terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Como fazer sua mente controlar seu corpo !!!

Como seu cerebro vai ajudar o seu corpo no equilibrio de suas ações . . .
Guia mental de sucesso – treine !!!!
"Com a prática de ir cortando na raiz os pensamentos negativos pelos seus opostos, a turbulência da mente vai diminuindo e você vai se sentir mais confiante, tranqüilo e seguro"
"Alcance o autodomínio através da vigilância constante da mente. Não desista, não desanime se não conseguir logo suas metas e desejos"
"Tenha cuidado com seus pensamentos. Cada pensamento é como um bumerangue. Tudo que sua mente enviar, volta para você"
“A Lei da Atração pode ser definida da seguinte maneira: Atraio para a minha vida qualquer coisa à qual dedico atenção, energia e concentração, seja ela positiva ou negativa”.
“Quer sua vibração seja positiva, quer seja negativa, a Lei da Atração vai lhe dar mais dessa vibração”.
“Para saber se está emitindo vibrações positivas ou negativas a respeito de algo, dê uma olhada nos resultados que tem obtido nessa área da sua vida. Eles são o reflexo perfeito daquilo que você está vibrando.”
Reflita sobre a importância do pensamento positivo. Compreenda como ele cria, constrói, transforma, renova. É uma verdadeira alquimia. Tem o poder de mudar sua vida para melhor.
“Quando passa daquilo que não quer para aquilo que quer, as palavras se modificam. Quando as palavras se modificam, a vibração se modifica, e você só pode emitir uma vibração de cada vez.”
Mude suas palavras e suas frases para que emitam vibrações positivas tirando a idéia de falta e criando força interna para realização de seus desejos.
"Peça, acredite e receba é a lei da atração do universo. Mudando sua mente, você começa a mudar seu destino".
Assim Seja e Está feito, pois a Lei Cósmica se cumpre sempre!

Tristeza e ansiedade não são doenças mentais

Peter Kinderman, professor de Psicologia Clínica - BBC
Problemas humanos, não doenças
A próxima edição do Manual Psiquiátrico norte-americano vai aumentar o número de pessoas na população em geral diagnosticadas com uma doença mental.
Mas o que essas pessoas necessitam é de ajuda e compreensão, e não de rotulações e medicamentos.
Muitas pessoas experimentam um processo de luto profundo e duradouro após a morte de um ente querido. Muitos soldados que regressam de um conflito sofrem de trauma.
Muitos de nós somos tímidos e ansiosos em situações sociais, ou desmotivados e pessimistas quando estamos desempregados ou não gostamos de nossos trabalhos.
Para uns poucos de nós, experiências de abuso ou falha nos levam a sentir que a vida não vale a pena.
Precisamos reconhecer essas verdades humanas e precisamos oferecer ajuda.
Mas não devemos considerar essas experiências humanas como sintomas de uma doença mental.
Diagnósticos psiquiátricos
Diagnósticos psiquiátricos não são só cientificamente inválidos, eles também são prejudiciais.
A linguagem da doença implica que as raízes dessas angústias emocionais fundamentam-se em anormalidades em nosso cérebro e em nossa biologia, comumente chamados de "desequilíbrios químicos".
Isso nos torna cegos para as causas sociais e psicológicas dessas angústias.
Mais importante, temos a tendência de prescrever soluções medicamentosas - antidepressivos e antipsicóticos - apesar dos significativos efeitos colaterais e as comprovações pobres de sua eficácia.
Isso está errado.
Nós não devemos diagnosticar muito mais pessoas com "doenças mentais" sem sentido, dizendo-lhes que estas decorrem de anormalidades cerebrais, e prescrever medicações.
Vício em internet e birra de criança vão virar doenças
Um Manual de Psiquiatria norte-americano, extremamente influente, utilizado por médicos e pesquisadores para diagnosticar e classificar transtornos mentais, foi atualizado e está agendado para publicação em maio de 2013.
Mas esta última edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Americana de Psiquiatria, ou DSM-5, só vai tornar ainda pior uma situação que já é ruim, porque vai baixar muitos limiares de diagnóstico e aumentar o número de pessoas na população em geral vistas como tendo uma doença mental.
Psiquiatras ampliam definição de doenças para aumentar mercado
O novo diagnóstico de "transtorno da desregulação perturbadora do humor" vai transformar birras de crianças em sintomas de uma doença mental.
O luto normal se tornará "transtorno depressivo grave", o que significa que as pessoas receberão diagnóstico e receita de remédios quando perderem entes queridos.
Os critérios para "transtorno de ansiedade generalizada" serão significativamente relaxados, transformando as preocupações da vida cotidiana em alvos para tratamento médico.
Limiares de diagnóstico mais baixos vão gerar mais diagnósticos de "distúrbio de déficit de atenção adulto", o que poderá levar à prescrição generalizada de drogas estimulantes.
Uma vasta gama de comportamentos humanos infelizes, assuntos de muitas decisões de mudança de comportamento de Ano Novo, vão se tornar doenças mentais - comer muito será "desordem de comer demais", e a categoria de "vícios de comportamento" será significativamente ampliada para incluir "distúrbios" como "dependência de internet" e "vício em sexo".
Estigma de diagnóstico
Os diagnósticos psiquiátricos padrão são notoriamente inválidos - eles não correspondem a grupos significativos de sintomas no mundo real, apesar da óbvia importância que estes deveriam ter.
Os diagnósticos psiquiátricos não conseguem prever a eficácia de tratamentos específicos e não se sobrepõem claramente a processos biológicos.
Nos atuais sistemas de saúde mental, o diagnóstico é muitas vezes visto como necessário para ter acesso aos serviços.
No entanto, o diagnóstico também estabelece o cenário para o uso indevido e excessivo de intervenções médicas, como medicamentos antipsicóticos e antidepressivos, que têm efeitos colaterais a longo prazo preocupantes.
As evidências científicas sugerem fortemente que experiências angustiantes não resultam de "falhas no cérebro", mas de interações complexas entre fatores biológicos, mas mais importante, entre fatores sociais e psicológicos.
Mas o diagnóstico e a linguagem de doença biológica obscurecem o papel causal de fatores como abuso, pobreza e privação social. O resultado é frequentemente mais estigma, mais discriminação e mais exclusão social.
Abordagem terapêutica
Existem alternativas humanas e eficazes para os diagnósticos psiquiátricos tradicionais.
É relativamente simples gerar uma lista de problemas que podem ser definidos de forma segura e válida. Não há razão para supor que esses fenômenos se agrupem em categorias de diagnóstico ou são consequências de doenças subjacentes.
Podemos, então, usar a ciência médica e psicológica para entender como os problemas podem ter-se originado, e recomendar soluções terapêuticas.
Esta abordagem produziria todos os benefícios da abordagem atual de diagnóstico-e-tratamento, sem suas muitas e perigosas insuficiências.