sábado, 8 de junho de 2013

Cura por intenção consciente, cura espiritual – Será que realmente funciona?

Numa pesquisa recente com mais de 4.000 enfermeiras concluiu-se que 80% sentiam que a espiritualidade deveria estar coberta na formação do enfermeiro como sendo um aspecto central da enfermagem. Porquê? Porque funciona e porque vai de encontro a novas linhas e a novas teorias sobre a consciência.
O físico Gerald Feinberg afirmou que: “Se tais fenómenos de facto ocorrem, não será necessária nenhuma mudança nas equações fundamentais da física para descrevê-los.” Henry P. Stapp, da Universidade da Califórnia-Berkeley afirma: “Os nossos pensamentos estão ligados à natureza por conexões não-locais: o que uma pessoa escolhe para fazer numa região parece imediatamente afectar a realidade noutras partes do universo”, sugerindo um efeito de entrelaçamento quântico, já provado a nível sub-atómico. Várias evidências (ver estudos do Instituto de ciências Noéticas ou Instituto Heartmath, links no fim do artigo) sugerem que aqueles que seguem um caminho espiritual na sua vida, vivem vários anos a mais do que aqueles que não seguem tal caminho e também que experimentam uma menor incidência de quase todas as principais doenças.
Numa pesquisa de médicos de família americanos descobriu-se que 99% estão convencidos de que as crenças espirituais podem curar, e 75% acreditam que as orações de outras pessoas podem ajudar um paciente a recuperar. O efeito placebo, cientifico e empiricamente aceite, é prova disso.
No famoso site de referência médica WebMD podemos ler que “Estudos em desenvolvimento mostram que a cura espiritual através de orações de outras pessoas (oração de intercessão) podem reduzir a necessidade de respirar por máquinas e de tratamentos de drogas ou uso de antibióticos ou pílulas de água em pacientes cardíacos”. É um facto que por todo mundo existem biliões de pessoas que acreditam que “acreditar” (fé?) nas nossas intenções pode causar efeitos de cura, mas será que existem estudos individuais cientificamente estáveis ​​para dar credibilidade a este tipo de cura espiritual?
Eis um exemplo de um estudo:
O Dr. Glen Rein (PhD) descobriu que a energia amorosa enviada através da intenção tem mudanças conformacionais na molécula de DNA humano. A molécula de DNA, na verdade, desenrolou-se e começou a curar-se, quando na presença de energia amorosa enviada através da intenção. A molécula de DNA começou a curar-se a si própria apenas quando enviou a energia do amor através da intenção consciente e fez o oposto, quando enviou pensamentos de tensão e raiva. ”Efeitos da intenção consciente sobre o DNA humano” é o nome do estudo e aqui está um link para o estudo original.
Existem muitos outros estudos que podem sugerir que realmente o homem pode ter em si próprio mecanismos de auto-cura, bem como estudos que conseguem mostrar evidências do poder das intenções conscientes (sendo que inconscientes são bem mais difíceis de provar, no entanto uma hipótese a colocar). Fontes: Alguns sites de mass media em que se discute este tema: Aqui estão grande mídia discutindo
Portugal mundial também sugere a visualização de:
Série documental narrada por Morgan Freeman: “Through the wormhole

Estar sempre cansado pode ser sinal de doença

Com o acúmulo de funções no dia-a-dia, é comum sentir-se cansado. Mas quando é que a sensação de cansaço deixa de ser uma conseqüência física das atividades diárias e passa a ser uma patologia? Acordar cansado após uma noite de sono, ter dores de garganta recorrentes e dores musculares excessivas depois de atividades físicas são sintomas da Síndrome da Fadiga Crônica (SFC).
A SFC é uma doença que se apresenta como um cansaço que não passa, mesmo após um período de repouso, acompanhado de necessidade de se deitar após exercícios físicos e falta de motivação para as tarefas diárias. Além disso, outros fatores a diferenciam do simples cansaço, como cefaléia (dores de cabeça), dores nos músculos e nas articulações, mal-estar após exercício físico, sono não restaurador, perda de memória.
Muito se especula sobre as causas da síndrome. Segundo o ginecolosita Décio Alves, do HospitaL Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), “o estilo de vida moderno (corrido e competitivo) tem sido associado ao desenvolvimento deste quadro”. Assim, qualquer pessoa que passe por situações de estresse pode ser considerada parte do grupo de risco da doença, inclusive “mulheres que estão no mercado de trabalho e as crianças que não têm bom ambiente familiar”.
Por enquanto não foi encontrada uma causa definitiva, mas estudos realizados desde 1990 relacionam a síndrome com algumas infecções crônicas como herpes e candidíase e com estados emocionais.
Não há um exame que possa identificar a síndrome. Para que ela seja diagnosticada é preciso que o médico exclua outras doenças como Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), tuberculose, intoxicações, doenças renais e diversos tipos de câncer. Segundo Décio, uma avaliação ortopédica também se faz necessária devido ao quadro doloroso, que pode estar associado a doenças de coluna. Após descartar essas doenças com base em diversos exames, o médico pode iniciar o tratamento.
A Síndrome da Fadiga Crônica não tem cura definitiva. O que se pode fazer é controlar os sintomas. O uso de medicamentos específicos é indicado para casos de dores, depressão e insônia. No mais, uma mudança de hábitos, como a inclusão de alimentos naturais na alimentação, reserva de horas para descanso e exercícios e organização das horas de trabalho, pode colaborar no tratamento dos sintomas,assim como o acompanhamento de um terapeuta.
A utilização de tratamentos alternativos também é indicada, principalmente em pacientes da terceira idade, por conta da ação mais suave. A acupuntura é indicada em casos dolorosos, já a terapia ortomolecular é muito indicada por conta de sua ação contra os radicais livres e para que haja a “melhora na função neurológica, atacando os sintomas emocionais”, acrescenta o especialista.
Apesar de não ter cura, há como evitar a Síndrome da Fadiga Crônica. “Manter bons hábitos de vida, exercícios, evitando estimulantes como café, álcool e cigarro, manter uma vida profissional produtiva e a vida familiar e emocional estáveis serão sempre os melhores remédios, evitando desencadear a síndrome”, aconselha Décio.