quarta-feira, 26 de junho de 2013

Cientistas espanhóis concluem que emoções negativas agravam psoríase

Repórter da Agência Brasil
Brasília – Cientistas da Universidade de Múrcia, na Espanha, concluíram que há uma relação entre as emoções negativas e as lesões da pele que caracterizam a doença inflamatória crônica chamada psoríase. Ela pode atingir mucosas, unhas e até articulações e o processo é alternado entre momentos de melhora e piora. Não é uma doença contagiosa, mas está associada a fatores psicológicos. É caracterizada por manchas avermelhadas, em forma circular, com descamação da pele.
Os cientistas avaliaram 800 doentes, de diferentes regiões do mundo, na primeira etapa dos estudos. Na segunda fase, os investigadores avaliaram a personalidade dos doentes e fizeram uma análise, por meio de testes, com emoções negativas e positivas.
O estudo, do qual fez parte a associação espanhola de doentes Acción Psoriasis, concluiu que o doente quando se sente deprimido, pressionado, agitado, preocupado ou nervoso acaba tendo um aumento das lesões. Esses fatores causam o agravamento e a extensão dessas lesões.
Os cientistas do grupo de psicodiversidade da Universidade de Múrcia defendem a necessidade de um tratamento completo do doente de psoríase, incluindo os aspectos dermatológico e  psicológico.
De acordo com a Acción Psoriasis, as avaliações mostraram que emoções positivas podem constituir fator de proteção.
*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa
Edição: Graça Adjunto

AUDIÊNCIA COM MINISTRO GILBERTO CARVALHO REUNE ENTIDADES PARA TRATAR SOBRE RUMOS DAS TERAPIAS


http://www.fenate.org.br/
23.05.2013-
 
Diretoria da Fenate pede audiência com o Ministro Gilberto Carvalho para tratar da Lei 8080/90 (SUS) e legitimação da categoria de Terapeutas
No dia 23 de maio de 2013 acontece mais um momento importante para a categoria de Terapeutas, quando por solicitação da Fenate, o Ministro Gilberto Carvalho recebe em seu gabinete diretores da Fenate e seus convidados para discutirem sobre os projetos de lei em tramitação, a Lei 8080/90 do SUS, e os novos rumos desta categoria que vem amadurecendo ao longo do tempo na caminhada em prol da institucionalização.
Para uma maior integração de entendimentos e ações, Adeilde Marques convidou para a audiência o Conselho Federal de Medicina, representado pelo Dr Gerson Zafalon Martins, Segundo Secretário do CFM, Geraldo Lucchese - Consultor Legislativo da Câmara Federal, Vice-Governador Rômulo Gouveia da Paraiba - representado por Denise Queiroga, Deputado Leonardo Monteiro - representado pelo assessor Mauro Pereira Chaves, Deputado Mandeta - representado pela assessora Gabriella Rocha, diretores da Fenate e presidentes dos sindicatos.

Forem convidados ainda Dep Lincoln Portugal - pres.da CLP, Maria Emília Veras - Coordenadora Geral da Estatística do Trabalho - CEGET, Ana Paula Cerca - Diretora do Departamento de Gestão em Trabalho e Regulação em Saúde - DEGERTS, Regina Siqueira - Consultora Legislativa do Senado, Luana Maribele - Coordenadora do Curso de Naturologia da UNISUL, Deputado Luiz Couto, Deputada Luiza Erundina, que não compareceram.

 



















Esq. Ministro Gilberto Carvalho, Dr Delcimar Pires, Adeilde Marques e Dr Gerson Martins (CFM) O Ministro Gilberto Carvalho faz a abertura da audiência solicitando a identificação de cada presente e passa a palavra para Adeilde Marques, que salienta os objetivos da solicitação da audiência.

 

Na sua expressão, Adeilde mostra que no art. 6 inciso X da Lei 8080/90, Lei Ogânica do SUS, o terapeuta já está incluso na Tecnologia em Saúde, a do conhecimento e prestação de serviços.
A Lei 8080/90 cria a Política Nacional de Atenção Básica com equipes de saúde, agentes comunitários de saúde, grupos prioritários, etc. Esta politica passa a pulverizar por região e é neste contexto, da Atenção Básica, PSFs, Saúde da Família que o Terapeuta se situa, que as terapias integrativas estão incluidas mas não são tratadas por TERAPEUTAS ".
Se a lei da Atenção Básica da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares é uma decisão já tomada pelo SUS, a Fenate sugere um projeto de Lei que legitime os mais de 600.000 (seiscentos mil) profissionais atuando no Brasil. O terapeuta não está participando do processo das PNPICS. Necessário uma Lei para que haja o encontro entre o que está no papel com a prática e o terapeuta possa caminhar lado a lado com a legislação. Sendo regulamentada, as terapias integrativas passam ao mesmo nível das outras práticas profissionais, com os mesmos rigores necessários para a segurança do cidadão.
Dando continuidade, o Ministro Gilberto Carvalho elogiar a persistência da Fenate "que está um momento de amadurecemento, havendo no Brasil uma realidade progressiva que está se impondo, o que somos inteiramente favoráveis para que se resolva esta situação no país".
E passa a palavra aos demais presentes.

Dr Geraldo Lucchese
O Dr Geraldo Lucchese - Consultor Legislativo de Saúde Pública e Sanitarismo da Câmara Federal, fala que acompanha o SUS desde que foi fundado, e que este tipo de trabalho perto da população que tenta ver a saúde de forma mais integrada, mais natural, a OMS reconhece a importância desse sistema em outros países. "Devemos aproveitar esse potencial e isso significaria para o SUS uma grande ajuda. É até um desperdício o SUS não aproveitar isso" diz Dr Lucchesi. E continua "Existem vários projetos (de Lei) mas há uma forte resistência. Hoje existem médicos, farmacêutcos de formação que já entendem. Mas as instituições representativas destas corporações fazem oposição muito grande e estes projetos têm muita dificuldade de prosperar". conclui
 
Após todas as manifestações a Secretaria Geral, através do Dr Delcimar Pires, sugere a criação de uma Comissão Permanente
para tratar da questão com todas as entidades da área e parlamentares envolvidos com os projetos de Lei. E também sobre o andamento dos projetos de Lei que tramitam na Câmara, ficou a sugestão para o Deputado Mandetta, relator dos projetos de Lei, convocar todas as entidades da área, para uma reunião de diálogo e pacificação. Adeilde Marques sugere o convite também aos deputados envolvidos nos projetos.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Saúde além da saúde

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Por Mariana Franco
A medicina oriental baseia-se no equilíbrio e harmonia entreenergias opostas Yin e Yang, que regem comportamentos, estados de espírito ediferentes estruturas corpóreas. No corpo, são identificados meridianos pelos quais passa a energia, e à boa circulação desta deve-se o equilíbrio. Em pontos desses meridianos aplicam-se agulhas na técnica da acupuntura ou pressiona-se na técnica de massagem shiatsu (pressão realizada com os dedos, em japonês).
“As energias são complementares, uma depende da outra. Se um lado está deficiente, faltará energia para o outro, que terá de se manifestar. Há pessoas que não fazem nenhuma atividade ou exercício físico, vivem sob pressão ou estresse, e isso causa uma reação no organismo. Se não existe um meio de extravasar, melhorar ou se recuperar desses estresses, o corpo vai ficando cada vez mais deficiente e desequilibrado. Isso abre portas paradoenças se instalarem”, explica Osvaldo Hakio Takeda, coordenador do Projeto Zen, iniciativa do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da USP para divulgar terapêuticas complementares para a população.
“O relaxamento e o bem-estar levam a uma melhora da qualidade de vida. As terapias alternativas devem unir-se ao tratamento tradicional, não para substituí-lo, mas para potencializá-lo”, afirma Takeda. Diana Pozzi, médica especializada em onco-hematologia da Faculdade de Medicina (FM) da USP, explica que há algumas décadas acreditava-se que os resultados de tratamentos alternativos deviam-se somente ao efeito placebo – a confiança no resultado. Com o tempo, porém, o tratamento de doenças oncológicas tornou-se cada vez mais caro e menos eficaz, e os pacientes começaram a voltar-se para outras terapias. A medicina complementar mostrou, então, bons resultados contra os efeitos colaterais da quimioterapia, aliada ao tratamento de cânceres e doenças crônicas.
“Na área de oncologia nós aprendemos a conversar muito com os pacientes e passamos a ver que existem muito mais coisas entre o céu e a terra do que a nossa chamada ‘vã filosofia’. Há muitas coisas que agem nos pacientes e colaboram com nós, médicos, e colaboram com o tratamento”, afirma Diana.
“Vemos, na prática, que não só terapias, mas situações afetivas das mais diversas são importantes. A presença dos familiares e a fé religiosa num tratamento, o contato físico com a mãe no desenvolvimento da criança pequena, fazem parte do bem-estar. Talvez isso tudo se deva à interação de energias, porém, quando chegamos nesse ponto é difícil provar –financiadoras de pesquisas dificilmente apoiam esses trabalhos, a ciência tradicional não os aceita. Há muita coisa que ainda ignoramos, por exemplo, a atuação dessas energias sobre nós, mas exatamente por ignorarmos que precisamos pesquisar”, conclui.
Saiba mais sobre o Projeto Zen, realizado no IPq, sobre a acupuntura, seu uso e efeitos e sobre como as emoções podem mexer com nossa saúde. Abaixo os locais de atendimento público em medicinas alternativas.

Entenda a homeopatia

Isabela Morais
Pesquisador esclarece os princípios da especialidade e garante que ela pode mudar o curso natural de muitas doenças
Espirros, coriza e muita coceira. “Costumava pegar a ponta do lençol para coçar o céu da boca. Sempre que visitava alguém, morria de vergonha, pois logo começavam os espirros e a coceira absurda nos olhos”, conta a corretora de seguros Jussara Maria Vieira Nogueira, de 49 anos. Em 1997, ela passou a sofrer com os sintomas agravados da rinite. Após problemas com a sogra, que se chateava com suas atitudes, a corretora resolveu buscar a homeopatia para acabar com o incômodo no ano de 2002, quando participou de uma pesquisa na Faculdade de Medicina (FMUSP). “Tive certeza de que tomava remédios de verdade, pois os efeitos surgiram no início”, afirma.
A certeza de Jussara quanto à eficácia do tratamento homeopático, porém, contrasta com o desconhecimento e as reprovações que a especialidade encontra entre pacientes e médicos. “Costumam achar que a homeopatia trata com plantinhas e chazinhos. Não é nada disso”, esclarece Marcus Zulian Teixeira, pesquisador da FMUSP. Acostumado a discutir questões relacionadas ao tratamento, ele explica à revista Espaço Aberto o funcionamento e os princípios que estão dentro das pequenas bolinhas brancas.
Cura pelos semelhantes
“Desde a Grécia Antiga, Hipócrates ensinava que existiam duas formas de tratamento”, conta o pesquisador. A primeira baseia-se no Princípio dos Contrários, empregado pela alopatia. Nesse método são utilizadas substâncias que agem “contra” os sintomas da doença. “Contra a inflamação, temos o anti-inflamatório. Contra a acidez, o antiácido. Contra a depressão, a alopatia utiliza o antidepressivo. O método corta o sintoma manifesto”, exemplifica.

Homeopatia não é fitoterapia: a primeira age com base no Princípio dos Semelhantes. Já a segunda, de acordo com o Princípio dos Contrários
Já a homeopatia age com base no Princípio dos Semelhantes. O tratamento utiliza substâncias que causam sintomas semelhantes aos manifestos nos pacientes. Com isso, o organismo é estimulado a reagir. Zulian diz: “Quando administro um medicamento que causa um sintoma muito semelhante ao que o paciente já apresenta, mostro ao seu organismo contra o que ele deve reagir”.
Experimentação no indivíduo sadio
Para saber que medicamentos indicar, é preciso que eles tenham sido experimentados anteriormente. “Qualquer substância pode ser um medicamento homeopático. Mas antes ela é experimentada em um grupo de pessoas sadias”, revela. A experimentação homeopática funciona como a da farmacologia clássica: um grupo de indivíduos saudáveis consome determinada substância. Em seguida, observam os sintomas. “São consideradas as alterações emocionais, psíquicas, orgânicas, físicas, etc. Tudo conta. Depois, os sintomas são catalogados e assim temos um perfil de tudo que aquela substância causou em diversos sistemas do organismo”, explica. Existem cerca de 3 mil substâncias experimentadas e cujos efeitos foram catalogados, podendo, assim, se tornarem medicamentos homeopáticos.
Individualização do medicamento
“O doutor vasculhou a minha vida. Perguntou sobre meu ritmo de vida, se gostava de doce, de salgado, se dormia bem, se era ansiosa, se tinha carpete, tapete. Tudo!” A primeira consulta de Jussara durou cerca de 3h30. Segundo o pesquisador, a consulta é longa, porque é preciso conhecer todos os aspectos do indivíduo, já que todas as características foram consideradas na experimentação e são importantes para escolher o medicamento.
Com um perfil detalhado, o médico é capaz de buscar, dentre todas as substâncias experimentadas, aquela que engloba a maior parte das suscetibilidades do paciente, de acordo com o Princípio dos Semelhantes. “Um remédio sempre atinge vários problemas e não apenas um”, conta. Ou seja, a homeopatia busca tratar a totalidade dos sintomas do doente e de sua doença, e não só a queixa principal.
Por isso, não há medicamento comum para queixas comuns. A prática de medicar de acordo com um sintoma é errada. “Não vai funcionar; o medicamento deve ser individualizado, pois a manifestação da doença varia de pessoa para pessoa”, adverte. Em sua tese de doutorado, defendida no ano de 2009 na FMUSP, por exemplo, Zulian estudou a resposta do tratamento em pacientes com rinite alérgica crônica – pesquisa da qual Jussara participou. Todos os participantes (cerca de 50) apresentavam a mesma doença, mas todos receberam medicações individualizadas e possivelmente distintas.
Por levar em conta o indivíduo como um todo, além das horas gastas no consultório, a homeopatia exige paciência fora dele. De acordo com Zulian, o tratamento, por ser individualizado, precisa de tempo e não encontra espaço para imediatismos. “Dou um medicamento, espero e avalio a resposta. Se não deu certo, recorro a outro medicamento que englobe a maior parte dos sintomas e espero a resposta. O remédio ideal pode demorar para ser encontrado”, ressalta.
Ultradiluição
Nas pequenas bolas brancas, encontra-se a substância ultradiluída. “Imagine que você tem dor de cabeça e eu te dou um medicamento que causa dor de cabeça. Para fugir da agravação, diluímos a substância. E isso funciona melhor que uma dose massiva. Em comparação com a alopatia, há menos efeitos colaterais”, esclarece.
Após a ingestão, considerando que se tenha encontrado o medicamento ideal, os efeitos surgem da reação do próprio corpo. “Nos distúrbios crônicos, o organismo se ‘acostuma’ com a doença. Quando você administra um medicamento que desperta novamente o sintoma, o corpo ‘acorda’ e luta contra o agressor. Essa reação pode durar horas, dias, semanas ou meses. A homeopatia não tem na droga o fator definitivo da ação, mas sim na reação desencadeada pelo uso de uma substância”, diz.

De acordo com Zulian, a homeopatia tem o potencial de lidar com os aspectos emocionais da saúde
Após diversas mudanças na medicação, Jussara encontrou um bom medicamento. Além de amenizar os sintomas da rinite, ela relata que houve melhoras em seu humor e em suas dores de estômago. Dez anos após o início do tratamento, a corretora já não toma os medicamentos, mas os resultados ainda são visíveis. “Faz dez anos que não tenho uma crise de rinite. Nunca mais cocei o nariz com desespero. No máximo, o que ocorre são alguns espirros. Nem resfriado eu tenho mais”, conta. Para Zulian, a proposta da especialidade é justamente essa: a de mudar o curso natural das doenças. Aos que desejam continuar com a medicação alopática, a homeopatia pode ser utilizada em conjunto no início do tratamento (até ser escolhido um medicamento ideal).
Enxaqueca, alergias, doenças crônicas e sintomas da tensão pré-menstrual (TPM) podem receber cuidados por meio da homeopatia. A especialidade é aconselhada para tudo que possa ser tratável. O pesquisador destaca que o mais importante é conseguir lidar com a parte emocional dos pacientes, tratando ansiedades, inseguranças, medos, irritabilidades, etc. Ele lamenta, porém, que o conhecimento sobre a especialidade seja embasado em preconceitos e que as pessoas o procurem como última alternativa. “É difícil a homeopatia não ajudar. Considero que ela é adjuvante e deveria estar presente em todos os hospitais para auxiliar a população”, diz.
No site da revista Espaço Aberto você pode encontrar outras informações sobre as provas científicas e o uso da homeopatia no Sistema Único de Saúde (SUS). Acesse este link.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Descoberta científica demonstra porque a acupuntura funciona!

 
Pesquisa inovadora mostra que a inserção de uma agulha de acupuntura na pele perturba o ponto de ramificação dos nervos chamados fibras C. Estas fibras C transmitem baixo grau de informação sensorial em distâncias muito longas, usando células de Merkel como intermediários. Dr. Morry Silberstein, da Universidade de Tecnologia Curtin vai publicar sua pesquisa no Journal of Theoretical Biology ainda este ano.
“Nós nunca tivemos uma explicação científica de como a acupuntura realmente funciona “, disse ele. Na ausência de uma fundamentação científica, a acupuntura não tem sido amplamente usado na comunidade médica. Se pudermos explicar cientificamente o processo, podemos abri-la ao escrutínio científico completo e desenvolver maneiras de usá-la como parte de tratamentos médicos. “
Dr. Silberstein menciona que eles sabem, há algum tempo, que os pontos de acupuntura apresentam menor resistência elétrica do que outras áreas próximas da pele. Sua pesquisa especificamente aponta que as fibras C, na verdade, se ramificam exatamente em pontos de acupuntura. Os cientistas não sabem exatamente qual papel as fibras C desempenham no sistema nervoso, mas o Dr. Silverstein teoriza que o feixe de nervos existe para manter a excitação ou a vigília. A inserção da agulha de acupuntura interrompe este circuito e entorpece nossa sensibilidade à dor. “
A Acupuntura para o alívio da dor está sendo ensinada a médicos americanos da Força Aérea enviados para o Iraque e o Afeganistão (2009) pelo Dr. Richard Niemtzow MD, PhD, MPH e editor de Acupuntura Médica. Sua técnica chamada de “Battlefield Acupunture” ou “Acupuntura de Campo de Batalha” alivia a dor por vários dias e é uma variação da acupuntura, que insere agulhas muito pequenas, semi-permanentes em pontos de acupuntura específicos sobre a pele da orelha que bloqueia os sinais de dor, não deixando que estes alcancem o cérebro.
“Este é um dos mais rápidos atenuadores de dor existentes,” disse o Dr. Niemtzow, que é o Consultor para a medicina complementar e alternativa para o Cirurgião Geral da Força Aérea, e é afiliadó a Universidade Militar de Ciências da Saúde em Bethesda. “A dor pode ir embora em cinco minutos.”
Levou um bom tempo para a medicina ocidental abraçar a acupuntura, ainda que tenha sido introduzida no início dos anos 1970, depois que contatos com a China melhoraram.
Professor Tsuei menciona: “Em 1972, o respeitado New York Times James Reston foi submetido a uma apendicectomia de emergência, enquanto estava na China. Ele escreveu mais tarde sobre o tratamento de acupuntura para dor pós-operatório, que foi muito bem sucedida. Este relatório atraiu a atenção e muitos médicos americanos e pesquisadores foram à China para observar e aprender técnicas de acupuntura. “
Desde então, poucos estudos controlados foram feitos no Ocidente. Pesquisadores de Yale demonstraram a sua eficácia para a dependência de cocaína em 2000 e publicaram suas descobertas na edição de14 de agosto do Archives of Internal Medicine (Arquivos da Medicina Interna).
Um pesquisador norte-coreano, Kim Bonghan, publicou trabalhos no início de 1960 e sua pesquisa foi confirmada pelos pesquisadores japoneses Fujiwara e Yu em 1967. Infelizmente sua pesquisa levou quase 40 anos para ser confirmada por meio de estudos feitos em ratos, coelhos e porcos com fotografias estereomicroscópicas e elétrons microscópicos.
A foto mostra a incrível imagem estereomicroscópica de meridianos da acupuntura
“Assembléias de estruturas tubulares 30-100 micro-metros de largura (células vermelhas do sangue possuem 6-8 micro-metros de diâmetro). Aparentemente, essas estruturas permaneceram desconhecida por muito tempo, porque elas são quase transparentes e tão finas que eles são pouco visíveis, com ampliação de baixa microscópia cirúrgica. Elas também são facilmente confundidos com fibrina, que coagula e obscurece estas estruturas quando há sangramento em tecidos dissecados. Agora que elas foram redescobertas, os pesquisadores estão investigando sua composição e função. As estruturas tubulares que formam canais Bonghan contêm um líquido que flui, que inclui o ácido hialurónico abundante, uma substância que amortece e lubrifica as articulações, dos olhos, da pele e até mesmo válvulas cardíacas. Também visível nas fotos, pequenos grãos de DNA ou microcélulas cerca de 1-2 micro-metros de diâmetro que contêm material cromossômico altamente reativas às manchas de células-tronco de anticorpos. Quando estas células foram isoladas e, em seguida, induzidas a diferenciar-se, elas cresceram em células de todas as três camadas germinais. Estes podem ser fonte natural do nosso corpo de células-tronco pluripotentes adultas, com o potencial de se transformar em qualquer célula do corpo.”
Pesquisadores russos em 1991 no Instituto de Medicina Clínica e Experimental em Novosibirsk, na URSS, em um projeto de pesquisa com duração de vários anos, descobriram como o corpo humano conduz a luz. Eles descobriram que a luz conduzindo a capacidade do corpo humano só existe ao longo dos meridianos, e pode entrar e sair somente ao longo dos pontos de acupuntura. Dr. Kaznachejew, um professor de física disse:
“Isto parece provar que temos um sistema de luz transferal em nosso corpo como fibra óptica. Afigura-se que a luz pode viajar, mesmo quando o canal de luz é dobrado ou totalmente torcido. A luz parece ser refletida a partir da superfície interna, e parece se movimentar em algum tipo de ziguezague. Pode-se explicar esta teoria tradicional electromagnética através de luz à medida que é usada em comunicações de fibra óptica.”
Este achado foi confirmado por um estudo de 1992 no Jornal de Medicina Tradicional Chinesa e um estudo de 2005 no Jornal de Medicina Alternativa e Complementar, onde moxabustão e termografia infravermelha foram utilizadas para traçar os caminhos dos meridianos.

O que é Intolerância Alimentar

http://www.saudevital.org/2011/07/o-que-e-intolerancia-alimentar.html
* por: Dra. Cristiane Spricigo
Alguma vez você já se perguntou por que determinado alimento não lhe faz bem? Pois é, você pode ser intolerante a alguma substância contida naquele alimento. Determinar que um alimento faz bem a todos é um grande erro. O que faz bem a uns pode causar sérios problemas a outros.
Os alimentos são misturas complexas de uma série de moléculas alergênicas e, por este motivo, muitos imunologistas consideram "um milagre o fato de o homem sobreviver à alimentação.”
Muitas pessoas confundem alergia e intolerância alimentar, pois os sintomas são semelhantes. Clinicamente, os mais importantes sintomas comuns a ambas as situações envolvem a pele, o trato gastrintestinal (sistema digestivo) e o trato respiratório. Adicionalmente, a intolerância alimentar causa, muitas vezes, cefaleias, dores nas articulações, fadiga e mal estar geral. Porém, suas causas são distintas, vamos lá:
Uma reação alérgica ocorre quando o sistema imunológico do organismo reage de maneira contrária até mesmo a uma quantidade mínima de um alimento específico ou agente ambiental. As reações alérgicas são de proporções exageradas para o material estranho que colocamos no nosso organismo.
A intolerância, por outro lado, é causada pela incapacidade do organismo se desintoxicar de alguns componentes dos alimentos. Neste caso, o sistema imunológico, não está envolvido. A intolerância pode tomar duas formas: ou o componente que o organismo deseja se livrar é um não-nutriente (corantes, conservantes) ou é um nutriente que pela constituição genética, o organismo não consegue digeri-lo. No primeiro caso, é provável que a reação do organismo seja pelo excesso consumido e no segundo nos falta enzimas suficientes para digeri-los.
O nosso organismo necessita de das enzimas para realizar as reações químicas que transformam uma substância em outra e, se nos falta uma enzima digestiva específica, enfrentamos problemas com a alimentação. Qualquer alimento pode causar uma reação de intolerância, mas o mais comuns são leite, trigo, crustáceos, chocolate, conservantes e corantes em geral.
As reações de intolerância alimentar incluem:
- Liberação não-alérgica de histamina. Os mariscos e os morangos causam esta reação em alguns indivíduos, que geralmente desenvolvem erupção cutânea.
- Defeitos nas enzimas. Indivíduos com uma deficiência de lactase, por exemplo, não podem digerir o açúcar do leite, a lactose. O tratamento consiste em dieta com pouco leite e derivados.
- Reações farmacológicas. Estas ocorrem em resposta a componentes alimentares, como as aminas. Elas são encontradas em alimentos que contêm nitrogênio (por exemplo, aminoácidos em alimentos como chá, café, bebidas de cola e chocolate). Os efeitos podem ser desencadeados por pequenas quantidades do alimento e incluem enxaqueca, tremores, sudorese e palpitações.
Efeitos irritantes. Alimentos como o curry podem irritar o intestino. O glutamato monossódico pode causar uma doença conhecida como a síndrome do restaurante chinês, que resulta em dor no peito, palpitações e fraqueza.
A intolerância mais comum é a do leite que é provocada pela incapacidade de aproveitarmos a lactose(açúcar do leite) que produz alterações abdominais, na maioria das vezes, diarréia, que é mais evidente nas primeiras horas após o consumo. Este problema ocorre com cerca de 25% dos brasileiros.
A intolerância à lactose pode ser:
- Genética;
- Adquirida quando ocorrem fatores que possam causar doenças digestivas que promovem inchaço das vilosidades do intestino, que escondem a lactase e não deixam que ela exerça a sua função de hidrolisar a lactose;
- Decorrente de cirurgias, quando, por exemplo, uma parte do intestino é removida. Neste caso, a quantidade de lactase no intestino pode se tornar insuficiente para hidrolisar a lactose, mesmo se, anteriormente à operação, a pessoa era tolerante à lactose.
Mas, atenção, se determinados alimentos forem vetados definitivamente do seu dia a dia, você deve procurar substituí-los por outros fornecedores dos mesmos nutrientes. É esse, justamente, o objetivo da orientação alimentar: identificar o alimento agressor, através da dieta de eliminação, e evitar deficiências nutricionais, substituindo os alimentos causadores das manifestações adversas por outros nutricionalmente semelhantes. Desta forma, qualquer indivíduo com suspeita de ter uma intolerância alimentar deve ser diagnosticado e tratado por um médico e um nutricionista.

Por: Dra. Cristiane Spricigo

sábado, 15 de junho de 2013

Tentar ser feliz dá resultado com música de alto astral

Música e felicidade parecem ter uma intimidade natural.
Outros estudos mostraram que músicas inspiradoras melhoram a capacidade mental e que as emoções criam uma relação universal entre as músicas e as cores.
Mas, se você quer melhorar o humor e seu sentimento de bem-estar usando a música como instrumento, então é melhor escolher bem não apenas a melodia, mas também a letra certa.
Pesquisadoras da Universidade de Missouri (EUA) concluíram que uma pessoa pode realmente melhorar seu estado geral de felicidade usando música alegre, com uma letra de alto astral, que a coloque "para cima".
Em dois experimentos, voluntários conseguiram melhorar seu humor tanto no curto prazo, quanto ao longo de um período de duas semanas - é o que as cientistas chamam de "melhorar o humor" e "melhorar o estado geral de felicidade".
Música e felicidade
Durante o primeiro experimento, os participantes foram instruídos a tentar melhorar o humor lidando com as próprias emoções - mas apenas o grupo que ouviu música alegre e otimista teve êxito, o mesmo não acontecendo com aqueles que tentavam melhorar o humor ouvindo o sombrio Stravinsky.
Participantes de controle, que apenas ouviram as músicas, sem tentar mudar ativamente o seu humor, também não relataram mudança na felicidade.
No segundo experimento, os participantes relataram níveis mais elevados de felicidade após duas semanas de sessões de laboratório em que ouviam música de alto astral e tentavam emocionalmente se sentir mais felizes - a comparação foi feita com um grupo controle, que só ouviu as músicas.
A conclusão é que o estilo da música é determinante na busca da felicidade, mas que esta só é alcançada quando as pessoas usam de introspecção, perguntando-se constantemente: "Eu estou feliz?"
"Em vez de se concentrar em uma medida da felicidade que já obteve e se engajar nesse tipo de cálculo mental, as pessoas poderiam se concentrar mais em aproveitar a sua experiência de viagem rumo à felicidade, e não ficar presas no destino," recomenda Yuna Ferguson, principal autora da pesquisa.

Uma nova forma de cuidar da saúde

Surge no Rio de Janeiro uma nova solução para quem quer cuidar bem da saúde, mas achava que não tinha condições para isso. O Centro de Psicologia e Terapias Integrativas (CEPTI) é uma cooperativa de saúde – parecido com um plano de saúde, mas com algumas diferenças providenciais. Trabalhando especificamente com terapias holísticas, que estão deixando de ser marginalizadas para ganhar o seu devido espaço e reconhecimento no mundo da medicina, o CEPTI juntou um grupo de terapeutas do estado do Rio de Janeiro para desenvolver e oferecer à população um tratamento de qualidade a preços acessíveis.
Destacam-se nas terapias holísticas tratamentos como a acupuntura, homeopatia, chás medicinais, massagens, Ortomolecular, Morfologia do sangue \"IN VIVO\", Hipnose, etc. Dessas citadas, vale lembrar que as ervas medicinais já foram reconhecidas pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa como tratamentos complementares e a acupuntura já foi até implantada até Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser realizada por médicos de várias especialidades e a homeopatia. O lado positivo dessa nova forma de medicina é que esses tratamentos não possuem um efeito colateral negativo como os remédios comuns. Não existe contra indicação. É por isso que o mundo está cada vez mais voltado para as terapias Integrativas – por elas estarem comprovado de verdade a sua capacidade de melhora e cura dos pacientes, sem que eles sofram com algum dano colateral.
Cientes disso, os terapeutas do CEPTI organizaram suas atividades em três objetivos especiais. O primeiro será divulgar essas terapias que estão deixando de ser marginalizadas. O segundo objetivo é ajudar quem trabalha com essa forma de terapia. São pessoas que, apesar de terem passado anos estudando sobre o assunto, muitas vezes não possuem um mercado próprio e, apesar do crescimento na procura por serviços dessa área, ainda contam com a desconfiança de alguns, que não acreditam na já comprovada capacidade das terapias Integrativa.
O terceiro, mas não menos importante objetivo, é oferecer tratamentos para pessoas que precisam deles e não têm condições de pagar um plano de saúde particular e/ou não possuem tempo hábil para esperar pelo atendimento do SUS.
Com o plano oferecido pelo CEPTI, ficará mais fácil para qualquer pessoa poder ter saúde. São R$30,00 por pessoa. Se essa pessoa quiser adicionar mais algum integrante da família no plano, ela paga somente 30% do valor do titular a mais por integrante. Com isso, os inscritos têm a oportunidade de realizar qualquer terapia holística por R$30,00 – muito abaixo da metade do preço do mercado. Exames especiais, como iridologia e morfologia do sangue, por exemplo, não custam mais do que R$50,00.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Estudo identifica proteína que 'dirige' conversão de aprendizado em memória

Cientistas encontraram novas informações sobre a função de uma importante proteína no cérebro utilizada no processo que transforma o aprendizado em memória de longo prazo.
Falta da proteína Arc poder ter relação com Alzheimer e autismo
Em artigo na revista científica Nature Neuroscience, eles afirmam que mais pesquisas sobre o papel da proteína Arc (actin-regulated cytoskeleton) poderia ajudar na busca por novos tratamentos contra doenças neurológicas.
A mesma proteína pode ser um fator atuante no autismo, dizem os cientistas. Pesquisas recentes detectaram a falta da proteína Arc no cérebro de pacientes de Alzheimer e indicado que a função da proteína era crucial.
Para o professor de neurologia e fisiologia da Universidade da Califórnia Steve Finkbeiner, que liderou a nova pesquisa, "cientistas já sabiam que a Arc estava envolvida na memória de longo prazo, porque estudos em cobaias com falta dessa proteína podiam aprender novas tarefas, mas falhavam ao tentar lembrá-las no dia seguinte".
Os novos experimentos, mais aprofundados, revelaram que a proteína Arc age como um "regulador mestre" dos neurônios durante o processo de formação da memória de longo prazo.
A pesquisa revelou que, durante a formação da memória, certos genes eram ativados e desativados em intervalos de tempo específicos para que fossem geradas as proteínas que ajudam os neurônios a estabelecer novas memórias.
Direção
Os cientistas descobriram que a proteína Arc "dirigia" esse processo, a partir do núcleo do neurônio.
Finkbeiner disse que pessoas com falta dessa proteína poderiam ter problemas de memória.
"Cientistas descobriram recentemente que a Arc se esgotava no hipocampo - o centro da memória no cérebro - em pacientes de Alzheimer."
"É possível que estas interrupções durante o processo de controle homeostático possam contribuir para o aprendizado e para os deficit de memória em pacientes de Alzheimer."
A pesquisa também confirmou que disfunções na produção e transporte da proteína Arc podem ter uma papel-chave no autismo.
A Síndrome do X Frágil, por exemplo, vista como uma causa comum tanto de autismo como de retardo mental, afeta diretamente a produção de proteína Arc em neurônios.
O time californiano de cientistas afirmou que mais estudos são necessários sobre a função da proteína Arc para a saúde humana.
Eles ressaltaram que entender o papel da Arc em doenças poderia contribuir para uma maior compreensão desses problemas e ajudar na criação de novas estratégias terapêuticas para combatê-las.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Magnésio pode deter cegueira

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A alimentação do brasileiro vai mal. Só 17% da população consomem os 400 gramas recomendados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) de frutas, hortaliças e verduras, conforme levantamento do Ministério da Saúde. Resultado: falta na nossa dieta o magnésio que protege a saúde dos olhos e exerce mais de 300 funções metabólicas vitais.
Só para se ter uma idéia, um recente estudo publicado no British Medical Journal revela que a ingestão extra de uma porção e meia de vegetais verdes, importante fonte de magnésio, reduz em 14% o risco de contrair diabetes. Uma metanálise realizada no Instituto de Ciências Metabólicas de Cambridge (Reino Unido) mostra que a alimentação rica em magnésio baixa a pressão arterial e a o nível de glicose no sangue. Por isso, pode deter o desenvolvimento da retinopatia diabética, importante causa de cegueira.
Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a doença atinge 75% dos 10 milhões de brasileiros que são diabéticos e na maioria dos casos leva à perda da visão. Embora os estudos não sejam conclusivos, o especialista afirma que o nutriente é essencial para a saúde dos olhos. Por exemplo, destaca, age como um bloqueador de depósitos de cálcio nas paredes internas das artérias. “Estes depósitos provocam a formação de neovasos que dificultam a nutrição da retina e levam à morte de suas células, principal característica da retinopatia diabética” explica. Além de impedir a calcificação dos vasos e artérias, destaca, o magnésio dificulta a produção de um potente vasoconstritor, a endotelina-1. Por isso, quem faz dieta pobre em magnésio tem maior chance de contrair hipertensão arterial e glaucoma primário de ângulo aberto, decorrente do menor fluxo de sangue na cabeça do nervo óptico.
Os problemas da deficiência nutricional não param por aí. O especialista diz que o magnésio auxilia na absorção das vitaminas E, C e B, nutrientes essenciais para a saúde dos tecidos oculares e de outros órgãos. Também protege contra o estresse oxidativo que pode provocar catarata precoce, agravar o envelhecimento da pele e os sintomas de TPM (Tensão pré-menstrual) entre mulheres, afirma.
Sinais de Carência e Fontes
Os principais sinais de déficit de magnésio elencados pelo médico são:
· Tremor nas pálpebras ou mãos
· Câimbra e movimentos involuntários na face
· Insônia
· Fraqueza
· Taquicardia
· Perda de apetite, náusea ou vômito.
Ele diz que estes desconfortos não aparecem simultaneamente e ainda podem estar associados a outras alterações da saúde. Adotar suplementação por conta própria, nem pensar. Queiroz Neto explica queabsorções do magnésio e do cálcio competem. Por isso, o consumo deve ser combinado. Além disso, a suplementação exige acompanhamento médico porque o excesso pode causar queda na pressão arterial, alterações na calcificação óssea e problemas respiratórios.
As principais fontes de magnésio são: folhas verdes, frutos do mar, castanhas e cereais integrais.
Retinopatia diabética só é percebida em estágio avançado
Sem apresentar sintomas no estágio inicial, a retinopatia diabética é a morte das células da retina, membrana ocular onde se processamimagens. O especialista diz que metade dos portadores só procura pela primeira consulta quando já está com a acuidade visual bastante comprometida. O problema, comenta, é que não é possível recuperar a visão perdida. Para impedir a evolução, o tratamento é feito com aplicações de laser para secar os neovasos, administração de antiinflamatórios ou cirurgia nos casos mais avançados.
Metade dos glaucomatosos perde a visão de um olho
O glaucoma primário também é assintomático. Isso faz os portadores terem comportamento similar ao dos pacientes acometidos por retinopatia diabética.
A doença caracterizada pela perda do campo visual é a segunda maior causa de cegueira no mundo. O médico afirma que ocorre quando a dificuldade de escoamento do humor aquoso, líquido que preenche o globo ocular, provoca a morte das células da retina e da cabeça do nervo óptico. “É comum, glaucomatosos fazerem a primeira consulta quando já perderam a visão de um olho ou metade dos axiomas do nervo óptico que são irrecuperáveis” diz. O tratamento é feito com colírios, aplicação de laser e, em último caso, cirurgia.
Catarata pode estar associada a hábitos
A catarata, maior causa de cegueira tratável, é a opacificação do cristalino, lente natural do olho responsável por focarimagens na retina. Em geral está associada ao envelhecimento. Segundo o especialista, pode ocorrer precocemente por deficiência alimentar, excesso de exposição ao sol ou traumas. Para eliminar a doença o único tratamento é a cirurgia que substitui o cristalino opaco por uma lente intraocular. É a cirurgia que mais avançou nos últimos anos. Tanto que hoje permite a uma pessoa com mais de 60 anos enxergar igual outra com apenas 20 anos. O aumento da glicose no sangue de portadores de diabéticos torna os olhos mais vulneráveis. Para preservar a visão, devem consultar um oftalmologista anualmente ou sempre que perceberem alteração.
Informações à imprensa:
Eutrópia Turazzi

A eficácia do Tai Chi Chuan

Realizada na maioria dos hospitais e clínicas da China, a técnica do Tai Chi Chuan combina movimentos suaves, respiração profunda e meditação

Texto: Cristina Almeida 

Os exrcícios do Tai Chi Chuan requerem contração e relaxamento e determinadas partes do
Existem muitas lendas sobre as origens do Tai Chi Chuan, que datam do século XII a.C. A mais famosa delas é a história do monge chinês taoista chamado Chang San Feng. Hábil em várias artes marciais, ele sonhava em agregar princípios filosóficos às técnicas corporais de luta e autodefesa. A partir da observação de animais como o tigre, o dragão, o leopardo, a cobra e a garça (gru), o monge notou que os dois últimos eram muito mais hábeis na superação de oponentes fortes e ágeis. A partir daí, desenvolveu uma série de exercícios físicos que imitam seus movimentos, tidos como capazes de estimular a integração do ser humano por meio do fortalecimento físico, do equilíbrio emocional, da flexibilidade do corpo e clareza mental, bem como do desenvolvimento do discernimento entre o bem e o mal e do caráter pessoal.
Por que é benéfico?
Para os chineses, o Tai Chi Chuan permite o fruir da energia vital Qi (ar/força) por todo o corpo, equilibrando as forças opostas da natureza conhecidas como Yin e Yang. Para a saúde, essa harmonia energética é benéfica de várias maneiras, uma vez que a prática fortalece ossos, músculos, tendões, metabolismo, além de garantir o bom funcionamento de todos os sistemas orgânicos, aumentar a capacidade pulmonar e estimular a circulação sanguínea. Há ainda melhora do equilíbrio e proveito psicológicos, que resultam no controle das emoções e mais concentração, respostas imediatas dos exercícios respiratórios e do foco exigido para a realização de todas as séries de movimentos.
Cuidados prévios
Embora considerado seguro, inclusive para os idosos, se praticado de forma excessiva u sem supervisão, o Tai Chi pode causar torções e dores musculares. Gestantes devem iniciar após o terceiro mês de gravidez, e requerem acompanhamento de um instrutor. Pessoas com hérnias, problemas articulares, dores nas costas, torções, fraturas ou osteoporose grave devem ser consultadas antes do início dessa prática. Segundo a professora Ângela Soci, diretora da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan (SBTCC), a técnica possui apenas uma contraindicação: indivíduos que sofrem de distúrbios mentais ou estejam em tratamento com remédios controlados. Além disso, por ser considerada uma prática de baixo impacto, pesquisas científicas mostram que ela é benéfica para pessoas que sofrem com diabetes, doenças reumáticas, osteoporose, doença de Parkinson, doenças cardiovasculares, dor crônica, depressão, além de prevenir quedas.
5 vantagens para quem pratica
1. Flexibilidade e força: Os exercícios requerem contração e relaxamento e determinadas partes do corpo, diminuindo a sensação de fraqueza e fortalecendo os músculos. A falta de flexibilidade e o enrijecimento muscular podem ser a causa da muitas dores e limitações. A prática ajuda a coordenar os movimentos corrigindo essas dificuldades.
2. Menos estresse: Durante os exercícios é preciso se concentrar na respiração e nos movimentos, e essa atitude ajuda a acalmar as emoções e a mente, promovendo uma sensação de bem-estar geral.
3. Melhora da postura: Ombros e costas são constantemente solicitados para o alinhamento da coluna durante os exercícios. E esses movimentos naturalmente estimulam a manutenção do alinhamento da coluna vertebral, evitando possíveis dores nas costas ou no pescoço.
4. Aumento da capacidade respiratória: O ritmo respiratório que se impõe durante os exercícios leva a um estado mental e físico que estimula a circulação sanguínea. O resultado é mais oxigênio no cérebro e nos músculos.
5. Estímulo do sistema imunitário: A prática melhora e harmoniza os órgãos, fortalecendo todos os sistemas, mantendo o praticante saudável e capaz de superar doenças como gripes, além de prevenir doenças degenerativas

domingo, 9 de junho de 2013

Pesquisa reafirma os benefícios da espiritualidade para o bem-estar

 

Pesquisa reafirma os benefícios da espiritualidade para o bem-estar Diego Vara/Agencia RBSPesquisa reafirma os benefícios da espiritualidade para o bem-estar

A euritmia é uma prática corporal que busca harmonizar o corpo, a alma e o espírito Foto: Diego Vara / Agencia RBS
A relação das pessoas com o sagrado, em suas mais diversas formas, também pode ser uma fonte de bem-estar. O equilíbrio entre a mente, o corpo e o espírito é capaz de trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida.
A pesquisa IBE, realizada em Porto Alegre, evidencia a relação entre felicidade e espiritualidade. As pessoas que afirmam possuir alguma religião apresentam maior bem-estar do que as que não têm uma crença, resultado que se repete em quase todas as dimensões avaliadas. Enquanto os religiosos alcançaram o índice de 0,69, aquelas sem nenhuma crença ficaram com 0,63.
O pesquisador do Núcleo de Estudos da Religião da UFRGS Rodrigo Toniol afirma que a importância da religião na vida de cada um é um fator muito pessoal e que as respostas para essa avaliação podem ser tão variadas quanto o número de pessoas no mundo. Ele destaca, entretanto, que a relação das pessoas com o sagrado tem se modificado.
– Percebemos uma tendência de uma diminuição de fiéis em instituições religiosas tradicionais, como o catolicismo, que veio acompanhada de um aumento de seguidores das igrejas neopentecostais, um fenômeno que merece atenção no atual quadro das reli­giões no Brasil – comenta.
Ao mesmo tempo, diz Toniol, há um crescente individualismo do crer e o número de pessoas sem religião tem aumentado, “o que não significa que essas pessoas não busquem se relacionar com o sagrado de outros modos”, esclarece. Nesse cenário, ocorre uma legitimação de terapias alternativas. Algumas, inclusive, tiveram sua oferta assegurada pela chamada Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, lançada pelo Ministério da Saúde em 2006.
– Para o sujeito, na maior parte das vezes, essas práticas não têm a ver com algo da ordem dos dogmas religiosos, mas com a possibilidade de desenvolvimento mental, físico e espiritual de si mesmo – diz Toniol.
Foi justamente para alcançar “um afago na alma” e uma melhor qualidade de vida que a jornalista Isabela Niemeyer, 42 anos, buscou a euritmia, uma prática corporal que busca harmonizar o corpo, a alma e o espírito. Para ela, a escolha foi acertada:
– É uma outra vida. Sinto que tenho mais energia, mais força vital, que estou mais conectada a mim mesma, à comunidade que eu estou frequentando, ao Universo.
Entendendo que a presença do sagrado está em cada um e em todos, Isabela tem uma relação particular com a espiritualidade:
– Cada um pode ser e ter essa conexão que eu chamo de divina. Você não precisa estar em uma religião específica, você tem de seguir o seu coração, acreditar. A euritmia me fez ver, de fato, o que está no meu coração.>>Em site especial, leia mais sobre a pesquisa IBE 2013

O Que é a euritmia
A euritmia é uma prática que trabalha para harmonizar a alma, o corpo e o espírito por meio dos movimentos.
– Esse movimento faz com que a gente se alinhe com as forças da terra (a matéria) e com as forças do céu (o espírito). A postura ereta do ser humano mostra que nós somos seres que vivem entre esses dois âmbitos – explica a euritmista Margrethe Skou Larsen.
A palavra euritmia vem do grego e significa “ritmo harmonioso”. O precursor foi o austríaco Rudolf Steiner que, em 1912, realizou uma movimentação de busca pela espiritualidade no mundo da dança. Nessa busca, surge a euritmia.
Na dança, todo o movimento é consciente e repleto de sentimento, o oposto do que ocorre na ginástica. Segundo Margrethe, tudo acontece por meio da percepção, permeando todas as partículas do corpo.
>>>Acompanhe o Bem-Estar no seu celular. Clique aqui para acessar nosso aplicativo ou digite
http://zhora.co/appbemestar no seu smartphoneVeja a relação entre religão e bem-estar segundo a pesquisa IBE:
 

Cinco fatores que fazem o corpo envelhecer

Elioenai Paes , iG São Paulo                 
Médico norte-americano explica como modificar fatores que podem ser mudados no processo de envelhecimento dentro do organismo
Envelhecer é natural. Para o médico norte-americano Mike Moreno, no entanto, é possível atrasar o "relógio interno" e exibir uma idade biológica menor do que a verdadeira.
No livro "O plano dos 17 dias para manter-se jovem" (Ed. Fontanar) o especialista enumera e explica cinco processos que prejudicam o funcionamento normal do organismo e favorecem o envelhecimento.
Segundo Moreno, todos esses processos podem ser atenuados com boa alimentação, consumo correto de vitaminas e a prática regular de exercícios físicos. Entenda os fatores que fazem o corpo envelhecer:
1 – Inflamação
De acordo com o especialista, a inflamação é um processo normal dentro do organismo, que ajuda o corpo a combater infecções e a reparar tecidos danificados. O problema é quando ela fica fora de controle e não desaparece naturalmente.
“Quando isso acontece em lugares perigosos, como artérias ou articulações, células são danificadas, e você pode ficar bastante doente e enfraquecido”, escreve Moreno, que é membro da Academia Americana de Médicos da Família.
Não se sabe exatamente o que é que pode causar a inflamação crônica, mas é sabido que o cigarro é uma das principais causas de inflamação no corpo. A obesidade, o sedentarismo e o estresse também contribuem.
Como prevenir: Moreno sugere manter o peso ideal, fugir do sedentarismo, entender quais são as gorduras boas e ruins, comer carboidratos bons e moderar o consumo de bebidas alcoólicas – moderação, para Moreno, significa 1 dose diária.
2 – Estresse oxidativo – quando o corpo 'enferruja'
O livro explica que o processo de oxidação no organismo pode ser comparado à ferrugem, e que há limites para a oxidação natural do corpo. Quando fica excessiva, acontece o chamado estresse oxidativo, quando as células vão, pouco a pouco, sendo danificadas. E os vilões são os radicais livres.
“Com o tempo, os radicais livres podem se acumular no corpo e levar a problemas sérios de saúde, como câncer, diabetes, aterosclerose, Alzheimer e artrite reumatoide”, explica.
Para prevenir: Ingerir antioxidantes como vitaminas A, C, E, betacaroteno, selênio, bioflavonoides e as plantas ginkgo biloba e ginseng . Alimentos coloridos são ricos em antioxidantes. Moreno também recomenda praticar exercício físico com moderação – nada de exageros.
“Um sinal para saber se a intensidade do exercício foi correta é a ausência de dores e cansaço após 48 horas”.
3 – Glicosilação
É um nome complicado para um processo que acontece quando moléculas de açúcar se unem com proteínas dos alimentos. O resultado dessa mistura não é nada bom.
“E essa massa dura e emaranhada de tecidos, como você pode imaginar, faz um estrago na flexibilidade dos seus órgãos, levando-os a enrijecer. Esse enrijecimento no seu coração, por exemplo, pode afetar drasticamente a capacidade dele de bombear sangue”, explica o médico no livro.
Para prevenir: O médico indica evitar a ingestão de xarope de milho rico em frutose, que está presente em muitos alimentos industrializados e comer mirtilos, frutinhas do bosque ricas em anti-inflamatórios chamados cianinas. Eles ajudam a evitar a glicosilação e fazem a pele parecer mais jovem.
4- Metilação
Moreno explica que a metilação é um processo vital das céulas do corpo. É ela quem determina se a pessoa vai absorver com sucesso vitaminas, enzimas ou outros compostos químicos ingeridos com a alimentação.
Segundo Moreno, se o organismo não estiver realizando essa função adequadamente, é possível tratar a causa do problema, que geralmente se deve a uma deficiência na ingestão de ácido fólico, uma vitamina do complexo B. Comer ovos e sementes, por exemplo, ajudam, pois são alimentos ricos nessa vitamina.
Para prevenir: Comer gema de ovo (é rica em vitamina B12), investigar se não está tomando medicamentos que interferem na absorção dessa vitamina e comer sementes de girassol, que são muito nutritivas.
“Mastigue algumas como lanche, ou espalhe uma colherada delas na salada ou na sopa. O mesmo vale para sementes de abóbora, de chia e de gergelim. Mas cuidado com o sódio; prefira o tipo sem sal. E elas são mais calóricas do que você imagina, portanto, não exagere”, aconselha o médico no livro.
5 – Baixa imunidade
A imunidade também é um fator importante para a prevenção de doenças. Com o passar dos anos, segundo descreve Moreno, o sistema imunológico vai ficando mais debilitado, algo que pode ser melhorado com uma alimentação adequada e hábitos de higiene.
“Vale a pena mencionar que todos os cinco fatores do envelhecimento estão inter-relacionados de alguma forma; portanto, as mudanças de estilo de vida e comportamento que você faz para um fator afetam os outros quatro”.
Para prevenir: Lavar as mãos frequentemente, tomar todas as vacinas necessárias, assegurar que a ingestão de vitaminas seja satisfatória, não fumar e só usar antibióticos quando recomendado pelo médico, orienta Moreno.

sábado, 8 de junho de 2013

Cura por intenção consciente, cura espiritual – Será que realmente funciona?

Numa pesquisa recente com mais de 4.000 enfermeiras concluiu-se que 80% sentiam que a espiritualidade deveria estar coberta na formação do enfermeiro como sendo um aspecto central da enfermagem. Porquê? Porque funciona e porque vai de encontro a novas linhas e a novas teorias sobre a consciência.
O físico Gerald Feinberg afirmou que: “Se tais fenómenos de facto ocorrem, não será necessária nenhuma mudança nas equações fundamentais da física para descrevê-los.” Henry P. Stapp, da Universidade da Califórnia-Berkeley afirma: “Os nossos pensamentos estão ligados à natureza por conexões não-locais: o que uma pessoa escolhe para fazer numa região parece imediatamente afectar a realidade noutras partes do universo”, sugerindo um efeito de entrelaçamento quântico, já provado a nível sub-atómico. Várias evidências (ver estudos do Instituto de ciências Noéticas ou Instituto Heartmath, links no fim do artigo) sugerem que aqueles que seguem um caminho espiritual na sua vida, vivem vários anos a mais do que aqueles que não seguem tal caminho e também que experimentam uma menor incidência de quase todas as principais doenças.
Numa pesquisa de médicos de família americanos descobriu-se que 99% estão convencidos de que as crenças espirituais podem curar, e 75% acreditam que as orações de outras pessoas podem ajudar um paciente a recuperar. O efeito placebo, cientifico e empiricamente aceite, é prova disso.
No famoso site de referência médica WebMD podemos ler que “Estudos em desenvolvimento mostram que a cura espiritual através de orações de outras pessoas (oração de intercessão) podem reduzir a necessidade de respirar por máquinas e de tratamentos de drogas ou uso de antibióticos ou pílulas de água em pacientes cardíacos”. É um facto que por todo mundo existem biliões de pessoas que acreditam que “acreditar” (fé?) nas nossas intenções pode causar efeitos de cura, mas será que existem estudos individuais cientificamente estáveis ​​para dar credibilidade a este tipo de cura espiritual?
Eis um exemplo de um estudo:
O Dr. Glen Rein (PhD) descobriu que a energia amorosa enviada através da intenção tem mudanças conformacionais na molécula de DNA humano. A molécula de DNA, na verdade, desenrolou-se e começou a curar-se, quando na presença de energia amorosa enviada através da intenção. A molécula de DNA começou a curar-se a si própria apenas quando enviou a energia do amor através da intenção consciente e fez o oposto, quando enviou pensamentos de tensão e raiva. ”Efeitos da intenção consciente sobre o DNA humano” é o nome do estudo e aqui está um link para o estudo original.
Existem muitos outros estudos que podem sugerir que realmente o homem pode ter em si próprio mecanismos de auto-cura, bem como estudos que conseguem mostrar evidências do poder das intenções conscientes (sendo que inconscientes são bem mais difíceis de provar, no entanto uma hipótese a colocar). Fontes: Alguns sites de mass media em que se discute este tema: Aqui estão grande mídia discutindo
Portugal mundial também sugere a visualização de:
Série documental narrada por Morgan Freeman: “Through the wormhole

Estar sempre cansado pode ser sinal de doença

Com o acúmulo de funções no dia-a-dia, é comum sentir-se cansado. Mas quando é que a sensação de cansaço deixa de ser uma conseqüência física das atividades diárias e passa a ser uma patologia? Acordar cansado após uma noite de sono, ter dores de garganta recorrentes e dores musculares excessivas depois de atividades físicas são sintomas da Síndrome da Fadiga Crônica (SFC).
A SFC é uma doença que se apresenta como um cansaço que não passa, mesmo após um período de repouso, acompanhado de necessidade de se deitar após exercícios físicos e falta de motivação para as tarefas diárias. Além disso, outros fatores a diferenciam do simples cansaço, como cefaléia (dores de cabeça), dores nos músculos e nas articulações, mal-estar após exercício físico, sono não restaurador, perda de memória.
Muito se especula sobre as causas da síndrome. Segundo o ginecolosita Décio Alves, do HospitaL Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), “o estilo de vida moderno (corrido e competitivo) tem sido associado ao desenvolvimento deste quadro”. Assim, qualquer pessoa que passe por situações de estresse pode ser considerada parte do grupo de risco da doença, inclusive “mulheres que estão no mercado de trabalho e as crianças que não têm bom ambiente familiar”.
Por enquanto não foi encontrada uma causa definitiva, mas estudos realizados desde 1990 relacionam a síndrome com algumas infecções crônicas como herpes e candidíase e com estados emocionais.
Não há um exame que possa identificar a síndrome. Para que ela seja diagnosticada é preciso que o médico exclua outras doenças como Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), tuberculose, intoxicações, doenças renais e diversos tipos de câncer. Segundo Décio, uma avaliação ortopédica também se faz necessária devido ao quadro doloroso, que pode estar associado a doenças de coluna. Após descartar essas doenças com base em diversos exames, o médico pode iniciar o tratamento.
A Síndrome da Fadiga Crônica não tem cura definitiva. O que se pode fazer é controlar os sintomas. O uso de medicamentos específicos é indicado para casos de dores, depressão e insônia. No mais, uma mudança de hábitos, como a inclusão de alimentos naturais na alimentação, reserva de horas para descanso e exercícios e organização das horas de trabalho, pode colaborar no tratamento dos sintomas,assim como o acompanhamento de um terapeuta.
A utilização de tratamentos alternativos também é indicada, principalmente em pacientes da terceira idade, por conta da ação mais suave. A acupuntura é indicada em casos dolorosos, já a terapia ortomolecular é muito indicada por conta de sua ação contra os radicais livres e para que haja a “melhora na função neurológica, atacando os sintomas emocionais”, acrescenta o especialista.
Apesar de não ter cura, há como evitar a Síndrome da Fadiga Crônica. “Manter bons hábitos de vida, exercícios, evitando estimulantes como café, álcool e cigarro, manter uma vida profissional produtiva e a vida familiar e emocional estáveis serão sempre os melhores remédios, evitando desencadear a síndrome”, aconselha Décio.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Quantidade de iodo do sal será alterada no Brasil

A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, em reunião nesta terça-feira (16), a adoção de novos valores para a adição de iodo no sal para consumo humano no Brasil. A faixa de variação do iodo no sal vai variar de 15mg/kg a 45 mg/kg; atualmente a faixa é de 20 a 60 mg/kg.
A medida foi tomada a partir de pesquisas que revelam que a população brasileira tem uma taxa de iodo maior do que a recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os novos valores também seguem a orientação do Ministério da Saúde, que tem acompanhado o perfil de consumo de sal no Brasil.
A adição do iodo no sal foi adotada na década de 50 do século passado como estratégia de redução do Bócio, doença provocada pela deficiência do iodo no organismo. No entanto, a quantidade de adição do nutriente tem sido revista ao longo dos anos em virtude das mudanças no padrão de alimentação dos brasileiros, pois o excesso deste nutriente também traz danos à saúde.
De acordo com a gerente-geral de Alimentos da Anvisa, Denise Resende, as empresas terão 90 dias para se adequar, a partir da publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU). “Não deve haver dificuldades neste sentido, já que atualmente 93% das amostras coletadas no mercado já estão dentro da nova faixa definida”, explicou Denise.
Confira aqui a apresentação realizada na reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa.
Acordo para Redução do Consumo de Sódio – Para contribuir com a diminuição do consumo de sódio, o Ministério da Saúde firmou um acordo com a indústria alimentícia pela redução gradual do teor de sódio em alimentos processados. Desde 2011, governo federal fechou três termos de compromisso para que várias categorias de alimentos sejam produzidas com menos sódio.
“Esse acordo incentiva a indústria a oferecer alimentos menos prejudiciais à saúde e reforça o compromisso do governo federal na promoção de hábitos de vida mais saudáveis dos brasileiros. Com a iniciativa, o Brasil protagoniza a elaboração de um modelo que pode virar referência para diversos países”, completa Patrícia Jaime, coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.
Temperos, caldos, cereais matinais e margarinas vegetais, macarrões instantâneos, bisnagas e vários outros terão metas para os próximos anos de redução do teor de sódio. Somados os três convênios, a previsão é de que até 2020, estejam fora das prateleiras mais de 20 mil toneladas de sódio. O acordo determina acompanhamento das informações da rotulagem nutricional dos alimentos e as análises laboratoriais de produtos coletados no mercado.

Publicado Edital de Pesquisa em Práticas Integrativas e Complementares

http://dab.saude.gov.br/portaldab/noticias.php?conteudo=_&cod=1781
A Chamada, MCTI/CNPq/MS - SCTIE - Decit Nº 07/2013 - Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PICS) no Sistema Único de Saúde, está aberta no site do CNPQ, acesse clicando aqui.
 
Pesquisadores de todo o Brasil com projetos vinculados a produção de conhecimento sobre Práticas Integrativas e Complementares (PICs) podem se inscrever até o dia 22 de julho. A iniciativa tem como objetivo desenvolver e disseminar estudos sobre PICs no Sistema Único de Saúde (SUS).
 
Serão financiados projetos que abordem custo-efetividade de ações de PICs no SUS; avaliação de serviços de PICs no SUS; e pesquisas clínico-epidemiológicas com enfoque no uso das práticas integrativas no cuidado a pessoas com doenças crônicas não transmissíveis.
 
O edital foi desenvolvido pela Coordenação Geral de Áreas Técnicas do Departamento de Atenção Básica/SAS, em parceria com o Departamento de Ciência e Tecnologia/SCTIE do Ministério da Saúde e por intermédio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq.
 
 
 
Descrição: Descrição: Descrição: image001.png@01CCE1CFTiago Pires de Campos
Área Técnica de Práticas Integrativas e Complementares
Coordenação Geral de Áreas Técnicas
Departamento de Atenção Básica
SAS/Ministério da Saúde
Edifício Premium SAF- Sul – Qd 2 – Lote 5/6
Bloco II – Auditório – Sala 5 – Brasília – DF CEP: 70.070-600
Visite nosso site www.saude.gov.br/dab
 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

ORIENTAÇÕES PARA UMA SAÚDE EQUILIBRADA

* Por Dr. Wanderson M Carvalho
Entre os grandes problemas da vida moderna, estão as toxinas, formadas por agrotóxicos, aditivos químicos e metais tóxicos. Também são impasses do mundo atual as ondas eletromagnéticas de aparelhos domésticos, celulares, ondas de rádios, microondas; as energias telúricas; a irradiação e parasitas como vermes, bactérias, fungos e vírus. Estão ainda nesta lista: alimentação com baixa nutrição; poluição do ar; contaminação das águas e dos alimentos; stress. Para complicar, muitas pessoas não respiram corretamente, não dormem bem, fazem exercícios físicos inadequados, não meditam e têm pouca fé em um futuro melhor.
De fato, acumulamos cada vez mais produtos tóxicos e parasitas, o que torna nosso sangue cada vez mais desequilibrado. Com isso ficamos predispostos a doenças, sobretudo as crônicas e degenerativas, além do câncer, cuja incidência aumenta de modo assustador.
Mas a Vida não é apenas doença e tristeza.
Ser saudável, calmo, inteligente e viver com alegria é possível!
A você que está decidido a cuidar melhor da saúde emocional, mental, física e espiritual, recomendamos que se dedique, inicialmente, a um período de desintoxicação e regeneração celular.
Veja que interessantes estas orientações:
1 Para descobrir se você tem doenças já instaladas, faça um chek up com um médico de sua confiança. Médico este que a sua consciência intuitiva escolheu. Para ter um sistema imunológico forte e prevenir doenças agudas, crônicas e degenerativas, principalmente o assustador câncer, cuide da alimentação do seu emocional, do seu mental e do seu corpo físico, não esquecendo, também, do espiritual. Comer alimentos orgânicos saudáveis, fazer exercícios físicos moderados, descansar, relaxar, meditar, ler bons livros, respeitar o próximo, trabalhar com alegria, escutar mais, sorrir mais, brincar mais, dançar mais, cantar mais, abraçar mais e entrar em harmonia com a natureza e o universo estão entre os melhores hábitos para uma vida melhor.
2 Dê preferências aos produtos orgânicos (alimentos, cosméticos, roupas...). São produtos sem agrotóxicos, sem aditivos químicos, sem antibióticos, sem corantes artificiais, não-transgênicos, não-irradiados, com maior poder de nutrição que os alimentos comuns, e ecologicamente corretos. Os produtos orgânicos são naturais, mas nem tudo que é natural é orgânico.
3 Dê preferência para os produtos de indústrias e empresas que estejam atentas à sua saúde e à saúde do planeta. Fique sempre de olho nos rótulos e nas embalagens.
4 Dê preferência aos cosméticos orgânicos, pois são mais compatíveis com sua pele e cabelos, e com seu sistema imunológico. Eles não possuem conservantes, fragrâncias artificiais, óleo mineral, derivados de petróleo, parabenos, silicones, lauril sulfato de sódio, propileno glicol, ingredientes transgênicos irradiados... Utilize apenas os que tiverem certificação de orgânicos.
5 Pesquisas revelam que os metais tóxicos, os aditivos químicos e a nutrição de baixa qualidade desencadeiam, nas crianças, o aparecimento de hiperatividade, déficit de atenção, agressividade, distúrbios cognitivos, depressão, baixa imunidade...
6 Desintoxique o emocional, o mental e desative metais tóxicos, amálgamas metálicas, ligas metálicas, parasitas e aditivos, do seu “Ser”
7 Durante sua desintoxicação orgânica, mental e emocional, faça uma reposição natural das 44 substâncias essenciais para seu organismo. Elas estão presentes nos alimentos funcionais e nutracêuticos. Essas substâncias permitem que o organismo gere um exército de defesa, sangue de excelente qualidade, ossos fortes e sistema psiconeuroendocrinoimunológico em ótimo estado. Se não for contraindicado, tome maior quantidade de produtos do quarteto fantástico: zinco, cobre, magnésio e ferro (presente na natureza).
8 Beba água de boa qualidade e com ph maior que 7,5. As melhores são as de ph 8 ou maior. Evite ingerir água com ph menor que 7,5 porque pode acidificar ainda mais o seu organismo. Água de coco é a ideal.
9 Dê preferência aos alimentos integrais, pois são ricos em nutrição e fibras. Escolha alimentos ricos em vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina A, vitamina D, vitamina E e vitamina K. Faça pratos coloridos com alimentos naturais que contenham as cores amarelo ou laranja (betacaroteno), verde (clorofila), branco (flavina), marrom (fibras), vermelho (licopeno). Dê preferência às frutas, verduras e legumes crus, que são ricos em nutrição e enzimas. Sem enzimas nosso organismo não funciona. Nossas reações químicas dependem das enzimas e dos minerais essenciais. Se o seu organismo digere mal os alimentos, ingerir alimentos macrobióticos passa ser é uma ótima escolha. Na cozinha macrobiótica, utiliza-se o cozimento, para facilitar a digestão e assimilação dos minerais, das vitaminas e aminoácidos presentes nestes alimentos.
10 Tomar sucos feitos na hora para evitar a oxidação, perda de vitaminas e enzimas. Você pode combinar frutas, verduras, legumes e germinados para desenvolver sucos saborosos, nutritivos e curativos. O poder da natureza em seu copo, para tê-lo é só beber!
11 Dê preferência ao mel, açúcar mascavo ou melado, mas se forem contraindicados, prefira adoçante Stevie e agave. Evite açúcar branco, aspartame e adoçantes artificiais. Quanto menos açúcar melhor, ele acidifica o organismo e diminui os minerais alcalinos essenciais.
12 Utilize azeite de oliva extravirgem, óleo de gergelim, óleo de castanha do Pará, óleo de coco...
13 Dê preferência ao sal marinho porque é rico em minerais (em torno de 92 minerais) e seu preparo não leva química que agrida o nosso organismo.
14 Em saladas use limão, vinagre de maçã com fermentação natural, shoyu orgânico. Evite vinagres com ácido acético. O vinagre de maçã orgânico tem muitas propriedades curativas.
15 Se consumir carne vermelha, prefira as magras e orgânicas, sem antibióticos, hormônios, conservantes, agrotóxicos...
16 Se consumir pescados, evite peixes grandes como atum e tubarão, pois oferecem mais risco de conter metais tóxicos. Evite também peixes de cativeiro, pois são alimentados com rações que contêm hormônios, antibióticos, corantes. Cuidado com os peixes e frutos do mar capturados em região de impacto ambiental porque podem estar contaminados com arsênio, mercúrio, chumbo... Prefira sardinhas e paratis, que são ricos em ômega três e possuem alto teor de nutrição, porque se alimentam de níveis altos de fitoplancton, o verde dos mares. Por viverem pouco tempo estes peixes correm menos risco de acumular metais tóxicos em seus organismos.
17 Se consumir frangos e ovos escolha os caipiras e os orgânicos porque são mais nutritivos e não recebem antibióticos artificiais e hormônios artificiais. Os ovos galados possuem mais energia vital.
18 Tenha sempre na sua dieta: alimentos ricos em clorofila (Chlorella de boa procedência e suco de trigo verde orgânico), alimentos ricos em inulina e fruto-oligossacarídeos (FOS), bactérias probióticas, Ômega 3 (EPA e DHA), óleo de oliva extravirgem, chá verde, linhaça, compostos fermentados de soja orgânica (missô, nato, shoyu...), arroz integral cateto, feijão azuki, gengibre, alho, cebola, quinoa real, amaranto, cogumelos, mel, geléia real, pólen e própolis, goji, cacau, maca, espirulina, aloe vera, coco, açaí, mirtilo.
19 Introduza na alimentação: frutas, folhas, cereais, grãos, raízes, especiarias, sementes, brotos e algas, nutracêuticos, prebióticos, probióticos e simbióticos.
20 Evite panelas de alumínio, de teflon, e de ferro com ligas metálicas. Prefira as de pedra sabão, vidros temperados...
21Evite usar o forno de microondas. Se usar, não combine gordura, alta temperatura e plásticos, porque liberam dioxina e bisphenol-A. Está sendo relatado que são substâncias cancerígenas. Prefira vidro temperado.
22 Cuidado com alimentos guardados por muito tempo na geladeira. Nesse ambiente tendem a desenvolver muitos fungos, sobretudo a cândida albicans. A comunidade científica internacional tem correlacionado fungos oportunistas com câncer.
23Tome sol, sempre no inicio da manhã e no final da tarde. Essa energia é muito importante para a sua saúde e o fortalecimento dos ossos. Vitamina D e sol sempre andam juntos. A luz solar emite sete frequências de cores que realizam cromaterapia nos sete centros de captação de energia dos seres humanos.
24 Se precisar, oriente-se com médicos da medicina integrativa com ênfase quântica e relativista (medicina convencional + medicina alternativa com ênfase quântica e relativista...).
25 São sinais de boa saúde: intestino funcionando bem e sem formação de gases em excesso; memória boa; pele sem acne e sem micose; unhas fortes, sem manchas, sem irregularidades e sem micoses; cabelos fortes, couro cabeludo sadio e sono tranqüilo!
Desejo a você muita vitalidade e Paz!
* Dr. Wanderson M. Carvalho – CRM 15200
Clínica Geral, Anestesiologia e Terapia Intensiva
Medicina Integrativa Quântica e Relativista