segunda-feira, 26 de agosto de 2013

UM POUCO SOBRE MAGNETOTERAPIA

http://www.stancka.com.br/artigos_e_materias.php?idA=356
Fernanda Santos
Certa vez li algo sobre um autor que dizia: “O Acupunturista que sabe como usar Magnetos jamais precisará perfurar seus pacientes”…
Visto que esta frase vinha de um livro de Magnetoterapia, talvez o autor estivesse sendo um pouco parcial em sua colocação, porém, é necessário que todos os terapeutas de Acupuntura e de Medicina Chinesa saibam que, a Magnetoterapia é um excelente método dentre muitos outros que já conhecemos como a utilização de agulhas ou a moxabustão.o grande problema está no fato de existir pouca literatura sobre o assunto, gerando grandes confusões na aplicação da técnica com ausência de resultados ou ainda a piora de muitos casos.
Com base nisso, acredito que uma pequena “aulinha virtual” seja de grande valia.
A Magnetoterapia tem a capacidade de influenciar diretamente a circulação do corpo humano. Isso se deve ao fato de nosso sangue possuir FERRO. Como todos sabemos, os magnetos tem a capacidade de atrair o ferro.
O ferro circula em nosso sangue através de uma substância chamada Hemoglobina, que possui também a função de carregar o oxigënio para todos os tecidos do corpo.
Quando colocamos um magneto na superfície do corpo, dependendo do lado de sua fixação ele pode atrair a circulação ou repelir a mesma.
Para saber qual lado usar precisamos de um conhecimento rápido:
a) O ferro possui polaridade 2+, ou seja, é positivo.
b) Os opostos se atraem; os semelhanetes se repelem.
Os magnetos terapêuticos possuem 2 lados – um positivo e outro negativo, sendo assim:
quando colocamos o lado positivo do magneto voltado para a pele, teremos a circulação de sangue repelida daquele local, visto que que o ferro é 2+ e os semelhantes se repelem.
Para a acupuntura, tirar o sangue, a circulação e a energia do local estimulado significa que estamos sedando o ponto;
quando colocamos o lado negativo do magneto voltado para a pele, teremos a circulação de sangue atraída para o local da aplicação, visto que o ferro é 2+ e os opostos se atraem.
Para a acupuntura, mandar o sangue e a circulação de energia para o local estimulado significa que estamos tonificando o ponto;
Mas quando sedar e quando tonificar?- Se estamos tratando um ponto de dor, podemos tranquilamente colocar o magneto do lado positivo exatamente em cima do local do incômodo.
- Porém, se estamos trabalhando sobre um ponto de acupuntura, devemos “chamar o Qi e o Sangue” para que esse ponto possa fazer suas funções e para isso, colocamos sobre o ponto de acupuntura escolhido, o lado negativo do magneto.
Para diferenciar o lado positivo e o lado negativo do magneto, basta saber que quase todos os magnetos vendidos, com a intenção terapeutica, possuem 2 lados – um liso e outro abaulado.–>
LADO LISO = LADO POSITIVO = Seda o ponto = Usar em locais de dor–>
LADO ABAULADO = LADO NEGATIVO = Tonifica o ponto =Usar em pontos de acupuntura com suas funções específicas
Com esse conhecimento é possível praticar a terapia dos magnetos com segurança e eficácia.
- Os magnetos podem ficar por até 7 dias fixados à pele do paciente, sem sofrer acomodação
Devem ser fixados com esparadrapo ou micropore e o paciente pode tomar banho com eles ou removê-los, desde que saiba, depois, recolocar no mesmo ponto que estava sendo tratado.
É necessário saber que os mesmos NÃO são descartáveis, e podem ser limpos e reutilizados.
Com o tempo, a força de magnetismo diminui, e então é necessário misturá-los à magnetos novos para que a carga magnética se redistribua.
Existem, também, diferentes potências de Magnetos, definidas por GAUSS sendo que sào encontrados:- de 100 à 900 Gauss – que podem ser utilizados sem restrições em todo corpo, com exceção de abdomes de gestantes, tórax de pacientes com marca-passo e orelhas de pacientes que usam aparelhos auditivos.- de mil Gauss para cima –> são considerados supermagnetos –> e além das contra-indicações acima, não devem ser utilizados em pacientes que possuem problemas circulatórios, pois a potência dos magnetos podem causar lesão nos vasos sanguíneos.
Cientes dessas regras, temos que observar que anéis, travesseiros, palmilhas, colchões entre outras mercadorias magnéticas comercializadas, não atingem pontos de tratamento específicos, sendo padronizados para todos aqueles que as adquirem, sendo assim, certos produtos NÃO possuem valor terapêutico real, podendo, de fato, piorar casos de alguns pacientes.
Dores de cabeça e insônia são situações referidas por clientes insatisfeitos com esse tipo de compra, após a utilização desses objetos.Ainda há muito o que se explorar sobre a ação dos magnetos, mas sem dúvida esta é uma técnica que pode ser ensinada aos pacientes, mantendo-os melhores e mais saudáveis mesmo longe dos consultórios.
E aos terapeutas, abre uma gama de possibilidades para tratar crianças, idosos ou simplesmente pacientes com fobia das conhecidas agulhas.

Medicinas Tradicionais, Homeopatia e Práticas Integrativas já estão nos postos de saúde de São Paulo!

 http://jalternativo.hospedagemdesites.ws/?p=74
A prática de medicinas tradicionais, ou alternativas, como chamam hoje, já é uma realidade na rede pública de saúde em São Paulo, e a tendência é espalhar pelo país afora o uso dessas medicinas não-alopáticas. Sua eficiência é comprovada pelo uso há mais de 2000 anos (número até modesto para a Medicina Ayurvedica, por exemplo, que, segundo alguns textos clássicos, remonta a um período ainda mais distante), e é um passo grande para o sistema de saúde público finalmente reconhecer e adotar essas formas de cura e de manutenção do estado de saúde pleno. Quem utiliza os métodos “alternativos” sabe muito bem de sua eficiência. Agora mais gente vai poder usufruir, e gratuitamente, desses serviços. A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo possui atualmente um dos maiores programas públicos de incorporação das Medicinas Tradicionais nos serviços de saúde do Ocidente, que vem servindo de modelo para incorporação de tais práticas em vários municípios no Brasil. Essas iniciativas ocorrem em sincronia com um movimento mundial, sendo baseado em iniciativas da (Organização Mundial de Saúde), particularmente a partir de 1978 (ano da realização da Conferência de Alma-Ata, URSS) com resoluções sobre a atenção efetiva que a nossa saúde exige. No Brasil, iniciativas municipais e estaduais já acontecem, visando a incorporação das Medicinas Tradicionais, Homeopatia e Práticas Integrativas e Complementares no SUS. O Ministério da Saúde acompanha tais iniciativas, estruturando vários grupos de trabalho, culminando com a edição da Portaria 971/2006 do Ministério da Saúde. Nas práticas integrativas e complementares estão incluídas no SUS, até o momento, a Medicina Tradicional Chinesa, Homeopatia, Fitoterapia, Termalismo Social/Crenoterapia e Medicina Antroposófica. Essas práticas reúnem concepções diferenciadas das ciências biomédicas ou medicina ocidental, com uma grande ênfase no que chamamos de “Integralidade da abordagem”, onde o corpo, a mente e o meio em que vivemos formam uma entidade complexa e não estão separados, como pode parecer a princípio. Isto implica, entre outras coisas, na atuação sobre os fatores causais das enfermidades, além da atuação sobre suas manifestações, como também no resgate da responsabilidade dos indivíduos sobre seu processo de cura. Nas medicinas tradicionais estão incluídas a medicina tradicional chinesa, a ayurveda (indiana), a medicina unani árabe e as diversas formas de medicina indígena. As terapias das MTs incluem terapias sem medicação, como a acupuntura, terapias manuais e terapias com medicações, com ênfase no uso de terapias herbais. Porém, a principal característica das medicinas tradicionais é sua elaboração no interior de cosmovisões naturistas e holísticas, com abordagens integrais do processo de determinação das enfermidades.
 A Secretaria Municipal de Saúde conta com um grande número de unidades de saúde com serviços em algumas modalidades destas especialidades, tais como práticas corporais, meditação, Acupuntura e Homeopatia, plantas medicinais e alimentação saudável…
Mais informações: tel: (11) 3397-2223 medicinastradicionais@prefeitura.sp.gov.br Em outros Estados, procure também a Secretaria de Saúde de sua cidade.