vitamina B12 trabalha ligada ao ácido fólico numa série de outras funções orgânicas importantes, responsáveis pela sensação de bem-estar. Verifica-se com frequência a existência de anemia perniciosa nesses grupamentos dietéticos. O Dr. Anthony Helmen e seus colegas da Universidade de Sydney, Austrália, estudaram 60 homens e 60 mulheres que se tornaram vegetarianos puros: 5% dos homens e 27% das mulheres apresentaram deficiência em ferro e baixos níveis sanguíneos de vitamina B12.
Na sua composição mineral a Clorela é também um dos organismos mais completos e ricos, apresentando quantidades consideráveis de cálcio, magnésio, zinco, cobre, manganês, ferro, enxofre, iodo, fósforo, potássio, cobalto, selênio e outros. Na sua composição, ela apresenta também enzimas, ácidos graxos poliinsaturados e uma boa carga do impostante ácido lipóico, fundamental para o crescimento de microorganismos benéficos.        
Foi verificado que a Clorela é um poderoso desintoxicante para metais pesados. Em 1973, um médico japonês, o Dr. S. Ichimura, apresentou no congresso da Sociedade Farmacêutica do Japão uma experiência com animais de laboratório envenenados com cádmio aos quais foram misturadas 8g diárias de clorela; a excreção desse produto aumentava cerca de três vezes mais nas fezes e sete vezes mais na urina, comprovando o efeito desintoxicante da clorela para metais pesados tóxicos. Em 1979, outros cientistas (Horikoshi, Nakajima e Sakagushi) demonstraram a capacidade da clorela de eliminar urânio, chumbo, mercúrio, cobre, cádmio e outros metais de culturas de leveduras. Muitos outros estudos mostrando essa capacidade da clorela foram realizados até hoje.".
  Suplementos Nutricionais e Produtos Naturais - O Guia Completo e Definitivo - Editora Best Seller", do Dr. Marcio Bontempo      

O atendimento em Medicina Tradicional Chinesa

Muita gente que busca uma sessão de acupuntura se surpreende ao descobrir que a acupuntura faz parte do antigo sistema médico chinês e por isso ela é apenas uma das várias ferramentas utilizadas na manutenção da saúde e combate a doenças e desequilíbrios pela Medicina Tradicional Chinesa.
Antes de tudo, é importante lembrar que a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) é fruto da tradição taoísta, vigente há mais de 4000 anos na região da China. A princípio não existe uma data ou mesmo algum livro que tenha dado início ao Taoísmo, seus fundamentos foram elaborados ao longo de muitos e muitos anos a partir da observação da natureza. Essas observações, que eram ‘anotadas’ foram passadas de pai para filho formando uma tradição ancestral que compreendeu desde técnicas de estratégia como em A Arte da Guerra, de Sun Tzu até o estudo do Feng Shuei e da Astrologia Chinesa.
Dentre esses conhecimentos filosóficos nasceram as artes corporais como o Chi Kung e o Tai Ji Juan e a medicina tradicional chinesa. Em todas as artes taoístas se tem por base o pensamento de yin e yang e a busca pelo equilíbrio. E foi justamente essa busca pela harmonia em todos os setores da vida que fez com que os chineses estudassem condições para se obter saúde e longevidade. Ao analisar a natureza, os chineses perceberam o quanto era importante respeitar o tempo, as condições climáticas e o próprio corpo para se manter a saúde.
O Taoísmo tem por base o estudo do I Ching, que em sua tradução traz a idéia da mutação, da transformação das grandes forças, do yin e do yang, do tempo e do espaço que formam o todo que constitui o universo.
Assim, a MTC compreende as técnicas da massagem, denominada Tui Na, a acupuntura(tratamento, aplicação e estimulação de pontos específicos com agulhas ultrafinas), a fitoterapia(tratamento com ervas comumente chinesas), a dietoterapia (tratamento e orientação para alimentação). É possível também que o terapeuta se utilize de outros recursos como amoxabustão (bastão de Artemísia), a ventosa, a aurículoterapia (aplicação de sementes ou cristais em pontos específicos da orelha), todos estes são recursos de tratamento em MTC.
A primeira consulta pode levar até 2 horas. De início será feito um interrogatório sobre os sinais, os sintomas e as queixas atuais. Para tanto, serão avaliados o pulso, a língua, determinados pontos de acupuntura, a compleição, os hábitos de vida e a alimentação do cliente. O diagnóstico é montado a partir destas informações. Gosto de passar para o cliente quais os recursos da MTC podem ser utilizados para que ele seja tratado de forma completa. Podem ser indicados a fitoterapia, massagem tui na, reflexologia entre outros. Para cada caso, um tratamento.
Dessa forma, como o olhar da MTC é integrativo e holístico raramente o tratamento se limita a acupuntura, tão conhecida no ocidente. O prognóstico é estudado e respondido nas primeiras sessões. Tudo para que o cliente possa entender com clareza as razões de suas dores e queixas, sejam elas de ordem física ou emocional. Assim o cliente pode se programar para avaliar sua disposição ao tratamento. Caso seja necessário a intervenção de outros profissionais e tratamentos complementares, o cliente também é orientado.
Andrea Maciel Arantes é terapeuta especialista em Medicina Tradicional Chinesa e Cuidados Integrativos

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Procura por procedimentos médicos naturais cresce entre a população


Boas notícias para quem é adepto a medicação alternativa: este ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) irá ampliar sua oferta de medicamentos fitoterápicos. Mais preocupados com a manutenção da saúde do corpo de uma maneira natural, os cidadãos aumentaram a procura por remédios extraídos de plantas medicinais e mostram a preferência por procedimentos médicos menos agressivos.
É o que atestam os dados do Ministério da Saúde. Os recentes números apresentados pelo ministério revelam o aumento de procedimentos de medicina não convencional, como acupuntura, homeopatia, plantas medicinais e fitoterapia, no Sistema Único de Saúde (SUS). De 2007 para 2008, as consultas de acupuntura, por exemplo, cresceram 122,7%, passando de 97.240 sessões para 216.616.
No caso das práticas corporais, que incluem tai chi chuan e lian gong, o crescimento foi de 358% nos últimos três anos, de acordo com o ministério.
Estimulo dos profissionais
A coordenadora da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), Carmen De Simoni, aponta três fatores para a expansão da medicina não convencional dentro da rede pública de saúde: a criação da política, em 2006, que incluiu procedimentos antes não existentes no SUS ou ainda pouco utilizados, a divulgação das práticas visando acabar com o estigma em relação à medicina não convencional e o incentivo aos profissionais para a adoção desses procedimentos.
A ampliação de medicamentos alternativos também contribuiu com o aumento do uso de medicina alternativa / Foto: Daniel Vizeu
“Houve estímulo aos profissionais que já estavam no SUS, que são homeopatas e acupunturistas, a colocarem à disposição do sistema esse conhecimento”, disse a coordenadora à Agência Brasil.
Além disso, o governo federal aplicou recursos maciços na ampliação da medicina alternativa. Na homeopatia, o investimento saiu de R$ 611,3 mil, em 2000, para R$ 2,9 milhões, em 2008, incremento de cerca 383%. Em acupuntura, o desembolso teve aumento de aproximadamente 1.420% nesse mesmo período, de R$ 278 mil para R$ 3,9 milhões.
Para o presidente da Associação Brasileira de Acupuntura, que oferece cursos na área, Evaldo Martins, o baixo custo da técnica milenar chinesa, que usa agulhas, e a rápida recuperação do paciente contribuíram para a expansão da prática no SUS. O atendimento é feito, na maior parte dos casos, em postos de saúde e nos Núcleos de Saúde da Família por médicos especializados ou acupunturistas.
Plantas para dores
Plantas como aroeira e espinheira santa estão entre os compostos dos medicamentos a serem distribuídos gratuitamente.
Também neste ano, o SUS irá ampliar sua oferta de medicamentos fitoterápicos, extraídos de plantas medicinais. Com um total de oito medicamentos desse tipo, a rede pública disponibilizará remédios produzidos a partir da alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato. Eles são indicados para tratamento, respectivamente, de dores abdominais relativas ao fígado, problemas ginecológicos, prisão de ventre, dores lombares e artrose, alívio de sintomas e artrite reumatóide.
Há quatro anos, a população já encontra na rede pública de saúde remédios à base de espinheira santa – para gastrites e úlceras – e guaco – para tosse e gripes.
A distribuição do fitoterápico não é obrigatória, mas 13 estados já aderiram ao Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, de acordo com o Ministério da Saúde. Para ter o medicamento, o estado ou município deve solicitar o recurso ao ministério.
O cidadão tem acesso gratuito ao fitoterápico nos postos de saúde, desde que apresente receita médica.

Contaminação de alimentos: o perigo mora em casa


* Maria Cecília Brito
Dados epidemiológicos do Ministério da Saúde apontam que 45% das contaminações por doenças transmitidas por alimentos ocorrem dentro das casas dos brasileiros. Esse tipo de doença, responsável por cerca de 670 surtos com 13 mil doentes todo ano, está associada principalmente ao manuseio incorreto e à conservação inadequada de alimentos.

Para evitar que os alimentos sejam contaminados por microrganismos nocivos a saúde dos seres humanos, é preciso que a população tome alguns cuidados que vão desde a compra até o preparo desses alimentos. É o que a Organização Mundial da Saúde (OMS) define como as cinco chaves para uma alimentação segura.
Nesse sentido, um aspecto que não pode ser esquecido é o da limpeza. É preciso lavar as mãos antes de iniciar a preparação dos alimentos e, freqüentemente, durante todo o processo. Os equipamentos, superfícies e utensílios, como facas ou tábuas de corte, também devem estar limpos.
Insetos, pragas e outros animais precisam estar longe do local onde a comida será preparada. Além disso, as bancadas de cozinhas e as tábuas de corte não podem ter rachaduras, trincas e outros defeitos que favoreçam o acúmulo de líquido e sujeiras.
Outra recomendação da OMS é separar os alimentos crus dos cozidos para evitar a contaminação cruzada. Isso porque, alimentos crus, especialmente carnes, peixes e seus derivados, podem conter micróbios perigosos que podem ser transferidos para outros alimentos, durante sua preparação ou armazenamento.
A temperatura também é fundamental para evitar a contaminação. Um cozimento adequado, a uma temperatura acima de 70ºC, consegue matar quase todos os micróbios presentes nos alimentos. Para ter certeza do cozimento completo, principalmente em carnes bovinas e de frangos, deve ser verificada a mudança da cor e textura na parte interna do alimento.
É preciso lembrar que em condições ideais, uma única bactéria pode se multiplicar em 130 mil em apenas seis horas. Uma temperatura abaixo dos 5ºC ou acima dos 60ºC retarda essa multiplicação. Por isso, alimentos cozidos não podem ficar por mais de duas horas à temperatura ambiente, os alimentos perecíveis devem ser refrigerados e os cozidos permanecer quentes até o momento de serem servidos
Por fim, o cidadão deve conhecer a procedência do alimento que consome. Nesse quesito, é fundamental verificar se o supermercado ou estabelecimento comercial apresenta condições adequadas de conservação dos alimentos oferecidos, inclusive com presença de termômetro, em refrigeradores e congeladores, para controle da temperatura.
Critérios como proximidade de casa e preço dos produtos não são suficientes na hora da compra de alimentos. Para garantir uma alimentação mais segura, o consumidor brasileiro precisa agregar, ao seu dia- a- dia, conceitos como limpeza e organização dos ambientes, nos quais compra sua comida. 

* Maria Cecília Brito é diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária desde 2005. Farmacêutica e bioquímica pela Universidade Federal de Goiás, foi chefe do Laboratório Regional de Análises Clínicas em Ceres (GO) e superintendente de Vigilância Sanitária e Ambiental da Secretaria de Estado de Goiás.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Saúde Espiritual


“Podemos controlar as nossas vidas, controlando as nossas percepções.”
Bruce H Lipton, PhD.
O interesse pelas questões espirituais, ou seja, por tudo aquilo que não pertençe ao mundo físico tem vindo a acompanhar a humanidade desde os primórdios da criação. A ciência já evoluiu muito desde essa altura, principalmente desde Einstein que provou que tudo é energia e que a energia e a massa são grandezas inter-relacionais. A ciência contemporânea, nomeadamente a ciência quantica está a ser responsável por estreitar a ligação da ciência com o paradigma espiritual. Na verdade, é hoje cada vez mais forte a ligação que os cientistas estão a encontrar entre a ciência e a dita espiritualidade, De tal forma que são hoje objeto de experiências laboratoriais, nomeadamente relativamente ao entanglamento quântico de particulas. que permite descobrir o comportamento de uma particula apenas pelo comportamento de outra, sem limites de espaço ou interferências externas conhecidas.
Deste modo, as ultimas descobertas cientificas no ramo da ciência quântica vêm comprovar esta mesma teoria de que o mundo espiritual ser’tão real como o fisico.
Mas porque é que isto é importante?
É importante porque vem-se assim provar que energia, nas suas diversas formas, tem de facto influencia sobre a matéria, logo abre a discussão para as técnicas milenares usadas pelos nossos antepassados, e do poder que têm tanto como tratamento, quer como cura de diversas patologias.
A comunidade cientifica reconhece a existência de benefícios na saúde através de vários métodos de cariz espiritual como a prática de Yoga, Meditação, técnicas de respiração, Tai chi, curas por Energia, etc…
Esta ressurgida filosofia terapêutica humana é, na sua génese, re-aproveitada de conhecidas práticas milenares da antiguidade tais como o Budismo, técnicas de Meditação, Reyki, ou de culturas antigas como os Maias, os Astecas, etc…
Muitas vezes chamada, e considerada, de cultura “new-age”, este renovado paradigma espiritual tem tido um protagonismo crescente e cada vez mais abrangente na sociedade humana, talvez por se verificam condições propicias ao seu desenvolvimento, como a existência de uma cultura globalizada com necessidades acrescidas de aumento de qualidade de vida, saúde e bem estar natural da população.
A ciência, há muito que confirma muitos dos aspectos das ideologias metafisicas. A noção de Energia, por exemplo, reconhece a existência de campos energéticos presentes no nosso corpo. Estes campos energéticos podem ser calculados e quantificados, de modo muito similar à medição do campo eléctrico existente em qualquer corrente eléctrica, tal como a que alimenta a electricidade da sua própria casa.
O campo energético espiritual pode ser objecto de estudos cientificos, sendo hoje vários os métodos conhecidos deste tipo de tratamento. A energia pode ser transmitida, sentida, e usada como um método natural no restabelecimento do equilíbrio energético do nosso corpo, necessário á cura local ou global de certas patologias.
A dimensão espiritual é hoje uma ciência exacta, e vem já sido provada desde Einstein na sua famosa formula E=mc2. De uma maneira muito simplista, esta equação significa que Energia é igual a Massa, ou seja, a Energia tem o poder de criar/transformar a Massa. Foi assim, aliás, que se descobriu a bomba atómica.
Muitas outra teorias vêm reforçar e confirmar o carácter cientifico de técnicas milenares espirituais. A Teoria do entrelaçamento (Enthanglement Theory) é disso bem exemplo. A comunidade cientifica chegou á conclusão que determinadas partículas entrelaçadas têm um comportamento previsível, o que significa que no estudo do comportamento das particulas basta olhar para o comportamento de uma, para saber o comportamento da outra, independentemente de distancias ou obstáculos.
Esta teoria, quantificável em laboratório, permite-nos obter a percepção que existem forças energéticas quantificáveis em particulas distintas, que operam no mesmo plano, que são relacionáveis, mesmo a grandes distancias.
Isto significa que existe algum tipo de uma “ligação” espiritual, algo a que Einstein classificava de “acção fantasmagórica à distância”.
A crescente aceitação da espiritualidade por parte da comunidade cientifica é justificada pela capacidade que estas técnicas milenares têm ao sobreviver ao longo efeito do tempo, e com resultados positivos.
O estudo da Aura, Chakras, Tai Chi, Reiki, programação ou re-programação do subconsciente, curas por energia, Meditação, Meditação transcendental, e muitos outros, alargam o leque de opções naturais de cura e tratamento de problemas de saúde.
Estudos cientificos mais recentes chegaram ainda à conclusão que o efeito placebo pode ser nada mais do que um sintoma esporádico e que pode por si só influenciar o sucesso ou falha de um determinado tratamento.
O efeito placebo é utilizado para determinar que o verdadeiro tratamento está mesmo a fazer efeito, e não é uma influencia da energia sobre a matéria que faz o paciente curar-se por métodos não fisicos. Desta maneira, com o grupo placebo, existe um grupo de referência que exclui a possibilidade de um teste resultar só pelo facto de o paciente saber que está a ser submetido a tratamento. Na verdade, alguns cientistas chegaram a conclusão que cerca de 50% dos pacientes se sentem melhor, só por irem visitar o médico, ou momentos antes de serem submetidos a tratamento.
O efeito placebo é mais comum do que se julga, e é verificado consistentemente pela comunidade médica. É bestante comum num estudo cientifico que grande parte de pacientes do grupo placebo experimentem os mesmos sintomas e melhorias daqueles submetidos ao tratamento efectivo.
O poder da energia, neste caso asssociado ao pensamento (que é uma forma de energia), e os casos de sucesso especificos em determinados tratamentos constituem um óptimo exemplo do poder da mente sobre a matéria.
A ciência de acreditar (Science of belief), ou a biologia da crença baseia-se no principio que o acto de acreditar, é na verdade, um potenciador para alterações do mundo fisico, nomeadamente no campo da saúde.
Um dos seus maiores defensores, o Doutorado em medicina celular Dr Bruce H Lipton explica no seu ultimo livro “A Biologia de Acreditar” (The Biology of Belief) que a ciencia de acreditar é uma ciencia livre de influencias dogmáticas. O livro proporciona uma leitura bastante acessivel, onde um leigo em biologia consegue perceber os conceitos apresentados, onde se incluem o estudo da Épigenética, e as ligações da biologia com a espiritualidade.
Sem dúvida, uma óptima opção de leitura.