sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Novo estudo mostra que maçãs ajudam a reduzir colesterol ruim

Uma pesquisa mostra que comer a fruta diariamente pode melhorar as condições cardíacas em apenas um mês
Sabe-se bem que maçãs fazem bem à saúde. Tanto que existe um popular ditado que diz "uma maçã por dia mantém o médico longe". Agora um novo estudo aprofunda essa informação, mostrando que os benefícios são importantes para a saúde do coração. Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Ohio mostrou que comer a fruta diariamente pode melhorar as condições cardíacas em apenas um mês. O estudo foi publicado no Journal of Functional Foods e divulgado pelo jornal Daily Mail.
Adultos, entre 40 e 60 anos, tiveram níveis do mau colesterol reduzidos em até 40% após quatro semanas. O estudo comparou os resultados com o de um grupo que consumiu cápsulas com polifenóis, antioxidante encontrado na maçã. Nesse caso, também houve queda no índice de colesterol, mas não tão significativo.
Os benefícios foram similares nos voluntários que apresentavam coração sem nenhum quadro de entupimento de artérias e nos que já tinham sido diagnosticados com algum problema cardíaco, mostrando que a maçã pode atuar na cura, mas também na prevenção de doenças no órgão.
Segundo um dos autores da pesquisa, o professor Robert DiSilvestro, os benefícios da maçã são superiores ao de outros itens, como tomate e chá verde, também apontados como poderosos antioxidantes.
O estudo também verificou a ação antioxidante da maçã na saliva, o que poderia colaborar para saúde bucal

Luz azul destrói bactérias resistentes a antibióticos

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=luz-azul-destroi-bacterias-resistentes-antibioticos&id=8537&nl=nlds
Todos os animais no grupo tratado com luz azul sobreviveram, enquanto que, no grupo de controle, 82% dos animais morreram em decorrência da infecção.
Fototerapia
Uma simples luz azul, aplicada durante meia hora, pode erradicar seletivamente infecções causadas pela bactéria Pseudomonas aeruginosa da pele e de tecidos moles do corpo humano.
A fototerapia, ao mesmo tempo, preserva a camada mais externa da pele.
"A luz azul é uma abordagem não-tóxica e não-antibiótica para o tratamento de infecções da pele e dos tecidos moles, especialmente aquelas causadas por patógenos resistentes a antibióticos," disse o principal autor da pesquisa, Dr. Michael R. Hamblin, do Hospital Geral de Massachusetts (EUA).
No estudo, cobaias sofreram queimaduras, que foram infectadas com a P. aeruginosa, uma das principais "superbactérias", microrganismos que estão desenvolvendo resistência aos antibióticos.
Todos os animais no grupo tratado com luz azul sobreviveram, enquanto que, no grupo de controle, 82% dos animais morreram em decorrência da infecção.
Terapias fotodinâmicas
Os tratamentos com luz, ou terapias fotodinâmicas, normalmente usam uma combinação de luz mais um fotossensibilizador - o fotossensibilizador é inserido no organismo e ativado pela luz.
Mas, para o tratamento de infecções, essa abordagem dupla não é conveniente porque é muito difícil introduzir os fotossensibilizadores nas bactérias.
Por isso, o Dr. Hamblin decidiu desenvolver uma abordagem usando unicamente a luz.
Segundo ele, a luz azul produz muito menos danos às células do que a irradiação com ultravioleta, e outros estudos já mostraram seus bons efeitos no tratamento da acne. Mas não havia ainda estudos que analisassem o uso da terapia da luz azul in vivo.
A luz usada para tratar os animais foi produzida por um conjunto de LEDs azuis disponíveis no comércio - as cobaias receberam uma única aplicação da luz azul, durante 30 minutos, com uma potência de 14,6 mW/cm2.
Infecções da pele
Infecções da pele e dos tecidos moles são o segundo tipo mais comum de infecção bacteriana encontrada na prática clínica, e o tipo mais comum de infecção adquirida por pacientes que passam por unidades de atendimento de emergência.
A prevalência de infecções da pele e dos tecidos moles em pacientes hospitalizados é de 10%.
Apesar disso, o tratamento desse tipo de infecção tem sido significativamente afetada pela explosão de resistência aos antibióticos.
"Recentemente, uma nova enzima perigosa, a NDM-1, que faz com que algumas bactérias tornem-se resistentes a quase todos os antibióticos disponíveis, foi encontrada nos Estados Unidos. Muitos médicos estão preocupados que várias infecções logo poderão se tornar intratáveis," disse Hamblin.
Por isso o pesquisador aposta em tratamentos alternativos, como na terapia fotodinâmica, que já vem sendo usada para tratamentos tão diversos quanto micose de unha, infecções odontológicas e câncer de pele.
O estudo foi publicado na revista científica Antimicrobial Agents and Chemotherapy.