sábado, 14 de setembro de 2013

Dieta Mediterrânea melhora saúde e faz viver mais

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A chamada dieta Mediterrânea, que é mais um jeito de se alimentar do que uma dieta no sentido tradicional do termo, garante uma vida mais longa e mais saúde.
Este é o resultado unânime de quatro estudos realizados pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia. A dieta Mediterrânea vem sendo estudada há mais de meio século, devido aos efeitos benéficos sobre a longevidade do jeito de se alimentar das populações ao redor do Mar Mediterrâneo.
A chamada dieta Mediterrânea é marcada por um elevado consumo de peixes e vegetais, castanhas e frutas, e um baixo consumo de produtos de base animal, como carnes e leite. E não apenas a longevidade é influenciada: as populações que adotam este estilo de alimentação têm melhor saúde em geral.
A dieta Mediterrânea é reconhecida como patrimônio cultural intangível da humanidade pela UNESCO.
Anos extras
E por que eram necessários mais quatro estudos sobre a dieta Mediterrânea? Porque os pesquisadores suecos queriam avaliar seus efeitos sobre pessoas de todas as idades. Eles usaram o chamado “estudo H70″, que acompanha pessoas por mais de 40 anos – agora elas estão na casa dos 70 anos de idade. Os resultados mostram que as pessoas que adotaram um estilo de alimentação mais próximo da dieta Mediterrânea têm até 20% mais chances de viverem mais.
“Na prática, isto significa que as pessoas idosas que adotaram uma dieta Mediterrânea vivem de 2 a 3 anos mais do que as pessoas com dieta tipicamente ocidental,” afirmou Gianluca Tognon, que liderou os estudos.
Qualquer idade
O segundo estudo fez o mesmo na Dinamarca, concluindo que a dieta Mediterrânea aumenta a longevidade. O terceiro estudo acompanhou pessoas jovens, também na Suécia. Finalmente, um estudo analisou os efeitos da dieta Mediterrânea sobre a saúde geral de crianças. “A conclusão que podemos tirar desses estudos é que não há dúvida de que a dieta Mediterrânea está associada a uma melhor saúde, não só para os idosos, mas também para os jovens,” afirmou Tognon.
Cientista destaca ingredientes sagrados da alimentação mediterrânea
Com índices de mortalidade por câncer e doenças cardiovasculares inferiores à média mundial e menor incidência de doenças como Parkinson e Alzheimer, os países da costa do mar Mediterrâneo têm muita coisa a ensinar sobre saúde. A opinião é de Elliot Berry, professor do Departamento de Nutrição e Metabolismo da Escola de Medicina Hadassah da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel.
Segundo Berry, a boa saúde dos povos mediterrâneos se explica em parte pela alimentação, a já famosa dieta mediterrânea. Mesmo culturalmente diferentes, os países da região partilham alguns ingredientes em comum, entre os quais sete se destacam: trigo, cevada, uva, figo, tâmara, romã e azeitona.
“São alimentos antigos e citados na Bíblia. Dois deles – romã e azeite de oliva – são especialmente bons para a saúde. O azeite reduz o risco de doenças cardíacas e a romã possui alto teor de antioxidantes e diminui riscos de aterosclerose na veia carótida”, disse.
Outro diferencial está no próprio modo de se alimentar, com pequenas porções, refeições bem distribuídas ao longo do dia e aproveitamento de alimentos da época e cultivados nas proximidades, o que garante frescor. Além da alimentação, a qualidade de vida é um item importante a se destacar nos países do Mediterrâneo. “O horário das refeições, como você come e até com quem você come podem influenciar na saúde”, disse. Berry também destacou a importância da prática de exercícios físicos. “Toda vez que pegamos um elevador em vez de usar escadas estamos perdendo uma oportunidade preciosa para queimar calorias”, disse.
Segundo o cientista, a quantidade de alimentos ingerida deve estar diretamente ligada ao nível de atividade física executada. “Somos como uma usina de energia, o combustível que consumimos deve ser compatível com o trabalho gerado”, apontou.
Os dez mandamentos do estilo de vida Mediterrâneo, segundo Elliot Berry:
O que fazer:
Consumir mais óleo/azeite de oliva, abacate e amêndoas.
Consumir cinco porções diárias de frutas e vegetais.
Consumir peixe duas vezes por semana para adquirir ômega 3.
Fazer exercícios de 30 minutos pelo menos três vezes por semana.
Ter um dia de descanso com a família e os amigos.
O que não fazer:
Fumar.
Comer demais.
Adicionar sal à comida já preparada.
Exagerar no consumo do álcool (limite de 20 a 30 gramas por dia).
Dirigir em alta velocidade.
Fonte: www.diariodasaude.com.br
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Saiba como a alimentação pode influenciar na libido.

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Saiba como a alimentação pode influenciar na libido
Nem sempre a baixa de libido indica um problema de saúde. Um desequilíbrio na alimentação ou na produção de neurotransmissores pode ser a causa.
Algumas doenças como diabetes, hipertensão arterial, obesidade e endometriose, além de fatores como estresse, ansiedade, autoestima baixa e insegurança, interferem na libido. Porém, se não houver nenhuma patologia associada, vale a pena investigar possíveis desequilíbrios nutricionais.
Uma má alimentação pode gerar uma produção baixa de alguns neurotransmissores relacionados ao bem-estar e prazer, e as alterações destes neurotransmissores no organismo podem prejudicar o desempenho sexual e a fertilidade.
Para sentir desejo sexual, é necessário ter boas concentrações do neurotransmissor serotonina. O estresse, o uso de anticoncepcionais e de alguns antidepressivos podem diminuir sua produção. O aminoácido triptofano é o precursor da serotonina. Esse aminoácido é encontrado em diversos alimentos, como banana, quinua, arroz integral, soja, feijão, lentilha, ervilha, castanhas, nozes, morango, laranja, tâmara, chocolate amargo e ovos.
É importante lembrar que a conversão do triptofano em serotonina depende de alguns nutrientes, como a vitamina B6, encontrada no levedo de cerveja, no gérmen de trigo, em cereais integrais, leguminosas, batata, banana e aveia; a vitamina B12, presente nos peixes, aves, carnes vermelhas, ovos, leite e derivados; oácido fólico, que está em vegetais de folhas verdes escuras, também no levedo de cerveja, além de brócolis, suco de laranja, repolho, couve-flor, gérmen de trigo, cereais e pães integrais; e o magnésio, também encontrado nos vegetais folhosos escuros, banana, cereais integrais, nozes, castanhas, peixes. Incluir os alimentos fontes desses nutrientes é fundamental para a produção de serotonina.
Outro neurotransmissor relacionado com a libido é a noradrenalina. É produzida a partir de dopamina – neurotransmissor relacionado ao prazer. A falta de ambos está relacionada à diminuição do desejo sexual. O aminoácido tirosina é o responsável pela produção de dopamina, e para estimulá-la devemos consumir alimentos fontes da tirosina: leguminosas, nozes e castanhas, tofu, cereais integrais, leite e iogurte desnatados – e ainda, incluir a ingestão moderada de café.
O zinco promove a modulação dos níveis do hormônio testosterona e da produção de sêmen. Sua deficiência leva à falha na ovulação e diminuição do desejo sexual, em mulheres. Nos homens, pode causar impotência sexual. As principais fontes alimentares de zinco são feijões, lentilha, nozes, castanhas, semente de abóbora, cereais integrais e chocolate amargo. A vitamina E, encontrada principalmente no gérmen de trigo e nos óleos vegetais, também participa da produção de hormônios sexuais, estando relacionada ao aumento da libido e do apetite sexual.
Alguns alimentos devem ser evitados, pois exercem ação contrária no desejo sexual. Frituras, alimentos gordurosos, doces e carnes, devido ao alto teor de gordura, dificultam a digestão e impedem a circulação adequada de sangue. Bebidas alcoólicas em excesso também são prejudiciais – podem causar impotência sexual.
Por meio de uma alimentação adequada, é possível consumir todos os nutrientes importantes não só para um bom desempenho sexual, mas para uma vida saudável em todos os aspectos, o que influenciará positivamente para a boa saúde da sua libido.
Fonte: Bruna Murta - Nutricionista da rede Mundo Verde