segunda-feira, 29 de outubro de 2012

TANGO PARA O CORAÇÃO

Você sabia que o Tango pode ser bom para sua saúde? Estudos feitos por cientistas argentinos da Fundação Favarolo concluiu que dançar tango pode ajudar a prevenir doenças cardíacas.
A Fundação Favarolo leva o nome do seu criador, Rene Favarolo, o médico que inventou as pontes cardiovasculares (conhecidas como by-pass), nos anos sessenta.
Hoje, a Fundação é uma referência mundial para problemas cardíacos, freqüentemente consultada sobre casos que ocorrem em todo o mundo, como no caso dos problemas sofridos pelo então presidente da Rússia, Boris Yeltsin.
“Bailar tango ou milonga (ritmo mais acelerado) representa um exercício de intensidade leve ou moderada, ideais para a prevenção de doenças cardíacas”, revelou o cardiologista Roberto Peidro, chefe do setor de Prevenção e Reabilitação Cardiovascular da Fundação Favarolo e autor do estudo.
“Mas é preciso dançar regularmente para que atue como prevenção dos males do coração”. Segundo ele, dançar 20 minutos de tango, diariamente, corresponde a caminhar por este mesmo período de tempo.
“É um exercício que se pode fazer sem sair de casa e uma opção perfeita para se combater o sedentarismo”, observou.
Para a realização da pesquisa, Roberto Peidro selecionou homens e mulheres entre 48 e 60 anos de idade. Nenhum deles bailarino profissional.
A seleção foi feita a partir do controle de consumo de oxigênio de cada um durante exercícios numa esteira elétrica. Depois, eles repetiram a prova bailando tango.
Com a comparação dos exames de eletrocardiogramas, realizados nos participantes, o médico percebeu que dançar tango gera a frequência perfeita para se evitar doenças cardíacas.
“O tango é um exercício que consome entre 50% e 60% da capacidade aeróbica”, explica. “Já outras danças mais aceleradas podem ser prejudiciais ao coração do sedentário”.
Atualmente, na Argentina, lembrou Peidro, entre 68% e 78% da população é sedentária, de acordo com a Sociedade Argentina de Cardiologia.
“Descobrimos que o tango é uma saída para evitar o sedentarismo e, conseqüentemente, outras doenças como o câncer e a osteoporosis”, informou o médico.
De acordo com Roberto Peidro, já foram realizados estudos em todo o mundo sobre os efeitos positivos de diferentes danças, como, por exemplo, o jazz. Mas esta é a primeira vez que o tango é analisado como questão cientifíca.
“E temos certeza de que ele também é útil para combater a depressão”, argumentou o tangueiro Mayoral.
“O tango é emoção. Então é óbvio que só pode fazer bem ao coração”, acrescentou.
Mayoral já bailou com Hillary Clinton e Lady Di, entre tantas outras personalidades. E ao lado da mulher Elsa María já se apresentou, várias vezes, em países como Estados Unidos e Japão.
“Imagine se todo mundo dançar tango? O mundo ficará sem problemas no coração”, animou-se o tangueiro.
E então?
Vamos dançar tango?Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de Seus Olhos

Uma erva que melhora a imunidade e funciona contra vírus e bactérias

Nesta época de tratamentos agressivos, vale a pena conhecer uma erva que pode ser muito útil para os médicos. Antes de começar, é importante salientar que qualquer prescrição deve ser acompanhada sempre por um médico. A prescrição de doses incorretas pode levar a efeitos colaterais importantes (ou até intoxicação). Portanto, se o leitor deste blog não for médico, procure um para se orientar sobre a necessidade ou não do medicamento.
A raiz da Equinácea é um desses medicamentos. O nome científico é Echinacea angulifolia (com variações), e há centenas de trabalhos científicos comprovando efeitos de melhoria do sistema imunológico, sendo que trabalhos clínicos comprovam a ação dessa erva, incluindo tratamento de suporte para resfriado, doenças respiratórias e do trato urinário. O efeito dessa erva normalmente é relacionado com a melhora do sistema imunológico (1).
Recentemente alguns trabalhos científicos lançaram mais algumas luzes sobre os efeitos dessa erva.
Pesquisadores canadenses demonstraram que a Equinácea age contra o rinovirus (vírus do resfriado), diminuindo os efeitos inflamatórios gerados pelo vírus, causados, por sua vez, pelo aumento de substâncias conhecidas como interleucinas (2).
Esses mesmos pesquisadores mostraram que a Equinácea melhora a inflamação causada por vários tipos de vírus em células humanas, inclusive do sistema respiratório: Rinovirus 1A e 14, vírus da influenza, vírus respiratorio sincicial , adenovirus tipo 3 e 11, e vírus herpes simples tipo 1. Vale observar que esses foram a totalidade dos vírus testados, portanto a Equinácea funcionou em todos os tipos de vírus testados (3).
O que essas pesquisas mostram nos remete a dois insights:
a) Há uma maneira diferente de tratar doenças, inclusive as infecciosas: Melhorando os pacientes.
b) A inflamação é nossa reação natural contra os agentes microbianos. Provavelmente a erva não diminuiu a inflamação, mas fortaleceu as células contra o ataque dos vírus.
Finalizando, a Equinácea é uma erva que nos ajuda a combater as doenças, melhorando a saúde dos doentes.
1. World Health Organization. WHO monographs on selected medicinal plants, Vol 1. World Health Organization, Geneva, 1999.
2. Sharma M, Schoop R, Hudson JB. Echinacea as an antiinflammatory agent: the influence of physiologically relevant parameters. Phytother Res. 2009 Jun;23(6):863-7.
3. Sharma M, Anderson SA, Schoop R, Hudson JB. Induction of multiple pro-inflammatory cytokines by respiratory viruses and reversal by standardized Echinacea, a potent antiviral herbal extract. Antiviral Res. 2009 Aug;83(2):165-70