quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Não deixe o estresse atrapalhar sua digestão

Não existe nenhuma comprovação científica de que o estresse possa causar má digestão, mas entre seus efeitos, alguns sintomas podem se manifestar no aparelho digestivo.
Peixes e frutos do mar contêm zinco e selênio, nutrientes que agem diretamente no cérebro diminuindo o cansaço e a ansiedade
São Paulo - A vida moderna trouxe impactos e alterações para a rotina das pessoas. As mulheres dividem seu dia entre a maternidade, os cuidados com a casa, a profissão e, claro, conciliar seus interesses pessoais. Da mesma forma, os homens trabalham, praticam esportes e têm participado mais das atividades domésticas.
O dia sempre começa muito cedo e a hora de ir para a cama raramente é a adequada, impedindo que a maioria das pessoas consiga dormir as 8h recomendadas por dia. “Com a correria e o estresse que essa rotina traz, é comum que ocorram problemas com a digestão, muitas vezes, causados pela pressa e as más escolhas na alimentação”, afirma a nutricionista especializada em nutrição saudável Selva Fierro.
Não existe nenhuma comprovação científica de que o estresse possa causar má digestão ou qualquer distúrbio gástrico, mas entre seus efeitos, alguns sintomas podem se manifestar no aparelho digestivo. Os mais comuns são o aumento da acidez e dores abdominais. Isto ocorre porque o estômago produz ácidos que auxiliam no processo digestivo, porém, em situações de estresse, há um aumento significativo da produção.
“Comer rapidamente, sem respeitar o processo da mastigação, pode aumentar as chances de aerofagia – ato de engolir ar em excesso -, uma das causas da sensação de estômago estufado”, explica Selva Fierro. Esse sintoma pode levar ao desconforto porque o aparelho digestivo terá que trabalhar mais para quebrar as moléculas que não foram devidamente trituradas na mastigação.
É importante destacar que a digestão começa na boca. Assim, se o alimento não foi processado de forma adequada na boca, com os dentes e glândulas salivares, provavelmente outro órgão terá que realizar esse papel na digestão. Desta forma, eles ficarão sobrecarregados e, consequentemente, a digestão será mais lenta, causando sensações desagradáveis. Ingerir lanches ou salgados gordurosos por conta das reuniões e ajustes da agenda também são escolhas que não contribuem para a boa digestão.
Para evitar mal-estar e os problemas na digestão, é importante adotar hábitos alimentares saudáveis e regulares. Além disso, reservar um momento de tranquilidade durante o dia para fazer as refeições – de preferência em um local adequado – é importante para evitar os desconfortos após as refeições. Criar o habito de praticar exercícios e escolher bem os alimentos são atitudes que podem fazer toda a diferença.
Alguns alimentos favorecem o combate ao estresse: espinafre, brócolis, castanha-do-pará, cenoura, feijão branco, maracujá, chocolate e cereais integrais. A nutricionista Selva Fierro também destaca outros alimentos que podem contribuir para baixar o estresse da vida moderna:
Alface: contém, principalmente nos talos, substâncias como a lactucina e lactupicrina, que atuam como calmantes naturais.
Carne, peixe e iogurte: alimentos que contêm vitamina B12 promovem o desenvolvimento adequado das células nervosas evitando, a ansiedade e a irritabilidade.
Laranja: auxilia no melhor funcionamento do sistema nervoso, além de ajudar a combater o estresse. A fruta é rica em vitamina C que, quando consumida, inibe a liberação de cortisol, principal hormônio relacionado ao estresse no corpo.
Trigo: possui trimetilglicina, substância que contribui para a produção de vários compostos cerebrais que melhoram a energia, o bem-estar e a concentração.
Peixes e frutos do mar: contêm zinco e selênio, nutrientes que agem diretamente no cérebro diminuindo o cansaço e a ansiedade.

É normal?

http://saudeblog.wordpress.com/
* Por Dr. Paulo Farber
É normal ficar doente?
É normal aumentarmos nossa insulina com açúcar e amido.
É normal dar açúcar até para crianças. Normal e incentivado.
É normal nos intoxicarmos com álcool, tabaco, pesticidas, conservantes.
É normal fazermos pouco exercício.
É normal nos escondermos do sol, ou passarmos filtro solar.
É normal deixarmos o convívio da família e trabalhar mais para podermos conquistar troféus para mostrarmos a sociedade como estamos “bem”, desde um carro novo, um apartamento maior, ou até uma viagem mais bacana (para mostrar para os outros, claro).
É normal deixarmos de amar.
É normal dormirmos no meio de uma poluição eletromagnética, com aparelhos ligados no quarto.
Daí
É normal ficarmos com as artérias entupidas.
É normal a pressão subir.
É normal o metabolismo de carboidratos ficar maluco, gerando pré-diabetes e diabetes.
É normal nossas glândulas pararem de funcionar como esperado.
É normal a imunidade baixar, sem que possamos nos defender de vírus, bactérias ou fungos.
É normal não sentir ânimo para nada.
É normal já acordar cansado e sentir-se cansado o dia inteiro.
É normal as células do corpo mudarem o DNA e começarem a reproduzir como malucas, gerando tumores.
É normal desenvolvermos anticorpos contra nosso corpo.
Depois
É normal precisarmos de remédios para tratar as doenças.
É normal os cientistas acharem que só ficamos doentes por causa de um gene diferente ao nascimento, gastarem muito dinheiro procurando, e não acharem.
É normal termos que tomar remédios para baixar a pressão arterial e para diabetes.
É normal sugerir que todos tomem um determinado remédio porque ele pode ter algum efeito protetor, mas que destrói os músculos do corpo, já que todos estão doentes mesmo.
É normal tomarmos antidepressivos para sentirmos menos cansados.
É normal envenenarmos o nosso corpo para matar células que estão se reproduzindo.
É normal acabar com as defesas do organismo para que diminua a produção de anticorpos contra ele mesmo.
Eu não acho nada normal. Acho que o dinheiro da ciência deveria ser investido em recuperação de saúde. Acho que os laboratórios clínicos deveriam medir o quanto a pessoa tem de saúde, como por exemplo, através da agregação eritrocitária e das relações coloidais do sangue. Mas está tudo dirigido para a manutenção da doença, e não para a saúde. E é “Normal”.
Dr. Paulo Farber
* Médico, Graduação e Doutorado na Faculdade de Medicina da USP
Vice-presidente para a América do Sul da “International Association for Biologically Closed Electric Circuits – IABC“