quinta-feira, 11 de julho de 2013

O CORPO DE DOR - Parte 1

http://www.docelimao.com.br/site/meditacao-reflexao-e-respiracao/1693-o-corpo-de-dor
ECKHART TOLLE *
No caso da maioria das pessoas, quase todos os pensamentos costumam ser involuntários, automáticos e repetitivos. Não são mais do que uma espécie de estática mental e não satisfazem nenhum propósito verdadeiro. Num sentido estrito, não pensamos - o pensamento acontece em nós.
“Eu penso” é uma afirmação simplesmente tão falsa quanto “eu faço a digestão” ou “eu faço meu sangue circular”. A digestão acontece, a circulação acontece, o pensamento acontece.
A voz na nossa cabeça tem vida própria. A maioria de nós está à mercê dela; as pessoas vivem possuídas pelo pensamento, pela mente. E, uma vez que a mente é condicionada pelo passado, então somos forçados a reinterpretá-lo sem parar. O termo oriental para isso é carma.
O ego não é apenas a mente não observada, a voz na cabeça que finge ser nós, mas também as emoções não observadas que constituem as reações do corpo ao que essa voz diz.
A voz na cabeça conta ao corpo uma história em que ele acredita e à qual reage. Essas reações são as emoções.
A voz do ego perturba continuamente o estado natural de bem-estar do ser. Quase todo corpo humano se encontra sob grande tensão e estresse, mas não porque esteja sendo ameaçado por algum fator externo - a ameaça vem da mente.
O que é uma emoção negativa?
É aquela que é tóxica para o corpo e interfere no seu equilíbrio e funcionamento harmonioso.
Medo, ansiedade, raiva, ressentimento, tristeza, rancor ou desgosto intenso, ciúme, inveja - tudo isso perturba o fluxo da energia pelo corpo, afeta o coração, o sistema imunológico, a digestão, a produção de hormônios, e assim por diante.
Até mesmo a medicina tradicional, que ainda sabe muito pouco sobre como o ego funciona, está começando a reconhecer a ligação entre os estados emocionais negativos e as doenças físicas.
Uma emoção que prejudica nosso corpo também contamina as pessoas com quem temos contato e, indiretamente, por um processo de reação em cadeia, um incontável número de indivíduos com quem nunca nos encontramos. Existe um termo genérico para todas as emoções negativas: infelicidade.
Por causa da tendência humana de perpetuar emoções antigas, quase todo mundo carrega no seu campo energético um acúmulo de antigas dores emocionais, que chamamos de “corpo de dor”.
O “corpo de dor” não consegue digerir um pensamento feliz. Ele só tem capacidade para consumir os pensamentos negativos porque apenas esses são compatíveis com seu próprio campo de energia.
Não é que sejamos incapazes de deter o turbilhão de pensamentos negativos - o mais provável é que nos falte vontade de interromper seu curso. Isso acontece porque, nesse ponto, o “corpo de dor” está vivendo por nosso intermédio, fingindo ser nós. E, para ele, a dor é prazer. Ele devora ansiosamente todos os pensamentos negativos.
Nos relacionamentos íntimos, os “corpos de dor” costumam ser espertos o bastante para permanecer discretos até que as duas pessoas comecem a viver juntas e, de preferência, assinem um contrato comprometendo-se a ficar unidas pelo resto da vida.
Nós não nos casamos apenas com uma mulher ou com um homem,
também nos casamos com o “corpo de dor” dessa pessoa.
Pode ser um verdadeiro choque quando - talvez não muito tempo depois de começarmos a viver sob o mesmo teto ou após a lua-de-mel – vemos que nosso parceiro ou nossa parceira está exibindo uma personalidade totalmente diferente. Sua voz se torna mais áspera ou aguda quando nos acusa, nos culpa ou grita conosco, em geral por uma questão de menor importância.
A essa altura, podemos nos perguntar se essa é a verdadeira face daquela pessoa – a que nunca tínhamos visto antes - e se cometemos um grande erro quando a escolhemos como companheira. Na realidade, essa não é sua face genuína, apenas o “corpo de dor” que assumiu temporariamente o controle.
Seria difícil encontrar um parceiro ou uma parceira que não carregasse um
“corpo de dor”, no entanto seria sensato escolher alguém
que não tivesse um “corpo de dor” tão denso.
O começo da nossa libertação do “corpo de dor” está primeiramente na compreensão de que o temos.
É nossa presença consciente que rompe a identificação com o “corpo de dor”. Quando não nos identificamos mais com ele, o “corpo de dor” torna-se incapaz de controlar nossos pensamentos e, assim, não consegue se renovar, pois deixa de se alimentar deles. Na maioria dos casos, ele não se dissipa imediatamente.
No entanto, assim que desfazemos sua ligação com nosso pensamento, ele começa a perder energia.
A energia que estava presa no “corpo de dor” muda sua freqüência vibracional e é convertida em “Presença”.
(*) Eckhart Tolle, pseudônimo de Ulrich Leonard Tolle (Lünen, 16 de fevereiro de 1948) é um escritor e conferencista alemão, residente no Canadá, conhecido como autor de best sellers sobre meditação e iluminação espiritual. Seu livro mais conhecido é O Poder do Agora.

Ação sobre as doenças respiratórias

Mesmo na asma córtico dependente, a acupuntura age sobre o bronco-espasmo através da estimulação do sistema nervoso central - efeito broncodilatador através do aumento de cortisol no sangue - diminuição da secreção e da inflamação do brônquios além do efeito brondilatador.
através do aumento da endorfina que aumenta a quantidade de substância CAMPc , muitas vezes diminuida nos pacientes com bronquite , e que tem efeito broncodilatador.
Acalma a ansiedade
È indicada nas rinites alérgicas . Estudos mostram que é mais eficaz que os anti-histamínicos .
Os broncoespasmos produzidos pela metacolina são diminuidos pela acupuntura.
AÇÃO SOBRE O SISTEMA NERVOSO
A acupuntura produz relaxamento mental através da estimulação do sistema límbico. O aumento do cortisol associado 'a estimulação do sistema límbico pode tratar distúrbios ps íquicos , tais como ansiedade , depress ão, s índrome de pânico etc.
As s índromes depressivas se beneficiam com a acupuntura que , nos estudos controlados mostrou-se tão eficaz quanto a amitriptilina. A acupuntura funciona melhor nos pacientes onde se observa uma diminuição dos metabólitos de nor-epinefrina , enquanto a amitriptilina é mais eficaz naqueles que não respondem ao teste da dexametesona.
A própria endorfina pode agir nesses casos . Ela acalma a mente, atenuando a sensação de sensibilidade, angústia, irritabilidade emocional, etc. Com isso, diminuem-se os distúrbios somáticos causados pelos distúrbios ps íquicos .
Nas neurose experimentais do cão , mostrou-se benéfico o efeito da acupuntura sobre os reflexos condicionados .
O efeito da Acupuntura sobre a vascularização cerebral ou em fenômenos dolorosos ( cefaléia, nevralgia do trigêmio ) já foram verificados .
Na s índrome de Méniére estudos mostram que a acupuntura é significativamente mais eficaz que as drogas convencionais .( beteastina. Vitamina PP e vitamina B6)