quinta-feira, 18 de abril de 2013

A ciência da iridologia

http://revistavivasaude.uol.com.br/bem-estar/a-ciencia-da-iridologia/370/

Para os iridólogos, os olhos tem mais funções além da visão. Eles podem servir como indicadores de doenças. Saiba como funciona a iridologia no diagnóstico e prevenção de doenças.
Texto: Cristina Almeida
Embora a técnica já fosse conhecida pelas civilizações egípcia e grega, e até pela Medicina Tradicional Chinesa, foi Ignatz von Peczely, ao capturar uma coruja e acidentalmente quebrou uma das patas. Preocupado com o ocorrido, notou o surgimento de um sinal na parte colorida do olho da ave, a marca continuou mesmo após a correção da fratura, assim, o médico passou a observar alterações no organismo de seus pacientes através da íris, idealizando um mapa dos órgãos do corpo humano. Desta forma que surgiu a iridologia, método observacional que estuda a íris para conhecer o indivíduo integralmente. E isso só foi possível porque o olho é uma terminação do nervo óptico e, também, um prolongamento exterior do sistema nervoso autônomo. Considerando que a íris é formada por fibras nervosas, ela seria capaz de receber informações de todo o sistema nervoso, mostrando características psicofísicas, predisposições, desequilíbrios ou pontos fortes, a capacidade de recuperação de cada um, além do impacto do estilo de vida na saúde.
Para Celso Battello, presidente da Associação Mundial de Irisdiagnose “o olho, e principalmente a íris, é o mais inteligível e preciso microssistema que existe no corpo humano e veterinário”. Essa é a razão por que esse órgão apresenta marcas congênitas e adquiridas. “Apesar disso, é importante saber que a iridologia não serve ao diagnóstico clínico, mas funciona como uma ferramenta pré-diagnóstica, não devendo ser considerada uma alternativa sem outros procedimentos médicos.” Numa consulta, o paciente será examinado com o auxílio de um instrumento chamado iridoscópio, mas o profissional pode também valer-se de uma lupa. Para um iridólogo, esse instrumento representa o mesmo que um estetoscópio para um médico convencional. Mas adverte: “Os resultados da leitura da íris devem ser interpretados com bom-senso. A melhor coisa a fazer é confrontá-los e integrá-los a tudo quanto tenha sido apurado na consulta clássica. Afinal, a conversa com o paciente é o verdadeiro momento de uma visita médica”, conclui .
Como é feito o exame?
O exame não é invasivo nem doloroso e pode ser feito com um iridoscópio, instrumento dotado de lentes que permitem a observação da íris em seus mais microscópicos detalhes, ou com uma simples lupa. Existem, ainda, modernos recursos de captura de imagens, com várias graduações de aumento. Ao serem reproduzidas na tela de um computador, ou mesmo num vídeo, facilitam, em muito, a interpretação dos resultados
O que o iridólogo observa?
Cores, pigmentações, estrias, fendas e anéis. Cada íris é única em sua configuração, mas os mesmos tipos de sinais se repetem em homens e mulheres. No caso dos órgãos sexuais (útero e próstata), por exemplo, ambos correspondem à mesma área topográfica do mapa iridológico.
O que cada característica significa?
De acordo com o tipo de sinal e do setor da íris em que ele se encontra, o iridólogo será capaz de identificar quais são os pontos fracos e fortes da saúde de cada um: energia vital, predisposição ao envelhecimento, acúmulo de toxinas, fraqueza dos órgãos e aparelhos, graus de mineralização, vulnerabilidade ao estresse, potencialidade de recuperação do organismo e ainda os níveis de saúde. Aspectos psicoafetivos também podem ser notados. Por isso, já existe uma parte da iridologia denominada iridologia psicossomática
Como pode beneficiar o paciente?
Atua, predominantemente, de forma profilática ou preventiva.
Pode ser feita em crianças e idosos?
A iridologia não deve ser utilizada em crianças abaixo dos 6 anos de idade. Entre os idosos não há restrição.
Há riscos ou contraindicações?
A técnica é praticamente inofensiva, dados os baixos níveis desses aspectos.

Banhos de AR

Oh! Deus Criador, bendito seja o ar, que se converte em vento para unir prados, florestas e reinos, criando unidade em cada elemento; que assim seja em nós. Oração ao Criador.
Dizia-se, em meio aos naturistas alemães, que um corpo que frequenta os banhos de ar, de água e de sol não precisa frequentar os médicos.
Pode-se dizer que a pele é o nosso segundo pulmão, porque ela inspira e expira, oxigênio e dióxido de carbono, respectivamente. Isto ocorre porque o sangue não flui somente nos vasos sangüíneos, mas nos capilares de todos os tecidos do organismo. Dr. Yum (1995) enfatiza ainda: Pode-se dizer que tanto a saúde, quanto a medicina começam e terminam na respiração. Portanto, ignorar a respiração é ignorar a própria vida, porque ela começa e termina com a respiração.
Mas, o banho de ar beneficia não só na pele, mas o corpo todo, todos os órgãos e sistemas.
O banho de ar é a terapia mais extraordinária em toda a Medicina, pois de forma suave e sutil elimina o cansaço, o estresse, bem como as toxinas do organismo.
Para praticar o banho de ar deve-se tirar toda a roupa e em seguida cobrir-se com um cobertor, deixando descoberta somente a cabeça. Pode-se ficar em qualquer posição: deitado, sentado ou em pé. Pode-se fazer exercícios ou atividades que o banho permita, menos fumar ou comer.
Deve ser feito em ambiente com pouca luminosidade e boa ventilação (sem o uso de ventilador ou ar condicionado), ou seja, com janelas abertas para que o ar circule, de preferência ao nascer e ao pôr do sol. Não é indispensável que haja Sol, mas, se ele brilha, isso reforça o efeito saudável do ar.
A técnica do banho de ar é simples e consiste em cobrir e descobrir o corpo, por tempos que variam de ½ a 2 minutos. Você mesmo pode contar o tempo, mas pode-se fazer gravações com tempo cronometrado, orientando quando deve cobrir-se e descobrir-se.
Na tabela a seguir temos um exemplo de um banho de ar de 25 minutos. Mas o ideal é começar por banhos de 10 minutos e ir aumentando conforme vai se adaptando ao tratamento e suas respostas.
Descoberto
(segundos)
Coberto
(segundos)
20
60
30
60
40
60
50
60
60
90
70
90
80
90
90
120
100
120
110
120
TOTAL: 25 MINUTOS
 Antes de começar o exercício tome um copo de suco desintoxicante ou água. Após o exercício, permaneça coberto por 3 a 4 minutos. E, tome um banho frio (sem sabonete) por 2 a 3 minutos. Deixe o corpo secar naturalmente, ou seja, não use toalha. Evite banhos de ar logo após uma refeição e, após o banho de ar, aguarde 1 hora para fazer a próxima refeição.
O banho de ar fortalece o sistema nervoso autônomo e normaliza todas as funções da pele. É desintoxicante, fortalece os órgãos internos, melhora a respiração e a circulação sangüínea e ‘acorda’ os movimentos intestinais. Em qualquer idade traz mais disposição, tranqüilidade e energia.
O banho de ar é a terapia mais indicada nos casos de câncer, dores de cabeça, prisão de ventre, cardiopatias, problemas de fígado e rins, artroses, bronquites, asma e outras.
O banho de ar deve ser feito em qualquer emergência. Não tem contra-indicações. Enfermos devem fazer de 8 até 12 banhos de ar por dia (30 minutos de intervalo) e pessoas saudáveis devem fazer 3 banhos de ar por dia como preventivo e para manutenção da saúde. Uma pessoa que tem gripe com freqüência deve praticar o banho de ar pelo menos duas vezes por dia: ao nascer e ao por do sol.
 Texto extraído do livro Alimentação para os dias de HOJE - Conceição Trucom - a ser brevemente publicado!
 * Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações, e citadas a autora e a fonte www.docelimao.com.br.