terça-feira, 16 de outubro de 2012

FLORAIS DE BACH E AROMATERAPIA

Você pode estar se perguntando: afinal, o que essas terapias têm em comum? Simples: elas aproveitam as essências retiradas das plantas e flores para equilibrar o organismo e promover o bem-estar físico e mental. São formas de tratamento sutis, mas que costumam dar ótimos resultados.
Florais de Bach
– O que é? Trata-se de um sistema com 38 essências líquidas elaboradas a partir de flores e plantas. Foi desenvolvido pelo médico inglês Edward Bach, na década de 1930, para atuar no equilíbrio emocional.
 – Como funciona? “Há uma essência floral específica para tratar cada estado de ânimo específico. Os florais agem da seguinte forma: estimulam o desenvolvimento dos aspectos emocionais positivos, para que estes se tornem tão evidentes que os negativos acabem por perder força naturalmente. Desse modo, encontramos harmonia com o nosso íntimo”, explica Magda Santucci, especialista em Terapia Floral.
 – Quais os benefícios? Os florais proporcionam benefícios tanto à saúde mental quanto à física. Como o desequilíbrio emocional se reflete no organismo, muitos desconfortos e doenças podem ser decorrentes da maneira como a pessoa se relaciona com tudo à sua volta. Por meio dos florais corretos, o equilíbrio é restabelecido e os sintomas físicos são amenizados ou mesmo curados. Até os animais podem se beneficiar com os florais: “As essências agem nos animais da mesma forma como nos humanos, desenvolvendo aspectos positivos – coragem, autoconfiança e força interior”, explica Magda.
 Vale lembrar que os florais não combatem a tensão menstrual, o desânimo, a depressão ou qualquer outro sintoma. Segundo a terapeuta, “Eles tratam a pessoa para que ela desenvolva os aspectos positivos indispensáveis para se equilibrar”. Cada um deve desenvolver algo específico; por isso, é fundamental ter orientação terapêutica. Basta pingar de três a cinco gotas embaixo da língua, quatro vezes ao dia, para se sentir melhor. Mas atenção: apesar de os florais não serem considerados remédios, para tomá-los, você deve consultar um terapeuta especializado. “Após conversar com o cliente, o profissional indicará a combinação que atenderá às necessidades daquela pessoa”, orienta Magda.
 Aromaterapia
 – O que é? A aromaterapia é uma ciência que se baseia no uso de aromas nos mais diversos tratamentos, mas sempre com o objetivo de alcançar o bem-estar físico e mental. “Não se esqueça de que, para obter bons resultados, você deve usar óleos essenciais e óleos vegetais puros. Suas propriedades e eficácias não ficam restritas apenas a um cheiro agradável, capaz de provocar boas sensações, mas, sim, a um grande poder terapêutico extraído da natureza”, alerta a aromaterapeuta Sâmia Maluf.
 – Como funciona? “Os aromas são provenientes dos óleos essenciais – substâncias aromáticas naturais extraídas de flores, folhas, sementes, cascas e raízes. Inalados, aplicados no corpo por meio de massagens, compressas ou num delicioso escalda-pés, eles restauram as energias curativas e proporcionam o equilíbrio entre corpo e mente. O ideal é que a aromaterapia complemente outras terapias, tanto as convencionais quanto as alternativas, para buscar a cura”, explica Sâmia.
 – Quais os benefícios? “Por meio da aromaterapia, você pode tratar problemas comuns de uma maneira totalmente natural. O óleo essencial de gerânio, por exemplo, é excelente para mulheres no climatério ou na menopausa por ser considerado um fito-hormônio. Traz bastante alívio para os incômodos comuns desse período.
 Já a depressão, insônia, tensão e cansaço podem ser vencidos com a ajuda de um poderoso óleo essencial: a lavanda. Uma gota do óleo no travesseiro pode ajudar a relaxar, assim como colocá-lo em aromatizadores ou borrifar, sob forma de spray, nos ambientes. A lavanda é excelente para a pele e pode ser utilizada para desinfetar cortes e arranhões. O óleo essencial de ylang-ylang, considerado um poderoso afrodisíaco, é também muito eficiente nos casos de ansiedade, tensão nervosa e depressão. Para combater dores musculares, o hortelã-pimenta, gengibre e eucalipto, diluídos em óleo vegetal de andiroba ou copaíba – poderosos anti-inflamatórios –, trazem bastante alívio. “Além disso, essa é uma dica imperdível para quem sofre de fibromialgia, artrite, artrose, tendinite, joanetes e lesões por esforço repetitivo”, conclui a aromaterapeuta.

Estudos comprovam que os antioxidantes diminuem a progressão da doença degenerativa dos olhos

http://www.pacientesonline.com.br/sua-saude/pesquisa-em-saude/item/9892-luteina-o-antioxidante-que-ajuda-a-saude-ocular
Com a chegada da maturidade, a saúde dos olhos requer cada vez mais cuidados. Estudos comprovam que o consumo de antioxidantes tem se mostrado um importante aliado na prevenção e no controle de doenças relacionadas à saúde ocular, como é o caso da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).
O problema gera dificuldades na realização das atividades cotidianas como ler, assistir televisão, cozinhar e usar o telefone.“Com o passar dos anos, a retina vai perdendo a capacidade de se livrar de substâncias que se formam durante o processo visual, o que ocasiona a destruição progressiva das células presentes na mácula (área da retina responsável pela visão central, de detalhes).
Na fase mais avançada da DMRI, o enfraquecimento da retina leva ao crescimento de vasos sanguíneos que sangram e acabam deteriorando ainda mais a visão”, explica o oftalmologista Francisco Max Damico, da Faculdade de Medicina da USP.
Em muitos países desenvolvidos, a DMRI chega a ser a principal causa de cegueira relacionada ao envelhecimento. A fase inicial da DMRI, conhecida como forma seca, não provoca sintomas. Já na avançada, chamada de forma úmida, os pacientes notam uma mancha no centro dos olhos com perda da visão central e de detalhes.
Para retardar a progressão da doença, o oftalmologista sugere o consumo dos antioxidantes: luteína, zinco e zeaxantina presentes em frutas e vegetais como couve, nabo, espinafre, alcachofra, gema de ovo, ameixa, morango, maçã, blueberry (mirtilo), cereja, morango, uva roxa, cenoura e abóbora. Alimentos como feijão, amêndoas e nozes também contêm antioxidantes, embora em menor quantidade.
“Os antioxidantes ajudam a cuidar da saúde ocular e a prevenir doenças degenerativas, mas as quantidades necessárias para esta atuação geralmente são maiores do que as ingeridas com a alimentação diária. Atualmente existem suplementos com complexos de vitaminas, minerais e antioxidantes, que colaboram no tratamento da forma inicial da DMRI”, diz Damico.