sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Acupuntura trata o estresse

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O tratamento do estresse, sem a utilização de medicamentos, é uma proposta do método da acupuntura que vem sendo, cada vez mais, disseminada por médicos especializados. O estresse envolve, além da depressão, sintomas físicos e também ansiedade, e, quando em fase aguda, dificilmente a pessoa consegue controlá-lo sem ajuda médica. O estímulo estressante pode causar uma série de sintomas tanto orgânicos como de alterações psíquico-comportamentais. Em condições crônicas causa desgaste físico-mental, chegando até a gerar doenças degenerativas permanentes.
O tratamento de acupuntura para o estresse e suas manifestações sistêmicas e psicológicas tem apresentado resultados bastante satisfatórios, pois não há efeitos colaterais relevantes que sejam conhecidos. Em geral, recomenda-se de uma a duas aplicações por semana, e, em caso de dor muscular, o paciente já sente alívio logo após a primeira aplicação. Já as alterações emocionais e os distúrbios de sono podem levar mais de dez sessões para terem efeito consolidado. Portanto, o efeito varia de caso a caso, dependendo da duração de tempo de doenças, da causa do estresse, e da vulnerabilidade dos pacientes. Vale esclarecer que a acupuntura, por meio de estímulo nos pontos pelas agulhas e outros instrumentos, produz uma série de reações locais e sistêmicas, resultando alívio dos sintomas de forma imediata ou progressiva.
As ações da acupuntura são pela via nervosa; há a liberação de substâncias como a endorfina, dopamina e serotonina em várias regiões do cérebro, resultando em efeito de analgesia, calmante, antidepressivo, relaxamento muscular, melhora das funções de distúrbios dos órgãos internos, entre outros distúrbios já comprovados em muitas pesquisas científicas feitas no mundo inteiro. A importância de um diagnóstico correto evita a presença concomitante de outras doenças, portanto, ressaltamos a necessidade do tratamento ser realizado por médicos especializados em acupuntura.
Apesar de ser conhecido como um dos males do século, o estresse é um termo adaptado ao conceito de doenças psicossomáticas causadas pelos distúrbios emocionais, e foi descrito pelos antigos médicos na China, há mais de três mil anos. O primeiro capítulo do livro de Acupuntura e Medicina Chinesa já mencionava que para manter a homeostase do corpo, o individuo deve manter a mente calma, exercícios físicos adequados, respiração suave e lenta e alimentação regrada, ou seja, nada de excesso no dia-a-dia. Passaram tantos séculos e essas recomendações continuam válidas. Comumente são repetidas, em palestras ou nos livros de auto-ajuda escritos pelos especialistas, as teorias que alertam como proteger o organismo do estímulo estressante.
O estresse, geralmente, aumenta a pressão arterial e a freqüência cardíaca, contraindo músculos e vasos sanguíneos, reação que pode ser extremamente prejudicial, dependendo de intensidade e vulnerabilidade do indivíduo. Basicamente, afeta o sistema imunológico que é responsável pela defesa do corpo, sistema nervoso que responde a capacidade de restaurar o reajuste do corpo e sistema endócrino, responsável pela produção hormonal. Por isso, as manifestações de sintomas são diversas e individuais. 
 Sintomas comuns:
Distúrbios físicos: dores de cabeça, indigestão, dores musculares, insônia, indigestão, aumento de freqüência cardíaca, alergias, distúrbio de sono, queda de cabelo, mudança de apetite, gastrite, síndrome de colo irritável, cistite, dermatoses e esgotamento físico.
Distúrbios psicológicos: apatia, memória fraca, alteração de comportamento, desmotivação, agressividade, irritabilidade, intolerância, instabilidade emocional e ansiedade.
 

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