segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Acupuntura x Depressão

A depressão atinge atualmente uma grande parcela da humanidade e muitas vezes não é diagnosticado ou percebido a tempo de aliviar os sintomas numa fase mais leve da doença.
VISÃO OCIDENTAL x ORIENTAL – SINDROME DEPRESSIVA
No ponto de vista ocidental analisa-se o estado depressivo caracterizado por uma lentificação e diminuição em quase todos os aspectos das emoções e do comportamento. A severidade da doença varia amplamente.
Na Visão oriental todas as personalidades estão susceptíveis ao estado depressivo, porém a baixa estima e carência do elemento TERRA pode exacerbar os sinais e sintomas.
SINAIS E SINTOMAS
O humor é descrito pela pessoa como triste, deprimido, desesperançado, desencorajado. A expressão facial e corporal mostra-se reprimida. O paciente pode ter queixas somáticas, como dores corporais. Alguns referem aumento da irritabilidade (raiva persistente, tendência para responder a eventos com ataques de ira ou culpando os outros; ou um sentimento exagerado de frustração por questões menores). A perda de interesse ou prazer está quase sempre presente, pelo menos em algum grau. A pessoa apresenta menor interesse por passatempos, tem menos prazer com qualquer atividade anteriormente considerada agradável.
O apetite geralmente está reduzido, muitos se forçam a comer. Pode também haver um aumento do apetite. A alteração do sono mais freqüente é a insônia. Os pacientes também podem apresentar hipersônia noturna ou diurna. As alterações psicomotoras incluem a agitação (incapacidade de ficar sentado quieto, ficar andando sem parar, agitar as mão, puxar ou esfregar a pele, roupas ou objetos) ou o retardo psicomotor (discurso, pensamento ou movimentos corporais lentificados, fala com volume diminuído, fala menos).
As tarefas leves parecem exigir um esforço substancial. Pode haver diminuição na eficiência para realizar tarefas.
Pode incluir avaliações negativas e irrealistas do próprio valor, sentimentos de culpa e ruminações acerca de pequenos fracassos do passado. Essas pessoas geralmente interpretam mal eventos triviais ou neutros do cotidiano, como evidências de defeitos pessoais, e têm um senso exagerado de responsabilidade pelas adversidades. Esses sentimentos podem assumir proporções delirantes.
Dificuldades para pensar, concentrar-se ou tomar decisões. As pessoas podem distrair- se facilmente e ter dificuldade de memória.
Pensamentos recorrentes sobre morte, ideação suicida, planos ou tentativas de suicídio: Esses pensamentos variam desde uma crença de que seria melhor estar morto até pensamentos transitórios porém recorrentes sobre cometer suicídio ou planos específicos para se matar.
A depressão é um quadro que vai e volta, com alterações físicas em todos os órgãos, os distúrbios afetivos são: Bipolar, que apresentam crises de mania e depressão. E Unipolar, que apenas manifesta o quadro depressivo.
Pela medicina ocidental a medicação se faz em torno de antidepressivos: lítio, fluoxetina, estabilizantes do humor. Assim o acompanhamento da Psicoterapia e fundamental para a melhora do indivíduo, que pode perfeitamente associar-se a acupuntura e outras técnicas da MTC, para melhora na qualidade de vida do sujeito, bem com o seu restabelecimento GERAL.
Na acupuntura tento identificar a raiz do problema e procurar qual o desequilibrio q gerou toda desarmonia. Incompatibilidade de personalidades, oscilação do Yin e Yang a todo momento, ficar presa no passado, traumas e frustrações, angústias e ressentimentos, ou até mesmo a tristeza sem causa.
Em casos mais avançados é fundamental o acompanhamento psiquiátrico para associar a alopatia (medicação) com a acupuntura para potencializar o resultado.

Teoria diz que tipo sanguíneo traduz perfil físico e comportamental

http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/07/10/tipo-sanguineo-diz-muito-sobre-sua-vida-descubra-as-caracteristicas-do-seu-para-ter-mais-saude-e-bem-estar.htm#fotoNav=1
Rosana Faria de Freitas
Se até agora você acreditava que o tipo sanguíneo só servia para orientar em casos de transfusão de sangue e outros procedimentos médicos, talvez se surpreenda com esta teoria, que sugere que a característica também influencia a saúde, o corpo e a mente. Pelo menos é o que defende Heloisa Bernardes, terapeuta ortomolecular, formada em bioquímica na Expansion Biologique, na França. “O sangue contém milhares de anos de memória genética, transmitida por nossos ancestrais em códigos que ainda estamos tentando decifrar.”
Com ela concorda Sérgio Ricardo, especialista em Gestão Comportamental com Neurociência e Neurometria, diretor do Centro Nacional de Coaching. “Após dez anos de estudos, e tendo avaliado mais de 10 mil pessoas, percebo que cada tipo genético tem características próprias. Dessa forma, determinam o comportamento em todos os sentidos.”
A base de análise dos dois profissionais é o trabalho de James e Peter D’Adamo, médicos americanos que desenvolveram a chamada dieta do grupo sanguíneo. “Juntos, eles acumulam mais de 50 anos de pesquisas sobre os tipos, classificando predisposição a doenças, influência de alimentos, bebidas e ervas sobre o organismo e exercícios indicados”, explica Sérgio. Dessa forma, ele diz, é possível direcionar o comportamento no sentido de somar competências para um propósito ou projeto, seja nos relacionamentos, no trabalho ou em qualquer ambiente em que vivemos. “O grau de adaptação da pessoa para lidar com situações de estresse, desafios e ameaças – tudo isso varia de acordo com o tipo sanguíneo.”
Segundo Heloisa Bernardes, é possível elaborar um plano de ação para cada indivíduo que englobe desde o que se deve comer até que atividades fazer para obter mais energia, queimar calorias de forma eficiente, controlar o sistema nervoso e ter bom desempenho nas vidas pessoal e profissional. “Estamos vivendo uma realidade em que o estresse é o causador das 12 doenças que mais matam no mundo. Quando alguém aplica a gestão comportamental com base no tipo sanguíneo, aprende uma nova maneira de lidar com agentes que abalam o sistema nervoso. E, mais que isso, incorpora hábitos saudáveis que resultam em qualidade de vida”, completa Sérgio Ricardo.
Sem comprovação
É bom deixar claro, entretanto, que a teoria não tem comprovação científica. “Ainda que algum dia a luz da ciência possa aclarar tais deduções, não existem, até o momento, estudos sob os rigores que a sociedade científica exige que sugiram como verdadeira essa tese relacionando tipo sanguíneo a comportamentos e dietas”, reflete o endocrinologista Antonio Carlos do Nascimento, de São Paulo.
“A correlação entre os tipos sanguíneos e uma maior probabilidade de desenvolver determinadas doenças não está baseada em pesquisas clínicas. A avaliação médica, assim como a realização de exames clínicos e laboratoriais, são essenciais para um diagnóstico correto”, completa Maria Cristina Purini, especialista em hematologia e hemoterapia pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e médica hematologista do Hospital Santa Cruz, em São Paulo.
Leia e aprenda muito mais sobre a alimentação e o comportamento de acordo com as caracteristicas do grupo sanguíneo seguindo o link.