sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A vitalidade e alquimia dos alimentos

O Serviço e a Alquimia
Os alimentos de origem vegetal, crus e vivos, nos oferecem espontaneamente tudo o que captaram da Terra, do Sol e de Deus. Cabe a cada um de nós recebê-los! Deixá-los chegar e fazer parte de nós.
Os alimentos do reino vegetal têm um propósito: oferecer seu Viço, seus agentes nutricionais e energéticos, seus componentes da terra (energia telúrica), do nosso astro-rei o Sol (energia solar) e do Cosmos (energia cósmica), para que sejamos Seres em estado de Viço, ou seja, em SerViço.
Mas, não basta ganhar um presente, temos que recebê-lo, assimilá-lo, para então fazer parte de nós, da alegria e gratidão causada pelo presente verdadeiramente recebido.
Entretanto, quando um ladrão nos aborda, permitindo ou não, ela irá nos roubar o que temos de maior e melhor em nossa vida: nosso corpo e alma.
É ato de amor e respeito ser cúmplice do nosso corpo e vida, e praticar um “banho interno diário” que favoreça o necessário alívio da sobrecarga intoxicante da vida moderna. E, é sábio, aproveitar este ato de afeto (corpo e alma unidos no mesmo movimento), para nutrir e vitalizar todas as células, órgãos, vísceras e sistemas, entre eles nossas mentes, representadas fisicamente pelo cérebro. Para tanto, o certo é conhecer os alimentos que têm tal poder, para aumentar seu consumo diário, como também, para poder evitar conscientemente, os alimentos que nos desvitalizam e minam nossa saúde e poder pensante.
A Alquimia e o SerViço
Os alimentos do reino vegetal – frutas, folhas, raízes, brotos e sementes -, enquanto vivos e crus, são ofertas viçosas da mãe natureza. Eles já trazem em sua composição nutrientes conhecidos como carboidratos, proteínas e gorduras, importantes para nos dar energia, construção e manutenção de nossas células e corpos. São os chamados macronutrientes. A esta parte bem física dos alimentos colocarei a responsabilidade de 10% pela sustentação da vida, e é o máximo que uma pessoa intoxicada pode assimilar destes alimentos.
Aos outros 90%, que classificarei de parte “alquímica”, por serem em mínimas concentrações ou mesmo invisíveis (forças energéticas da terra e do sol), só plenos no alimento cru e vivo, colocarei a responsabilidade pela sustentação do corpo, da alma e do espírito alinhado com a luz. São estes 90% que ancoram a força, a luz. Esta é a parte que uma pessoa vai acessar e assimilar quanto mais desintoxicada estiver.Estes 90%, além de participarem da digestão e assimilação dos nutrientes mais densos (aqueles 10%), irradia vitalidade para mais purificação, transformações e expansão do Ser, que se impregna de Viço e vive em estado de Viço, em SerViço. Ou seja, sempre haverá energia sobrante. Nestes 90% encontramos alguns elementos biologicamente ativos (vivos) denominados:
- enzimas (se o alimento estiver cru e vivo) – agentes de informação específica e precisa para a função digestiva e todas as reações energeticamente econômicas do organismo;
- sais minerais – agentes de comunicação rápida e precisa entre todas as células, já que são responsáveis por todas as reações eletroquímicas conduzidas pelos 60-70% de água presentes num organismo humano e adulto;
- vitaminas – agentes de vitalização do corpo e do poder pensante (alma);
- fibras – agentes de absorção dos excretos, modulação do processo de assimilação digestiva e nutrição da flora intestinal;
- antioxidantes – agentes que impedem a oxidação e degeneração precoce das células e do poder pensante.
Além destes elementos já identificados pela ciência, existem infinitos outros, que classifico como Alquimia da Mãe Terra, do Sol e de Deus. Esta é a parte invisível, sagrada e poderosa, pois é a que nos permite sintonizar, vibrar em sintonia, com estes Seres: a Terra, o Sol e Deus. Neste momento sentimos: Amor – Gratidão – Somos todos Um!
E, graças à elevada presença, principalmente nos alimentos da cultura orgânica, desta fração alquímica, os vegetais crus e vivos, são exatamente os que oferecem aos órgãos e sistemas de excreção, a sua cumplicidade mais afetiva e efetiva. Só quando consumidos crus e frescos, fornecem ao organismo sua água estruturada com informações de limpeza, nutrição e vitalização.
Na prática
Aqui, o objetivo é que você compreenda, didaticamente, como classificar os alimentos pela sua força vital, simplificando os critérios de escolha e seleção. Nada de tabelas: só a compreensão.
No livro “Você sabe se desintoxicar” (Dr. Soleil – Ed. Paulus), os alimentos estão classificados em quatro categorias, de acordo com o seu grau de VITALIDADE ou força alquímica.
Este conceito foi criado pelo Dr. Edmond Bordeaux-Szekely e pode ser de grande ajuda para nos orientar nas escolhas alimentares, sem precisar de qualquer intelectualização.
Por Conceição Trucom
Serviço: Texto extraído do livro Alimentação Desintoxicante (sétima edição) – Conceição Trucom – editora Alaúde. Confira outros textos em www.docelimao.com.brConceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.

Medicina antroposófica busca aprofundar a análise sobre o paciente e seus sintomas

Edwards Junior
*Colaboração
Oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2006, a medicina antroposófica busca a ampliação da visão sobre o paciente e tem tratamentos focados em medicamentos naturais. Reunindo especialistas, o III Congresso de Medicina Antroposófica da Zona da Mata Mineira está sendo realizado em Juiz de Fora entre esta quinta-feira, 22 de novembro, e o sábado, dia 24, e busca a divulgação e a discussão sobre esta área.
O médico Fernando Abrão afirma que “a medicina antroposófica busca uma ampliação da visão sobre o ser humano e seus sintomas”. Basicamente, qualquer pessoa, independente da idade e da patologia apresentada, pode procurar tratamento baseado na medicina antroposófica. “Tanto pacientes que apresentem doenças agudas, quanto crônicas, ou até problemas que apresentem fundo emocional.” Além disso, o médico ressalta que a área não é vista como uma medicina alternativa, mas “uma ampliação da área de estudo da medicina convencional”.
Segundo Abrão, os tratamentos da área buscam “evitar a utilização de medicamentos químicos e, consequentemente, seus efeitos colaterais, visando o equilíbrio do ser humano”. Além do uso de medicamentos naturais, a medicina antroposófica utiliza recursos terapêuticos como a utilização de aplicações externas, incluindo banhos, compressas e massagens, além da chamada terapia artística. Ele complementa que “os tratamentos para doenças agudas, ao contrário do que se pensa, costumam apresentar uma resolução rápida, mas que, no geral, o resultado depende da patologia apresentada e de cada indivíduo”.
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O III Congresso de Medicina Antroposófica da Zona da Mata Mineira prossegue até o sábado, 24 de novembro, reunindo especialistas, que atuam na área, de diversas cidades, como São João del-Rei, São Paulo e Belo Horizonte. Abrão, integrante do congresso, afirma que o evento tem como função “discutir a medicina antroposófica e suas várias terapias, além de reunir profissionais da área visando trocar experiências de médicos que atuam dentro do SUS”.
A população em geral, que tenha interesse em conhecer as práticas antroposóficas, poderá ter atendimento gratuito durante o evento. Serão montadas duas tendas para o oferecimento de clínica atroposófica, avaliação odontológica pela antroposofia, triagem para psicoterapia antroposófica e práticas de enfermagem antroposófica, que inclui compressas de argila, massagens, chás, entre outros. As vagas para o atendimento gratuito são limitadas e as inscrições podem ser feitas, antecipadamente, pelo telefone (32) 3215-9589.
*Edwards Junior é estudante do 6º período de Comunicação Social da UFJF