quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Verão Ayurvédico

* por Erick Schulz
Artigo: Verão Ayurvédico
Nas escrituras sagradas que correspondem a milenar tradição médica ayurveda, o ano é dividido em seis estações chamado de RutoCharya.
Grisma é o nome em sanskrito que é dado ao Verão.
No Verão é onde o elemento fogo predomina, aumentando a sudorese e produzindo ondas de calor por todo o corpo, a alimentação e os hábitos de vida durante esta estação são predominantes para manter um equilíbrio do corpo, mente e estado energético.
Os hábitos devem ser bem controlados durante o verão, a prática do Yoga deve ser realizada com maior ênfase nas posturas calmantes e pranayamas que tragam frescor ao corpo, receber o abhyanga com óleos de coco e girassol para manter o doshas Pitta em harmonia é muito benéfico e a utilização de banhos mais frios com águas de rosas ajuda e muito nesta época.
A utilização de cores frias nas roupas como branco, azul, e o verde, carregar consigo pedras frias como pedras azuis, crital de quartzo e esmeralda ajuda na pacificação e moderação do fogo no organismo.
Evite nesta época do ano alimentos picantes, gordurosos, muito quentes como as carnes, e bebidas alcoólicas a ingestação destas substancias é um grande risco de desarmonia do dosha Pitta, produzindo alguns excessos tais como: azia, calor, suor excessivo, acne e distúrbios dermatológicos, queda de cabelos, excesso de acidez estomacal, irritabilidade, intolerância e raiva.
Chás de hortelã, capim-limão, pétalas de hibisco ou rosa, alimentos refrescantes e beber muita água é o Ideal para o Verão.
No Verão é aconselhado sempre tentar manter um estado de harmonia e de calmaria durante os dias que segue a estação.
Shantirasthu, Erick Schulz
● Diretor do Instituto de Cultura Hindu Naradeva Shala
● Vice-Presidente da Associação Brasileira de Ayurveda (ABRA)
● Secretário e representante da Federação Internacional de Yoga para o Brasil.
● Diretor do Suddha Dharma Mandalam, Ashram Sarva Mangalam

Impacto do alumínio sobre saúde humana é desconhecido

O alumínio não tem nenhuma função biológica conhecida, e é reconhecidamente uma toxina ambiental.
Os seres humanos estão sofrendo um aumento estrondoso na exposição ao alumínio, em uma situação que só tende a piorar.
O alerta é do professor Christopher Exley, da Universidade de Keele (Reino Unido), em um estudo sobre a exposição humana ao metal, feito a pedido da Royal Society of Chemistry.
O pesquisador descreve uma "visão holística" sobre a vida na "Era do Alumínio" e as implicações disto para o corpo humano.
Sem função biológica
O alumínio não tem nenhuma função biológica conhecida, e é reconhecidamente uma toxina ambiental - apesar de ser o metal mais abundante e o terceiro elemento químico mais abundante da crosta terrestre.
A exposição humana ao alumínio está implicada em um grande número de doenças crônicas, incluindo doenças ósseas, condições autoimunes, câncer e doenças neurodegenerativas.
A exposição humana ao alumínio aumentou pelo menos 30 vezes nos últimos 50 anos e está em expansão, atualmente com 11 kg de alumínio sendo produzidos para cada pessoa na Terra a cada ano.
A grande maioria deste alumínio é extraído de minérios - em oposição à reciclagem - com potencial para, no mínimo, impactar e se acumular dentro do corpo humano, diz o pesquisador.
Era do Alumínio
O professor Exley reconhece que a Era do Alumínio está aqui para ficar, e que o alumínio continuará a ser utilizado de forma eficaz e segura em nossas vidas cotidianas.
Por isso, alerta ele, é de suma importância que reconheçamos não apenas seu poder para o bem, mas também que seu potencial para causar danos não é totalmente compreendido, além do que sua segurança para a saúde humana não foi testada adequadamente.
"Nós não podemos continuar a ser complacentes em relação à exposição humana ao alumínio. Enquanto o gênio está fora da garrafa, ainda temos vários desejos a fazer, e devemos nos esforçar para usá-los para viver em segurança e em prosperidade na Era de Alumínio," concluiu ele.
Uma pesquisa brasileira divulgada há poucas semanas revelou que manganês e alumínio estão associados a doenças neurodegenerativas.