quinta-feira, 4 de julho de 2013

A Fé remove montanha e também cura muitas doenças físicas e emocionais

http://jalternativo.hospedagemdesites.ws/?p=2698
* Dr. Luciano Stancka
 
 “O melhor tratamento que existe para problemas físicos, mentais e emocionais, e claro também para problemas espirituais, é a fé. É a fé que explica uma quantidade enorme de curas que a Medicina não consegue explicar. Por isso, acho engraçado quando a mídia, ou profissionais da saúde, falam com desdém do efeito placebo. Acho maravilhoso uma pessoa se curar achando que tomou um remédio e na realidade não tomou nada. Ou seja, foi a sua fé no remédio, no médico ou mesmo no seu curador interior, que propiciou a sua cura.”
Estamos conversando com o Dr. Luciano Stancka, médico e também formado em Psicanálise, em Homeopatia, em Acupuntura, em Ortomolecular e, claro, em Psicossomática.
Luciano estuda Ufologia desde os 13 anos de idade, frequenta o movimento Rosa Cruz mais ou menos desde essa época também, estudou bastante as obras de Allan Kardec (‘apenas de dia, à noite, quando adolescente, tinha medo de ler esses livros’).
“Tudo isso porque meu pai era médico e participava da Associação dos Médicos Espíritas. Daí o meu interesse pelos assuntos dessa área. E já vi curas acontecerem com tratamentos de passes espíritas e também com tratamentos em igrejas com as quais não tenho nenhuma relação, nem muita confiança. E já vi até curas pela fé em pessoas que acreditaram em tratamentos que depois eu descobri que eram ‘picaretagens’.
“Porque eu acredito na cura pela fé mas pesquiso sempre o tratamento oferecido e já descobri coisas incríveis. Uma vez num curso, o instrutor disse que ia energizar uma água que ficaria muito mais saudável que a água comum ou qualquer água energizada num centro espírita. Ele energizou um copo d’água e pediu para colocarmos numa mesa no meio do salão, onde ele mostraria com seu pêndulo como a ‘sua’ água era muito ‘melhor’ do que as outras. Peguei um copo, chamei duas pessoas para pegarem os outros copos e falei para elas que ia mudar a ordem dos copos na mesa.
“Aí o ‘instrutor’ colocou o pêndulo em cima da água preparada por ele, e que ele pensava ser a água comum, e o pêndulo mal se mexeu. Aí, na água comum, que ele pensava ser a que ele havia ‘energizado’ o seu pêndulo quase virou um helicóptero. Nós 3, os carregadores dos copos, começamos a rir e contamos para o ‘instrutor’ e o assistentes do ‘curso’ o que havíamos feito. Ha, ha, ha…
 Medicina Holística
 E Luciano continua: “Devemos sempre olhar para um Ser Humano de uma forma Integral no seu universo biopsicofisiológico.
  • “Como clínico geral, procuro tratar a pessoa como um Todo, dando grande ênfase ao seu lado psicossomático, pois da forma como pensamos e vivemos é que somos…
  • “O mais importante na maioria das doenças é analisar e compreender suas causas, e ajudar o paciente a produzir uma mudança integral na forma de viver, pois do contrário os fatores desencadeantes persistem, levando o organismo a um ponto de desequilíbrio que ele poderá entrar em colapso.
  • “Todos os dias estamos sujeitos às mais variadas agressões , as quais ocasionam um desgaste orgânico , que se inicia no momento do nascimento e só termina com a Morte.
  • “As fases da vida, desde a concepção ao nascimento, à adolescência, à vida adulta e à velhice, são fases desse processo que são mais, ou menos, desgastantes , devido a uma série de fatores do dia a dia, como o stress, alimentação inadequada, falta de tempo para tudo, qualidade de vida, relacionamento familiar, sedentarismo , dificuldades econômicas e até as energias que nos rodeiam ( radiação eletromagnética, telúrica, geomagnéticas etc)
  • “Os sintomas desse declínio são na maioria das vezes quase imperceptíveis, e passam gradualmente a ser mais significativos, e às vezes em graus alarmantes.
  • “Podemos observar no nosso quotidiano, as variações das pessoas no que tange a idade cronológica e a idade aparente que chamamos de idade biológica. Vemos pessoas jovens cronologicamente com aspecto velho biologicamente ( envelhecidas , cansadas , depressivas, sem ânimo, e vitalidade).
  • “Vemos também o inverso, onde temos pessoas com idade cronológica alta, mas biologicamente se apresentam joviais, animadas e com vitalidade. Tenho o exemplo de meu pai, que sempre usou esses princípios, e trabalhou como médico até seus 94 anos.
  • “Há, no envelhecimento, a diminuição da vitalidade, a predisposição a doenças, gripes constantes, desânimo, alergias, queda dos cabelos, doenças degenerativas e as inquietantes rugas.
  • “Uma mudança coordenada no tipo de vida, uma melhora da alimentação, modificação de hábitos sedentários, medicação adequada, complementação vitamínica e mineral e a inclusão de técnicas de meditação, relaxamento e visualização podem ajudá-lo a se manter com saúde ou voltar a possuí-la …Recomendações para uma melhor saúde
1. Procure tomar seus remédios de forma regular, sem esquecimentos.
2. Tome mais água , beba 3 copos na parte da manha, 3 a tarde e 2 a noite. Evite tomar grandes volumes de líquido 1 hora antes de deitar, para não ter que interromper seu sono.
3. Durma pelo menos 7 horas todas as noites. Quando estiver ficando gripado, ou sentir que sua energia vital está deficitária, vá dormir 1 hora mais cedo do seu horário habitual.
4. Respire profundamente várias vezes ao dia.
5. Evite sempre as palavras: não posso, não consigo.
6. Não fale de coisas negativas.
7. Pense sempre positivo.
8. Sorria mais vezes.
9. Elogie mais as pessoas a sua volta.
10. Repita 100 vezes ao dia: “Estou cada vez melhor, em trmos de saúde,riqueza, sucesso e felicidade.”

* Dr. Luciano Stancka -Clínico Geral

Treinando a Mente — Verso 3

Dalai Lama

Possa eu examinar minha mente em todas as ações, tão logo ocorra um estado negativo, uma vez que ele põe em risco a mim e aos outros, possa eu firmemente enfrentá-lo e preveni-lo.
Esse verso realmente apreende o coração do que poderia ser chamada a essência da prática do Buddhadharma (Dharma do Buda). Quando falamos sobre o Dharma no contexto dos ensinamentos budistas, estamos falando a respeito de nirvana, ou liberação do sofrimento. Liberação do sofrimento, nirvana ou cessação é o verdadeiro Dharma. Há muitos níveis de cessação — por exemplo, impedir-se de matar ou assassinar poderia ser uma forma de Dharma. Mas isso não pode ser chamado especificamente de Dharma budista, porque impedir de matar é algo que mesmo alguém não religioso pode adotar, como resultado de obedecer à lei. A essência do Dharma na tradição budista é o estado de liberação do sofrimento e das obstruções (sânscrito klesha, tibetano nyonmong) que estão na raiz do sofrimento. Este verso ensina como combater estas obstruções ou emoções e pensamentos aflitivos. Podemos dizer que, para um praticante budista, o inimigo real é o inimigo interior — essas obstruções mentais e emocionais. São essas aflições mentais e emocionais que dão origem à dor e ao sofrimento. A tarefa real do praticante do Buddhadharma é vencer esse inimigo interior.
Uma vez que o coração da prática do Dharma encontra-se na aplicação de antídotos a essas obstruções mentais e emocionais, e é de certa forma seu fundamento, o terceiro verso sugere que é muito importante cultivar a presença mental plena desde o início. Do contrário, se você deixar emoções e pensamentos negativos surgirem dentro de você sem qualquer restrição, sem consciência plena de sua negatividade, então de certa maneira você está lhes dando rédea solta. Eles podem se desenvolver a tal ponto em que simplesmente não há modo de contê-los. Entretanto, se você desenvolve atenção mental plena da sua negatividade, então, quando eles ocorrerem, você será capaz de identificá-los tão logo eles surjam. Você não lhes dará a oportunidade ou espaço para se transformar em emoções e pensamentos negativos completos. O modo pelo qual este terceiro verso sugere que apliquemos um antídoto, penso eu, é no nível da experiência manifestada e sentida da emoção. Ao invés de atingir a raiz da emoção em geral, o que está sendo sugerido é a aplicação de antídotos que são apropriados para emoções e pensamentos negativos específicos. Por exemplo, para combater a raiva, você deveria cultivar o amor e a compaixão. Para combater um forte apego por um objeto, você deveria cultivar pensamentos a respeito da impureza do objeto, sua natureza indesejável, e assim por diante. Para combater o orgulho ou a arrogância, você precisa refletir sobre as suas limitações, que podem originar um sentimento de humildade. Por exemplo, você pode pensar sobre todas as coisas no mundo a respeito das quais você é completamente ignorante.
Considerem a intérprete de sinais aqui à minha frente. Quando olho para ela e vejo os gestos complicados com que ela executa a tradução, não faço idéia do que está acontecendo, e perceber isso é uma experiência de humildade. Por minha própria experiência pessoal, toda vez que tenho o menor sentimento de orgulho, penso em computadores. Isso realmente me tranqüiliza!